quadrilha desviava remédios para os escravos do corpo perfeito

Atualizada às 11h05

A Polícia Civil flagrou, na manhã desta quinta-feira, a atuação de uma quadrilha que desviava medicamentos de alto custo de dentro do Conjunto Hospitalar de Sorocaba (CHS). Os suspeitos saiam do Hospital Regional levando cerca de cem caixas de um medicamento destinado para ajudar no crescimento de crianças com problemas de crescimento em virtude de deficiência hormonal, mas que também pode ser usado como anabolizante. Três pessoas foram presas, sendo uma mulher e dois homens. Elas são acusadas dos crimes: associação criminosa, uso de documentos falsos e estelionato.

A operação é comandada pela Corregedoria Geral do Estado. Ela estima que o grupo, com o desvio dos medicamentos, causou, no mínimo, R$ 1,6 milhão de prejuízo aos cofres públicos. Ainda não se sabe quando a quadrilha começou a atuar. A Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo informa que apesar da farmácia ficar dentro do complexo do CHS, o local não é administrado pelo Conjunto Hospitalar de Sorocaba. O espaço, porém, também pertence e é administrado pelo Estado de São Paulo.

O medicamento desviado é Hormotrop, do princípio ativo somatropina. O remédio com 12 unidades é vendido de R$ 180 a R$ 200 pela internet. Os acusados estão na delegacia Seccional de Sorocaba, onde serão ouvidos. Lá, além da polícia, também estão representantes da Corregedoria do Estado de São Paulo.

Segundo a polícia, os envolvidos não moram em Sorocaba. Eles residem na zona leste de São Paulo. De acordo com a investigação, o grupo vinha para Sorocaba para buscar a medicação utilizando documentos falsos. Com os remédios em mãos, eles revendiam o produto em academias da Capital.

Para conseguir flagrar a ação, a polícia pegou o telefone da mulher que vinha buscar o medicamento e ligou dizendo que o estoque estava em falta e que chegaria na quinta-feira. Quando foi buscar o medicamento, os policiais prenderam a mulher e um homem que a acompanhava, além de um rapaz que dirigia o carro. A polícia acredita que o cabeça do crime esteja em São Paulo.

A investigação

O procedimento investigatório foi instaurado pela CGA no dia 14 de janeiro, após servidores da CCTIES (Coordenadoria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos de Saúde), subordinada à Secretaria de Estado da Saúde, comunicar suposta conduta de fraude criminal e falsidade documental, visando obtenção fraudulenta de medicamento.

Os levantamentos preliminares apontaram algumas divergências nas documentações apresentadas para a obtenção do remédio, fato que chamou a atenção dos farmacêuticos da rede integrada de farmácias do Governo do Estado de São Paulo, unidade de Sorocaba.

Entre as divergências relevantes estão resultados de exames idênticos para diferentes pacientes; questionamento oficial em ocorrência policial da médica prescritora, indicando não reconhecer as assinaturas nos documentos apresentados à DRS-Sorocaba; prescrições médicas de estabelecimentos de saúde diversos, mas com as mesmas características de redação e indicação farmacológica; mesma forma de preenchimento de formulários internos da administração; suspeitas de falsificação de papéis timbrados de laboratórios de análises; resultados idênticos em relatórios médicos feitos por profissionais diferentes; laudos de exames com as mesmas características e autenticados pelo mesmo número de registro na Anvisa, entre outros. A médica prescritora, por exemplo, trabalha em São Paulo e não prescreveu a Somatropina-12UI para pacientes de Sorocaba.

A apuração ainda indica que os supostos criminosos não precisam do medicamento, mas utilizam documentos falsos para comprovar a necessidade e pedir que os cofres públicos paguem o tratamento. A CGA trabalha com dois casos concretos em Sorocaba, mas há outros 233 suspeitos em nove cidades do Estado de São Paulo. Cada tratamento mensal custa R$ 6 mil. O montante dos 233 casos custaria ao Estado cerca de R$ 1,5 milhão ao mês

Os investigados

Segundo a polícia, a mulher está colaborando com as investigações. Ela disse no depoimento que só buscou o medicamento e não participou de nenhuma fraude. Policiais fazem busca em sua residência.

