menino de 12 anos é torturado e morto com requintes de crueldade no RJ

Mãe de menino encontrado morto no Alto da Boa Vista diz que filho foi torturado 

POR ALESSANDRO LO-BIANCO MARIA INEZ MAGALHAES 


Rio – A mãe do menino Alan de Souza, de 11 anos, encontrado morto no Alto da Boa Vista, na Zona Sul do Rio, afirmou nesta quarta-feira que o filho foi torturado antes de ser morto. 


Emiliane de Sousa, contou que quando foi reconhecer o corpo no Instituto Médico Legal (IML), percebeu que as duas mãos da criança estavam perfuradas por pregos. 


Havia dois pregos também no crânio e todas as unhas do pé e das mãos foram arrancadas. 


O menino foi enterrado por volta do meio-dia desta quarta no Cemitério São João Batista, em Botafogo, também na Zona Sul do Rio. 


Segundo a mãe de Alan, testemunhas com quem ela conversou afirmam que o menino pode ter sido confundido com uma outra criança, que também mora na Favela da Rocinha, assim como a família da vítima. 


Este menino seria conhecido por praticar furtos na região. 


Ela acredita que os dois poderiam estar juntos. 


O corpo de Alan foi encontrado nesta segunda-feira, jogado em uma ribanceira na Vista Chinesa, ponto turístico do Alto da Boa Vista. 


O menino estava desaparecido desde o último sábado. 


Ele foi morto com diversos tiros, dois deles na cabeça. 


Em depoimento à polícia, uma testemunha contou que o menino desapareceu após homem armado e uma mulher, que seriam seguranças do Jockey Club Brasileiro, no Jardim Botânico, pegarem a criança na calçada do clube. 


“O segurança do Jockey matou meu filho. Confundiram ele com uns garotos que ficam furtando no clube, mas meu filho nunca fez isso”, desabafou ela. 


Um retrato-falado dos dois suspeitos foi feito pela polícia. 


De acordo com a descrição da testemunha, o homem é branco, forte, tem cabelo preto raspado, estatura média e usava calça jeans, blusa rosa e tênis preto. 


A mulher é branca, tinha cabelos loiros com luzes. O caso está na Divisão de Homicídios (DH). 


O menino havia ido no sábado ao Jockey com dois amigos. Lá, eles subiram na árvore do clube. 


Como Alan era muito franzino, não conseguiu fazer o mesmo e ficou na calçada. 


De acordo com a testemunha, nesse momento, o homem e a mulher teriam aparecido. 


Ela contou que pulou para o Jockey e escapou correndo, assim como fez o outro amigo. 


Alan, que estava do lado de fora, teria sido pego. 


Emiliane disse que o filho saiu sábado de manhã para ir à cachoeira com os amigos. 


Estranhando a demora dele em voltar para casa, começou a procurá-lo. 


“Passei o dia atrás dele. Fui até em delegacias. Quando procurei pelos amigos, eles me contaram essa história do Jockey”. 


Polícia faz análise de gravações de câmeras da região 


A Divisão de Homicídios está analisando imagens de câmeras da região. 


A mãe da vítima contou que, após ouvir o relato dos amigos do filho, foi até o clube. 


Lá, ficou sabendo que, sábado à noite, houve furto de um aparelho Nextel na casa de máquinas. 


O caso está no livro de registros do clube e na 15ª DP (Gávea). 


O Jockey só deve se manifestar nesta quarta-feira. 


“Perguntei por que não chamaram a polícia para prender os adolescentes suspeitos e não me explicaram”, contou. 


Cansada de procurar pelo filho, segunda-feira à tarde, ela registrou o desaparecimento dele na 15ª DP, mas ontem o caso seguiria para a DH porque Alan seria encontrado morto. 


“Mesmo que os garotos tivessem feito alguma coisa, teriam que ser presos, até meu filho teria que ser preso e não morto. Ele nunca roubou nada. Era uma criança. Encontraram o corpinho cheio de tiros. Quero justiça”, clamou Emiliane.( já nem se preocupam mais em matar na surdina, tamaha é a sensação de impunidade , agora tem a tal ONG VIVA RIO, que cobra solução para  assassinatos de matadores sem rosto , eLes baterão d e frente com o JOCKEY CLUBE ?

e o conselho tutelar , pastoral do menor, e outros bichos tb farão algo ou ficarão quietos ? e mesmo se o menino for ladrão,ai claro que o direitos dos manos vaio cobrar , e ficamos neste cicli vicioso, um lado mata o outro responde e por ai vai. )

 

turismo sexual de di menores da ROCINHA, prenderam um e ai ?

 O Fantástico mostra uma denúncia muito importante, uma reportagem exclusiva. A Rocinha, maior favela do Brasil, virou destino para o turismo sexual com menores de idade. 

Na região, que até há pouco tempo, era dominada pelo tráfico de drogas, meninas são oferecidas para estrangeiros. Em muitos casos, as mães sabem de tudo.

Cai a noite na rocinha. Enquanto trabalhadores voltam para casa, turistas estrangeiros sobem o morro em busca de um mundo exótico: luzes, sons, e sexo com menores.

