MC BIEL , e repórter que o acusa de assédio, anonima x fama

Contra o cantor Biel, de 20 anos, foi registrada denúncia de assédio sexual na 1ª Delegacia da Mulher de São Paulo. A denunciante é uma repórter de 21 anos do Portal iG, que pediu para não ser identificada. No relato ela conta que foi chamada de “gostosinha” e que o artista ainda disse que “a quebraria no meio”, sugerindo uma relação sexual. Os assédios ocorreram em maio, em dois momentos ligados ao lançamento do novo CD dele, em coletivas com jornalistas em São Paulo. Outros profissionais testemunharam; áudios e vídeos foram entregues à delegacia como provas.

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Fotos: Reprodução/Internet

Segundo matéria do iG, no áudio ouve-se Biel dizer à repórter “Idade não significa nada. Se te pego, te quebro no meio”, quando ela, acompanhando entrevista de outro repórter, comenta que eles têm quase a mesma idade. Já no vídeo, num dado momento ela coloca a sentença mais buscada no Google em referência a ele, a pergunta “Biel é bi?” – ao que ele solta: “Por quê? Você quer que eu te mostre com atos e ações?”; e depois completa: “Eu sou heterossexual. Eu gosto é de boceta”. Em outro momento refere-se a ela como “cuzona”, depois de pedir que atendesse seu celular e avisasse ao amigo que estava numa coletiva. Em seguida, numa conversa em vídeo com o tal amigo, fala sobre ela: “Mano, que ‘ramelona’ essa mina, mas dá um desconto porque ela é gostosinha”.

A repórter, constrangida durante todo o tempo, decidiu denunciar após receber apoio de outros jornalistas que presenciaram. “Quero que nenhuma outra mulher passe por isso, e nem eu, de novo”, falou ao iG. Biel já depôs. O próximo passo é ouvir as testemunhas. Na sequência, o Ministério Público formalizará denúncia à Justiça. O presidente da Warner Music, Serio Affonso, ao saber do ocorrido, entrou em contato com o portal e classificou como “lamentável” e “fora do contexto atual de lutas pelos direitos das mulheres” a postura do artista da gravadora.

( isso foi em maio, primeiro lança o CD, shows, faturam e só depois o caso é divulgado, estranho ? é BRASIL mesmo, afinal a repórter denunciou, logo depois do suposto ocorrido.

só não deve aparecer em programas de tv sob o risco de ser taxada de oportunista e ser caçada pelas fãs do cara, agora vamos ver no que dá pois o cara tem grana, e é famoso, quem vence ? )

repórter é agredido por suposto militante do PT no CEARÁ

quanto ganha um militante do PT ?  o cara mora onde ? o partido paga algo, ou da apenas um lanchinho, o cara sai do seu barraco , rua de terra, ganha salário minimo, pra defender partido, ser militante, agressivo, não admite que jornalismo fale algo contrário ao seu partido  .

este caso não é o primeiro,nem será o ultimo, pela truculência de militantes que querem uma mídia totalitária a seu favor

 

repórter é agredido por curintianos no ITAQUERÃO, querem esconder o que ?

O repórter da Folha Daniel Vasques foi agredido nesta quarta-feira por um grupo que acompanhava o ex-presidente Andres Sanchez, quando cobria o acidente no Itaquerão.

Ele tentava tirar fotos do caminhão esmagado e de um corpo preso que era retirado das ferragens em razão do desabamento da parte de uma cobertura quando foi expulso por funcionários do Corinthians e da Odebrecht e xingado pelo ex-presidente.

Os funcionários seguiram o jornalista no terreno da obra, tentando retirar o seu celular à força. Ameaçaram agredi-lo e quebrar seu telefone.

Já longe do local do acidente, ele foi cercado pelo grupo, sem a presença de bombeiros ou policiais. Os funcionários começaram a empurrá-lo e a dar socos na sua perna, na altura em que o celular estava guardado.

Andres, que havia ficado perto do caminhão, juntou-se em seguida ao grupo. As agressões persistiram de todos os lados.

Operários da Odebrecht que trabalham na obra intervieram para defender o jornalista e quase foram agredidos também.

Um policial militar chegou ao local e disse que o repórter teria de apagar todas as imagens.