Um dos detidos tem passagem pela polícia e já cumpriu 12 anos de prisão por roubo. Ele foi solto em dezembro de 2015.

( a tal modelo RAQUEL SANTOS morreu pq ? tomar remédios vendidos na internet que no caso dela era pra cavalo.

no caso ai tb,é remédio pra ajudar no crescimento de crianças com deficiência hormonal, mas para os escravos do corpo perfeito seria pra ter músculos mais depressa. 

e pior que este tipo de crime só tende a aumentar pois a ditadura do corpo perfeito não para e vai ter mais vitimas, podem aguardar.)

aborrecente de 17 anos chefe de quadrilha, é detida após 20 roubos

Investigadores do 1º distrito policial identificaram nesta terça-feira uma adolescente de 17 anos acusada de chefiar um grupo de outros quatro adolescentes. A quadrilha praticava roubos de veículos, em estabelecimentos comerciais e roubos à residências. A garota confessou cerca de 20 roubos, sendo que onze deles foram confirmados. Por ser menor de idade e não ter passagem na polícia, ela foi liberada à sua mãe.

A adolescente costumava agir sozinha ou com outros quatro adolescentes. “Dependendo do roubo eu ia sozinha, outros precisava da ajuda deles”. Sozinha, ela geralmente roubava veículos. Segundo a própria acusada relatou, ela seguia para algum bairro, na maioria das vezes para o Campolim, bem vestida e com uma mochila nas costas e esperava ser abordada. “Era rápido, logo parava um carro. Eles me ofereciam carona e eu entrava”.
 
Dentro do veículo, a garota conduzia o motorista até algum matagal ou local conhecido por ela, tirava a arma da mochila, e anunciava o assalto. Os carros eram vendidos posteriormente por preços variados. Em um dos casos, ocorrido em fevereiro deste ano, um homem dirigindo um Honda Civic a abordou na Praça do Canhão, região central da cidade. Como não estava armada, ela aceitou a carona, mas pediu que o homem a levasse até sua casa para que ela tomasse banho. “Não levei ele até minha casa, claro. Fiz ele parar próximo de lá, corri em casa, peguei a arma e voltei”. Ela o levou para um matagal próximo ao Parque Vitória Régia, apoderou-se do veículo e fugiu. 

Dias depois, com esse mesmo veículo, a adolescente abordou uma senhora que saía da Caixa Econômica Federal e fez com que a vítima entrasse no veículo, roubando dela R$ 1 mil. A adolescente estava acompanhada de uma amiga. Ao verem que a vítima possuía mais dinheiro, voltaram com a mulher na agência e ameaçando-a, fizeram sacar mais R$ 2 mil. O Honda Civic foi vendido depois por R$ 1 mil. 

Franzina e de estatura mediana, em muitos casos, a acusada usava da agressividade para realizar o roubo. “Teve um cara que não acreditou que eu estava mandando ele entregar o carro e começou a dar risada de mim. Dei duas coronhadas na cabeça dele e duas bicudas”. Segundo os investigadores, dos vinte casos relatados pela acusada, onze deles já foram confirmados através de boletins de ocorrência e relatos de vítimas. Foram quatro em estabelecimentos comerciais, três em residências, três saídas de banco e um veículo.

De acordo com o investigador Brasile, houve certa dificuldade em identificar a acusada pois geralmente os boletins não são registrados com total veracidade. “Na maioria dos casos esses homens são casados e acabam mentindo na hora do registro da ocorrência. São essas e outras situações que dificultam o reconhecimento do autor do roubo”. A garota foi detida ontem, na casa onde mora com os pais e os quatro irmãos, na Vila Carol. No local foi encontrado um quilo de maconha. 

