casas de massagens disfarçadas de casas de prostituição em SOROCABA.

Repórter se infiltra no mundo das casas de massagem, onde a exploração da prostituição é maior negócio

Nos letreiros – isso quando há identificação – o que se oferece é relaxamento. No entanto, o que mantém boa parte das chamadas casas de massagem em Sorocaba é a exploração da prostituição.

Durante a semana o BOM DIA conheceu os bastidores desses estabelecimentos, que também operam dentro de institutos de beleza e  hotéis. Para visitá-las, me passei por uma paulistana que estava chegando para viver em Sorocaba e precisava de trabalho. Nas casas de massagem percebi que emprego não falta e é a minha experiência que relato nos textos a seguir.

Em uma residência da rua Salvador Correa,  Vergueiro, zona sul de Sorocaba, encontrei uma casa que permanece dia e noite com o portão entreaberto. Não há placas, mas fui informada por populares sobre o que ocorre em seu interior. Entro e toco a campainha. Uma jovem loira me atende, mas quando vê que sou mulher sua fisionomia muda: o sorriso sai do rosto e postura sensual afrouxa.

Três moças estão num sofá assistindo  televisão. São garotas de programa aguardando clientes. Uma mulher alta me recebe e explica a rotina: o valor cobrado por programa, em média, é de R$ 150, mas  R$ 40 ficam para o agenciador como pagamento pelo quarto. O  restante é da garota.

A movimentação na casa se estende por todo o dia. Os horários são divididos e a entrada das profissionais ocorre às 10h e às 14h. Elas não saem antes das 22h.

FACHADA falsa

Quem passa em frente a um estabelecimento com fachada de instituto estético, hotel ou bar, jamais imaginará que ali funciona uma casa de massagem. Para desviar a atenção dos vizinhos, os responsáveis usam fachadas falsas. Em algumas há telefone de contato e até serviços prestados, mas dentro há somente quartos e garotas de programa.

Em um hotel na rua Artur Caldini, Jardim Saira, zona leste, há piscina, bares e salas. Fora do terreno, atrás de um muro, ficam os quartos para os programas. O agenciador me diz que as garotas cobram cerca de R$ 300, já que o público do local é de empresários.

“Os quartos ficam para fora para não corrermos o risco de sermos flagrados pela fiscalização. Estou precisando contratar mais garotas. O lucro é todo da profissional”, afirma o proprietário, num típico discurso que é usado para atrair iniciantes e que não menciona a porcentagem da casa. Talvez para garantir que a conversa me convença, ele evita meu contato com as garotas. 

Rotina puxada

Durante as conversas com os agenciadores das cinco casas de massagem localizadas pelo  BOM DIA, eles revelaram que cada garota atende em média seis homens. A simpatia e a receptividade são utilizados pelos agenciadores,  que afirmam sempre estar contratando. Como não há salário fixo, quanto maior o número de garotas, mais chances de faturar sem gastar nada a mais com isso.

Os programas duram cerca de uma hora e, logo após, cabe às garotas trocar os lençóis de cama, toalhas e lavar o banheiro. Tudo tem de estar limpo e pronto para o próximo cliente.

Clientes escolhem garotas por fotografias no  computador

O gerenciamento das casas de massagem é feito de forma cautelosa pelos responsáveis. Em um dos estabelecimentos, que se passa por salão de cabeleireiros na rua Coronel José de Barros, próximo ao terminal São Paulo, Centro, na sala de recepção há um computador onde estão armazenadas centenas de fotografias sensuais das garotas que trabalham ali. O cliente escolhe quem o atenderá por meio das imagens. Enquanto isso, elas ficam em outro cômodo da casa.

A agenciadora explica que passa telefone de contato da casa apenas para clientes assíduos, para que eles possam agendar um novo encontro. Homem casado é considerado bom cliente, do tipo que volta.

Apesar da fachada de instituto de beleza,  dentro do estabelecimento não há nenhum dos equipamentos que costumamos ver quando vamos a um salão. A intenção é não causar a desconfiança em vizinhos e em quem passa por ali, contribuindo para que o favorecimento à prostituição continue. A maior parte das casas de massagem acabam atraindo clientes pelo boca a boca.

Toyota trará mais clientes

O crescimento industrial em Sorocaba mexe com o otimismo dos agenciadores que tem entre os executivos seu principal público.
O dono da casa localizada no Jardim Saira alega que empresários frequentam o local. “Com a instalação de novas indústrias, haverá novos clientes também. Depois do trabalho, eles virão em busca da diversão”, diz.

Bebida alcoólica

As casas que vendem bebidas alcoólicas atraem mais clientes. O dono de um estabelecimento, no Vergueiro, diz que não vende o produto, já que o local funciona durante o dia. Admite que por conta da restrição as garotas atendem poucos clientes. “Aparecem no máximo 15 homens por dia.”