Sob xingamentos e ameaças do grupo, o jornalista apagou fotos e vídeos de apenas um dos dois celulares que ele levava consigo, já que o grupo ignorava que ele portava dois celulares.

Em seguida, o jornalista foi expulso da área próxima ao canteiro de obras.

O Corinthians emitiu uma nota oficial (veja abaixo) lamentando o ocorrido. Em entrevista coletiva, Andres confirmou ter xingado o repórter, mas negou ter participado da agressão. “Eu não encostei nele em momento nenhum.”

Segundo Andres, o repórter invadiu uma área restrita, delimitada pelos bombeiros e policiais. “Ele mentiu, dizendo que era funcionário da Odebrecht para ter acesso ao local e foi retirado. Eu não encostei nele em momento algum. Não houve agressão e tenho testemunhas dos policiais e funcionários de que isso não aconteceu.”

O repórter diz que mostrou ao grupo o crachá que o identifica como repórter da Folha e que em nenhum momento afirmou que era funcionário da Odebrecht.

Reitera que, quando foi cercado pelo grupo, foi em um local do terreno onde não havia presença de policiais e bombeiros.

ABRAJI

A Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji) mandou uma nota lamentando a agressão, inclusive com uma crítica para a Polícia Militar.

“A Abraji lamenta a agressão contra o repórter da Folha de S.Paulo Daniel Vasques, que fotografava com o celular o acidente nas obras do Itaquerão, em São Paulo, nesta quarta-feira (27.nov.2013).

O ex-presidente do Corinthians Andres Sanchez, um funcionário da Odebrecht e seguranças tentaram obrigar o jornalista a entregar o telefone com as fotos do acidente. Um policial militar que estava no local também pressionou Vasques a abrir mão do telefone. Intimidado, o profissional apagou as imagens e acabou expulso do canteiro de obras.

A Abraji lamenta este novo episódio de violência contra a imprensa. Ao agir dessa maneira, o ex-dirigente do Corinthians e o funcionário da Odebrecht atentam contra a liberdade de expressão e o direito à informação. Ao apoiá-los, o policial militar posiciona o Estado contra um direito fundamental do jornalista e da sociedade. Além de Daniel Vasques, que foi agredido, toda a sociedade sai prejudicada do episódio.”

NOTA OFICIAL DO CORINTHIANS

“A diretoria do Sport Club Corinthians Paulista vem público lamentar profundamente o acidente ocorrido há pouco na Arena Corinthians.

Não existem outra informações no momento.”

( mesmo que o cara tenha mentido e tentado ter acesso a uma área restrita não precisava agressão e ap-agar imagens registradas, alias restrita por que ?

se o acidente foi falha humana o que querem esconder ? ou tem mais coisa por ai que estão tentando esconder ? será que não havia total segurança pra se trabalhar ali ? restos do PALESTRA ITÁLIA, foram usados na construção do ITAQUERÃO, será ai o problema ?

agressão a um repórter que estava apenas trabalhando ? este é o CURINTIA que se diz soberano e quer mandar no pais ? 

CURINTIA ta igual a GLOBO, quer passar por cima de tudo pra se impor.) 

prefeito aperta pescoço de repórter.


O prefeito de Barra do Bugres (150 km de Cuiabá), Wilson Francelino (PSD), segurou pelo pescoço uma repórter de TV que tentava entrevistá-lo.
A agressão foi cometida contra a repórter Elissa Neves, da TV Independência (afiliada à Rede Record).
O vídeo do episódio, ocorrido na sexta passada (18) durante um evento esportivo promovido pelo município, foi postado no You Tube e já teve mais de 15 mil acessos.