Quem dá as boas vindas é o cabeleireiro Demian Alves Lopes, de 24 anos. Para os visitantes que o procuram, a principal atração do Rio é um crime.

A polícia já vinha investigando Demian. O produtor Mahomed Saigg, de nossa equipe, seguiu essa pista, se passando por um advogado espanhol. O suposto advogado recebeu, em dois dias, ofertas de sexo com cinco adolescentes. “Tem de todo tipo. Feia, bonita, alta, magra, novinha. Calma, vou te apresentar”, disse Dhenian.

Todas as que conheceu têm entre 15 e 17 anos. Pelo telefone, Dhemian confirma a um cliente que as menores de 18 anos valem mais. “As três que estão aí já são maiores, ele não precisa saber. Então, quem tem mais valor? A que está aqui que é menor, correto?”, diz ele.

A exploração das meninas começou a incomodar a comunidade. Algumas mães foram à polícia reclamar.

“Ficou claro de que as notícias que vieram da delegacia de que guias, taxistas, mototaxistas, eram pessoas que indicavam ao Demian os interessados em fazer a prática sexual com essas meninas que estavam sendo exploradas por ele”, disse o delegado Fábio Barucke.

A polícia ainda investiga a participação de outros dois suspeitos que aparecem nas gravações.
As meninas eram ensinadas a agradar os clientes. “Fala com ele. Faz carinho na perna dele”, instruía Demian.

Era Demian quem negociava o preço. Depois de acertar o valor, Demian recebe a parte dele. Mas não age sozinho. Muitas vezes, as principais ajudantes do crime são as próprias mães das meninas.

“Minha mãe é tranquila. Se ela te vir, ela vai gostar de você”, disse uma das meninas.

Enquanto caminha, outra menina liga para mãe para contar que vai fazer um programa, que ela chama de “PG”. “Estou indo fazer um ‘PG’. Estava na praia, mãe”, disse ela.

A mãe não só aprova, como pede uma parte do pagamento. “Vou mandar R$ 50 para a senhora. Ah, quando? Amanhã. Hoje não dá, não. Viu como que a minha mãe sabe? Não escondo nada da minha mãe”, afirmou a menina.

O suposto turista disse a elas que não se sentia seguro para prosseguir o encontro. A negociação foi interrompida. Apesar da tranquilidade das meninas, durante toda a conversa, Demian estava preocupado.

“Eu fico meio grilado, meio desconfiado com o que está em volta”, admitiu Demian. E tentava disfarçar. “Eu não sou cafetão. Conheço muita amigas”, afirmou.

Ele sabia que a polícia estava por perto. Na conversa com a amiga presa, conta como está a Rocinha hoje. “Sabe que aqui agora é UPP, não é? Aquele poder acabou. Mona, muita coisa aconteceu, tudo mudou”, conta Demian para a amiga.

Mudou tanto que uma das meninas que ele explora tinha até há pouco tempo um irmão poderoso no morro: Leão, também conhecido como Pateta, que foi um dos últimos líderes do tráfico na Rocinha. Em 2010, foi o principal envolvido na invasão do Hotel Intercontinental, próximo da favela. No ano passado, ele foi morto por traficantes rivais.

“Essas meninas se beneficiavam do tráfico. Elas viviam com os traficantes. Quando o tráfico perdeu o poderio dentro da comunidade, essas meninas foram, através da persuasão desse aliciador, introduzidas na prostituição, sendo oferecidas para os turistas”, afirmou Edson Santos, major comandante da UPP da Rocinha.

Na quinta-feira (25), a polícia prendeu Demian em flagrante. Duas menores estavam na casa dele. Ele negou que tivesse negociado prostituição.

As menores eram trazidas para o fundo de um beco escuro, vários níveis abaixo da terra, no alto da Rocinha, onde fica a casa de Demian. Ele foi preso quando já estava tentando fugir. A polícia veio até o local e encontrou as duas adolescentes na casa onde elas exploradas sexualmente.

Demian vai responder por exploração sexual de crianças e adolescentes. A pena máxima para esse crime é de dez anos de prisão. Mas Demian não vai poder contar com a ajuda de um dos últimos turistas que conheceu, que ele pensava ser advogado.

Demian: Profissão?
Produtor: Sou advogado.
Demian: Ah, se acontecer alguma coisa comigo vou te ligar. Me defende, estão me prendendo por prostituição de menor.   http://fantastico.globo.com/Jornalismo/FANT/0,,MUL1681940-15605,00-MAES+INCENTIVAM+MENORES+A+SE+PROSTITUIREM+NA+ROCINHA.html ( o vídeo da matéria está no link, bem como a ROCINHA não tem mais o traficante que manda no pedaço, o cara ai tava vulnerável, por isso se mostrava preocupado.

 mas e dai ? o cara vai preso e as meninas ? ou melhor cavalas de 16,17, vão continuar fazendo isso ? outra pessoa assume o esquema, ou elas farão por conta própria.

 certamente não vão querer perder o filão de 2014 e 16, a grana que vai entrar, claro que já serão maiores de idade, mas vão disputar clientes a tapa com as demais, e outras de menores que aguardam na fila a chançe de fazer parte deste mundo paralelo.)  