Já em outra casa, há apenas cerveja. A garota ganha R$ 1 por lata vendida. Quanto  mais cara a bebida, maior será a comissão. Taças de vinho por exemplo, são vendidas por R$ 50. Neste caso, a garota fica com R$ 10.

Inoperância que beneficia

As casas de massagem de Sorocaba que servem como local de programas sexuais funcionam sem a fiscalização da prefeitura ou das polícias. Com isso, o caminho fica aberto para que os agenciadores prossigam explorando a prostituição alheia sem o risco de serem incomodados ou acabem na prisão.

Responsáveis pelos estabelecimentos no Vergueiro e no Saíra,  que existem há três e sete anos, respectivamente, contam que nunca receberam a fiscalização. Para qualquer estabelecimento funcionar em Sorocaba, é preciso que um alvará seja expedido pela prefeitura.  Questionado por meio da Secretaria de Comunicação, o governo mostra não ter controle sobre quantas casas de  massagem funcionam em Sorocaba, mesmo porque a maioria está registrada em outro ramo.

Em uma das casas visitadas pelo  BOM DIA, perto da rodoviária, o proprietário alega que quer o alvará de instituto estético, mas admite que continuará abrigando programas sexuais, o que caracteriza, além do crime previsto no Código Penal, um desvio de função no que diz respeito à licença de funcionamento.

O secretário de Segurança Comunitária, Roberto  Montgomery Soares, informa que se constatado o desvio da função por motivo de crime  o local é interditado. Se o desvio da atividade for administrativo, o estabelecimento é notificado.

Operação conjunta

O secretário explica que para o setor de Fiscalização a meta é verificar a documentação do estabelecimento. “Descobrir se há atividade criminosa [favorecimento à prostituição, por exemplo] compete às polícias Militar ou Civil”, afirma. “Fazemos operações conjuntas motivadas por denúncias, porém desconhecemos a situação dessas casas de massagem.”

O comandante do 7º Batalhão da Polícia Militar, Vitor Gusmão, afirma, por sua vez, que a fiscalização feita é conjunta entre a prefeitura e Polícia Civil. “Durante as últimas operações, com caráter criminal e preventivo, não houve flagrante de favorecimento da prostituição. É difícil, pois temos de flagrar a atividade sexual dentro de uma dessas casas”, esclarece.

A delegada da DDM (Delegacia de Defesa da Mulher), Ana Luíza Salomone, explica que se houver flagra de favorecimento à prostituição, o agenciador é quem responderá pelo inquérito, não a garota  ou o cliente.

Nem todas são clínicas de mentira

Quem sofre com dores na coluna ou deseja perder medidas graças à drenagem linfática procura pelos institutos de massagem sérios. Mas como saber qual estabelecimento faz o quê? Profissionais da massagem dizem que constantemente passam pela saia justa de serem procuradas por clientes que na verdade estão atrás de programas sexuais.

A proprietária da clínica Lipocenter, Érica Campos, relata que as mulheres de homens que necessitam de algum tratamento, seja massagem terapêutica ou estética, ligam antes para confirmar se o estabelecimento  oferece esse serviço. “As esposas ficam inseguras e nos perguntam se aqui é casa de massagem séria”, conta.

Seu estabelecimento possui três esteticistas e dois fisioterapeutas. Eles dizem que em momentos de constrangimento, como quando um paciente demonstra segundas intenções, é hora de tomar uma postura profissional e enfatizar que o foco, ali, está  na saúde. “Para as massagens  orientamos o paciente a vir com roupa apropriada para evitar esse constrangimento”, destaca Érica.

Tratamento

Os massagistas se formam após curso técnico de dois anos. Cada sessão custa entre R$ 50 e R$ 80 e dura cerca de uma hora. “É importante procurar um profissional confiável e um estabelecimento seguro”, conclui.

( se ha um negócio que vai funcionar a 100% em 2014 e 16, é o turismo sexual, este sim, ao contrário de estádios, aeroportos, que vã0 dar uma tapeada por cima.

pq não legalizar ?, e claro, as mulheres no comando  vou contar uma coisa que aconteceu anos atras, um conhecido meu foi num churrasco feito por policiais civis a  VIPS  uma casa de prostituição fora de SOROCABA.

tem o JARDIM ITATINGA em CAMPINAS, onde todos convivem em harmonia, prostituição desde manhã cedo a céu aberto, tem a VILA MIMOSA no RJ, basta legalizar e pronto .