A arma da acusada, uma espingarda cartucheira calibre 36 não foi encontrada. Durante buscas em duas outras residências em Aparecidinha, foram apreendidas 56 pedras de crack, uma porção de cocaína e sete quilos de maconha. Ninguém foi preso. A acusada conhecida como “gatinha do funk” conta que entrou para o crime ainda na infância. “Eu lembro que quando eu tinha cinco anos fui em uma loja com a minha mãe, peguei uma blusa para mim e coloquei na sacola dela. Ela nunca soube”.

Usuária de maconha desde os 13 anos, a adolescente foi convidada para chefiar a quadrilha devido sua fama no meio do crime. “Eles me conheciam, sabia que eu era “ponta firme”, me convidaram e eu aceitei”. Apesar de praticar roubos a bastante tempo, a acusada não possuía passagem na polícia. Ela foi liberada e deve responder à Vara da Infância e da Juventude.( depois falam que pedofilia é coisa de homossexual, afinal me respondam ai, uma cara casado que da carona a uma garota  ele ta com que intenção ?

ta sendo gentil, quer ajudar ? bom samaritano ?  ai no B.Ó mente , não quer se comprometer perante sua esposa pq ? se queria apenas ajudar uma pobre garota sozinha numa rua.

a infeliz deveria pegar uns 10 anos de fundação casa pelo menos, já que não tem cadeia pra ela, onde ela deve estar a esta hora ?)

novo golpe na praça, se liguem pessoal

Foto: NOVO GOLPE NO CARTÃO DE DÉBITO

Abasteci o carro e na hora de pagar, o frentista fez a 'gentileza' de me alcançar a maquininha, só que nesse momento os dedos dele taparam o visor.

Digitei a senha e ele colocou de volta na bancada, ai veio a minha sorte:
Por engano, digitei um número a menos e o cara sem querer falou: 'tá faltando um número'.

Como eu estava ao lado, olhei rapidamente para o visor e minha senha estava ali digitada, ao invés dos tradicionais asteriscos:**** !!!
Como já conheço o gerente do posto (Ipiranga) chamei-o na hora e perdi mais umas duas horas na delegacia.

Lá veio o esclarecimento do novo golpe:

O atendente faz uma 'gentileza' e segura a máquina pra digitarmos a senha, neste momento, tapando o visor com a ponta dos dedos, na verdade ele não colocou o valor da compra, e os dígitos da senha aparecem no visor ficando expostos como se fossem o valor da compra.
Ele anota a senha e diz que não funcionou por qualquer motivo. Faz novamente o procedimento só que correto e a gente paga a despesa.

PRONTO: O cara tem a senha anotada e o número do cartão que fica registrado na bobina.
Segundo a delegada, em dois dias um cartão clonado com qualquer nome está na mão da quadrilha e os débitos caem direto na sua conta!!!
O frentista confessou que 'nem conhece quem são as pessoas por trás disso' um motoqueiro passou no posto, ofereceu R$ 600,00 por semana e passava lá pra pegar a lista de cartões e senhas e para deixar o dinheiro pro cara.

Segundo a delegada está acontecendo muito em barzinhos, botecos, danceterias, lojas de conveniência, posto de gasolina, etc.

Se puderem, repassem! Muita gente ainda vai cair nessa, infelizmente.

 galera atenção, leiam este relato de alguém que quase foi vitima de um novo golpe e se ligue ai.

NOVO GOLPE NO CARTÃO DE DÉBITO

Abasteci o carro e na hora de pagar, o frentista fez a ‘gentileza’ de me alcançar a maquininha, só que nesse momento os dedos dele taparam o visor.

Digitei a senha e ele colocou de volta na bancada, ai veio a minha sorte:
Por engano, digitei um número a menos e o cara sem querer falou: ‘tá faltando um número’.

Como eu estava ao lado, olhei rapidamente para o visor e minha senha estava ali digitada, ao invés dos tradicionais asteriscos:**** !!!
Como já conheço o gerente do posto (Ipiranga) chamei-o na hora e perdi mais umas duas horas na delegacia.