As imagens mostram quando o prefeito, que é conhecido na cidade como “Wilson Pescador”, pressiona o pescoço da jornalista, enquanto fala ao seu ouvido.
Após ser solta, a repórter se queixa da violência, mas o prefeito sorri e adota um tom irônico. “Eu não estou sendo agressivo com você”, diz, em um trecho.
A reportagem não conseguiu contato com a repórter. O diretor de jornalismo da TV, Cristiano Rodrigues, disse que foi registrado um boletim de ocorrência por agressão.
“Na hora, ela ficou sem reação, sem saber o que fazer. O prefeito não tinha o direito nem de tocar nela, quanto mais apertá-la no pescoço daquele jeito”, disse.
À repórter, segundo o diretor, o prefeito disse que só daria entrevista com o microfone desligado ou em uma participação ao vivo no jornal local.
Rodrigues atribui a reação à “cobertura investigativa” que, segundo ele, a TV vem fazendo da administração municipal. “Estamos acompanhando tudo e ele está irritado com isso”, disse.
Em nota, o Sindicato dos Jornalistas de Mato Grosso qualificou o episódio como uma “agressão covarde e sem justificativa”.
“A violência no trato com a colega da profissão deixou a diretoria do sindicato e a categoria indignados”, diz a nota.
Também em nota, o prefeito negou que tenha agredido a repórter. “O prefeito aproximou-se da entrevistadora com o fim único de falar-lhe ao ouvido que naquele momento não poderia dar a entrevista”, disse, em um trecho.
Ainda segundo a nota, o toque no pescoço teria se dado de forma acidental. “Ao levar as mãos aos ombros da entrevistadora, acabou por alcançar seu pescoço sem a intenção de lhe causar algum mal, o que pode ser conferido nas próprias imagens.”
O prefeito acusou a emissora de fazer “oposição explícita” à sua gestão. “As imagens são claras e demonstram que a entrevistadora se manteve tranquila e ouvindo normalmente os argumentos do chefe do Executivo.” ( não precisa segurqar o pescoço da repórter e ficar falando e depois dizer que foi sem querer.

não quer falar simplesmente se afasta e diz que não vai falar, se vai responder, não precisa tocar na repórter.) 

curretos x repórter MIRELLA CUNHA.

Um vídeo postado na internet com uma reportagem da edição Bahia do “Brasil Urgente”, da Band, vem recebendo muitas críticas do público.
Postado no dia 10 de maio no YouTube, o vídeo mostra a repórter Mirella Cunha entrevistando um acusado de estupro detido em uma delegacia, identificado como Paulo Sérgio. O rapaz, ferido no rosto, alega que desejava assaltar a vítima e que não a estuprou. “Mas queria estuprar?”, pergunta a repórter, dando início a uma série de respostas emocionadas do acusado.
Ao longo do vídeo, Mirella também ironiza os erros de dicção e a pouca instrução do rapaz, com ar de superioridade. “Quando ela fizer o exame de próstata vai ver que não vai dar nada”, diz ele. “Só para resumir a situação: o exame de próstata é o homem que faz”, responde a jornalista.
“A função dela não é julgar o acusado, nem debochar de sua ignorância. Era simplesmente se ater à acusação de estupro e fornecer subsídios para o telespectador avaliar a situação. Lamentável essa postura”, diz um dos comentários do vídeo no YouTube.
Outros internautas mais exaltados atacaram a repórter com xingamentos e preconceitos. “É por causa dessas idiotas oxigenadas que as loiras são chamadas de burras”, afirma outro comentário.
Por meio da assessoria de imprensa, a Band divulgou nota sobre a reportagem: “A Band vai tomar todas as medidas disciplinares necessárias. A postura da repórter fere o código de ética do jornalismo da emissora” ( o cara ta preso ? responde pelo que ? assalto ou assalto com tentativa de estupro ? e quem o acusou ? os policiais nãi teria m de responder tb ? .
pois é os curretos querem pegar uma reporter pra bode expiatório, a moça é bonita isso deve caisar inveja em alguns, tão vendo como beleza as vezes atrapalha?
 
humilhação acontece no pais todo e ninguém é punido, não daria espaço aqui e tempo pra contar tantos casos de abusos , mas agora querem pegar no pé dela e demiti-la , e pq só ela e os outros repórteres , ta assim de vídeos deste tipo da internet, o modo jornalistico de se fazer no NORDESTE.
já que tão defendendo o rapaz que tal um advogado pra ele então ? ah e as mortes feitas por grupos de extermínio  em SALVADOR , durante a greve da PM , FORAM APURADAS ?
bater na moça ai é fácil né ?
a repórter ai é a mesma que entrevistou aqueles gêmeos doidos , vcs viram ? quem não viu ainda veja abaixo.
apesar de doidos, um dos gêmeos confere a formosura da moça.