OSCAR MARONI, bode expiatório ? vitima da concorrência

Oscar Maroni, em imagem de arquivo de julho de 2009. (Foto: Marcelo Mora / Arquivo / G1)Oscar Maroni, em imagem de arquivo de julho de
2009. (Foto: Marcelo Mora / Arquivo / G1)

A 5ª Vara Criminal de São Paulo condenou Oscar Maroni Filho, dono da boate Bahamas e do prédio onde pretendia inaugurar um hotel na região de Moema, Zona Sul da capital paulista, a 11 anos e oito meses de reclusão pelos crimes de favorecimento à prostituição e manutenção de local destinado a encontros libidinosos. A setença foi dada na sexta-feira (30) e divulgada nesta segunda (3) pelo Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP). Maroni poderá recorrer da decisão em liberdade.

Segundo o TJ, consta dos autos que no Bahamas aconteciam encontros libidinosos, onde trabalhavam de forma habitual garotas de programa. “Os encontros eram realizados nas suítes disponibilizadas no estabelecimento, que fazia desses encontros sua principal e ‘bastante lucrativa’ atividade econômica”, diz o texto.

De acordo com a denúncia, as mulheres eram atraídas com a promessa de lucro e recebiam R$ 300 pelo programa, sendo fiscalizadas para que ficassem o menor tempo possível com os clientes. A jornada diária era de oito horas.

‘Miss garota de programa’
Ainda de acordo com a denúncia, Maroni também é acusado de promover o concurso “Miss garota de programa”, cuja vencedora ganhava uma viagem para Las Vegas, nos Estados Unidos.

Além do empresário, outras cinco pessoas foram denunciadas por formação de quadrilha, tráfico interno de pessoas, manutenção de local destinado a encontros libidinosos e favorecimento à prostituição.

Em sua decisão, a juíza Cristina Ribeiro Leite julgou a ação parcialmente procedente para condenar Oscar Maroni Filho a pena de 11 anos e oito meses de reclusão, em regime inicial fechado, pelos crimes de favorecimento à prostituição e manutenção de local destinado a encontros libidinosos.

Sentença
De acordo com a sentença, “durante décadas Oscar Maroni Filho fez da exploração da prostituição alheia a fonte de sua fortuna, transformando-a em negócio que gerava R$ 1 milhão por mês. Iniciando com uma casa de massagens, logo teve várias delas, e dali para o Bahamas, prosseguiu empregando toda sua energia no aprimoramento, divulgação, seleção e ampliação de seu ‘prostíbulo-balneário’, passando, por fim, ao incentivo do meretrício ‘virtual’ com o ‘Cyber Bahamas’, tornando-se proprietário de quase uma quadra das regiões nobres da capital, onde erigiu um prédio de 11 andares com ligação subterrânea para as instalações de seu prostíbulo. E tudo isso foi por ele feito com enorme desfaçatez, comparável talvez apenas a sua vaidade. Tornou seu lupanar uma casa de fama nacional, divulgando-a até mesmo em programas televisivos e reportagens na mídia falada e impressa”, diz o texto.

Ainda segundo a juíza, “como é tecnicamente primário e responde ao processo em liberdade, por força de decisões da Superior Instância, poderá apelar em liberdade”.

O empresário foi procurado desde a noite desta segunda-feira para comentar a condenação, mas até as 9h desta terça não haiva sido localizado.( agora ele nega tudo, diz que apenas alugava espaços, e que o que acontecia lá era de responsabilidade da garota e de seu acompanhante, que desconhecia a prostituição que rolava.

vc acredita nisso ? mas vem cá, pq só ele, ja que casas de prostituição tem aos montes no pais, pelo menos di menor nunca teria sido vista perto de OSCAR teria ?

seria eliminação de concorrência, ja que 2014 vai ser acirrada a disputa por turistas no turismo do sexo ? a justiça finge combater condenando MARONI, mas não vai atras  das MÁFIAS até internacionais que exploram até di menor no submundo da prostituição.)

MP, vai investigar denuncia de DANI BOLINA

Nos bastidores, a turma do “Pânico” (Rede TV!) está tentando evitar que vá ao ar o quadro “Máquina da Verdade”, do “Tudo É Possível” (Record), com a ex-panicat Dani Bolina. A assistente de palco teria dito durante sua participação que algumas panicats “fazem programa”. A entrevista, que deve ir ao ar no dia 18, chamou a atenção do Ministério Público e da Polícia Federal, que desmontou em 2010 esquema de prostituição que envolvia modelos e dançarinas de TV.

Dani Bolina

( tanta coisa no pais e o MP quem perder tempo com isso ? e eu achando que tudo isso era combinação entre PÂNICO, RECORD sei lá, e no entanto tudo pode ser verdade ?

mas tb cada um é adulto, faz o que quer, quem quer dar o seu pra levar vantagem ,problema  dele(a), talento se conquista por trabalho e mérito, e não deitando no sofá.

o MP da licença heim ? perder tempo com isso ai.