Lá veio o esclarecimento do novo golpe:

O atendente faz uma ‘gentileza’ e segura a máquina pra digitarmos a senha, neste momento, tapando o visor com a ponta dos dedos, na verdade ele não colocou o valor da compra, e os dígitos da senha aparecem no visor ficando expostos como se fossem o valor da compra.
Ele anota a senha e diz que não funcionou por qualquer motivo. Faz novamente o procedimento só que correto e a gente paga a despesa.

PRONTO: O cara tem a senha anotada e o número do cartão que fica registrado na bobina.
Segundo a delegada, em dois dias um cartão clonado com qualquer nome está na mão da quadrilha e os débitos caem direto na sua conta!!!
O frentista confessou que ‘nem conhece quem são as pessoas por trás disso’ um motoqueiro passou no posto, ofereceu R$ 600,00 por semana e passava lá pra pegar a lista de cartões e senhas e para deixar o dinheiro pro cara.

Segundo a delegada está acontecendo muito em barzinhos, botecos, danceterias, lojas de conveniência, posto de gasolina, etc.

Se puderem, repassem! Muita gente ainda vai cair nessa, infelizmente.

gangue das loiras é desarticulada, vc quer ser carcereiro delas ?

  

Priscila Amaral compra eletrônicos em uma loja do shopping Ibirapuera (Foto: Reprodução)

A Polícia Civil prendeu em Curitiba, no Paraná, Carina Geremias Vendramini, 25 anos, integrante da gangue das loiras, acusada de mais de 50 sequestros relâmpagos na Grande São Paulo desde 2008. A gangue é composta por 5 loiras e uma morena, chefiadas por Vagner de Oliveira. 

De acordo com a polícia, as jovens são responsáveis por atrair as vítimas. O grupo agia apostando na beleza de suas integrantes e usando os codinomes da famosa dupla de assaltantes a banco dos Estados Unidos do início da década de 30, que ficou eternizada nos cinemas em 1967, com o filme “Bonnie & Clyde – Uma rajada de balas”.

Eles sequestravam mulheres desacompanhadas, de preferência loiras, em estacionamentos ou em momentos de distração, para fazer compras em shoppings de alto padrão com os cartões roubados. Enquanto a moça realizava as compras, o rapaz circulava pela cidade com a vítima, em seu veículo, segundo a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo.

Além de Carina, integram a gangue Priscila Amaral, Silmara Lan, Franciely dos Santos, Vanessa Geremias Vendramini e Monique Awoka Scasiota.
   


Da esquerda para a direita: Franciely, Carina, vanessa, Silmara, Priscila e Monique (Foto: DHPP/Divulgação)Segundo o delegado Alberto Pereira Matheus Júnior, titular da 3ª Delegacia Antissequestro da capital, a quadrilha atuava, no mínimo, desde 2008, realizando assaltos a apartamentos.
 
A partir de 2009, o grupo passou a praticar sequestros relâmpagos, sempre tomando certos cuidados para atrapalhar as investigações. “Encontramos diversas dificuldades para identificar o grupo. Em um primeiro momento, acreditávamos que era um casal, mas as características da criminosa não coincidiam. Em depoimentos das vítimas, uma tinha tatuagem, mas a outra não tinha, por exemplo. Foi então que a polícia começou a entender que poderiam ser vários grupos, ou um grupo coeso”, afirmou o delegado.

Sempre armadas, as moças chegavam a agredir as mulheres sequestradas, com puxões de cabelo ou coronhadas. Ao todo, mais de 50 boletins de ocorrência são de casos creditados ao grupo.

( pois é beleza abre portas, quem vai desconfiar que aquela mulher bonita ali ta comprando tudo com cartão roubado ?

fico imaginando a VAL MARCHIORI, sendo vitimas delas, seu HELLO, ia deixar elas loucas)