DANUBIA SE SOUZA RANGEL é solta, (por falta de provas ?)

A justiça mandou soltar, no último dia 1 de março, Danúbia de Souza Rangel, namorada do traficante Antonio Bonfim Lopes, o Nem, ex-chefe do tráfico de drogas da favela da Rocinha. A comunidade está ocupada desde o dia 12 de novembro. Presa no dia 25 de novembro passado, sob a acusação de associação para o tráfico de drogas, a “xerife da Rocinha”, ficou livre das acusações porque, no entender do juíz Marcello de Sá Baptista, da 14ª Vara Criminal., as provas contra ela não foram devidamente comprovadas.

Na sentença, o juiz diz ainda que os depoimentos da principal testemunha, que determinou o pedido de prisão preventiva de Danúbia, foram bastante conflituosos na justiça. O juiz declara também que a polícia não conseguiu provas suficientes para mostrar que Danúbia se beneficiava do tráfico de drogas de alguma forma. O Ministério Público vai recorrer da sentença. Responsável pelo pedido de prisão de Danúbia, o delegado Carlos Augusto Nogueira disse em juízo que colheu depoimentos na Rocinha de pessoas que apontaram a acusada como envolvida na quadrilha de Nem.

( e perguntem se ela vai seguir um caminho honesto ? pessoa acostumada ao bom e do melhor, tipo uma VAL MARCHIORI de favela  que passeava de helicoptero as custas da miséria.

xerifa da ROCINHA, lá talvez ela não volte, mas não vai perder a pose.)

DANÚBIA DE SOUZA RANGEL o antes e depois

com uniforme de cadeia, nada lembra o que já foi um dia.

preferível mil vezes uma filha PANICAT, LEGENDETE, modelo expondo o corpo, do que mulher de bandido, é ou não é minha senhora ?

este luxo ai das 3 fotos , custou a vida de milhares de nóias por ai

DANÚBIA DE SOUZA RANGEL,mulher do traficante NEM está presa

Domingos Peixoto/Agência O Globo

A mulher do ex-líder do tráfico na favela da Rocinha, Antônio Bonfim Lopes, o Nem, foi presa após comparecer na tarde desta sexta-feira (25) à 15ª Delegacia de Polícia, na Gávea, zona sul do Rio de Janeiro.

Danúbia de Souza Rangel, conhecida como “xerifa da Rocinha”, foi encontrada hoje em uma casa em cima de um salão de beleza, na própria comunidade, por policiais do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope), após denúncias anônimas.

Segundo o delegado Carlos Augusto Nogueira, Danúbia teve prisão de delito flagrante por associação ao tráfico de drogas. Ela se manteve calada durante o depoimento, afirmando que só falaria em juízo. A “xerifa” vai passar a noite na delegacia e será transferida neste sábado para a carceragem da Polinter. O delegado afirmou que já solicitou reforço policial e solicitou ao plantão judiciário a prisão preventiva de Danúbia. Sua irmã Telma de Souza Rangel, que foi encontrada junto com ela, prestou depoimento na condição de testemunha e foi liberada por volta das 22h.

Para justificar a prisão –já que Danúbia não tinha nenhum mandado de prisão expedido quando foi encontrada–, Nogueira argumentou que ela recebia presentes comprados com o dinheiro do tráfico, como um carro e artigos de luxo, ostentados em redes sociais.

“Há indícios veementes de crime e por isso pedimos a convolação [transformação] da prisão em flagrante para prisão preventiva a fim de que ela fique mais tempo presa. O estado ‘flagrancial’ é permanente, sempre que você pega um suspeito o delito se consuma. Nesse caso, o de auferir vantagens financeiras para o tráfico de drogas”, disse o delegado. “Ela morava em uma casa de luxo que não poderia ser comprada por quem nem trabalha.”

Ele disse ter baseado sua decisão em depoimentos formais e informais de moradores, em reportagens e nas próprias fotos publicadas na internet por Danúbia.

A namorada de Nem já foi citada ou investigada em três inquéritos na 15ª DP pelos crimes de associação ao narcotráfico, tráfico de drogas e uso de armas de fogo. Todos estão em andamento e nada foi provado até hoje.

A prisão em flagrante delito gerou um quarto procedimento, segundo o delegado. A “xerifa” também já foi investigada pela Polinter por lavagem de dinheiro, em 2009. Na época, os bens materiais dela chegaram a ser confiscados pela polícia, porém ela conseguiu recuperá-los na Justiça.

Segundo a polícia, ela deixou a comunidade antes da ocupação pelas forças de segurança, no último dia 13, mas voltou para visitar a filha, que ficara com a avó. A criança não foi encontrada. A “xerifa” não apresentou resistência ao ser encontrada. Ela aceitou o “convite” para depor e foi até a delegacia acompanhada de um advogado –que vai entrar com pedido de habeas corpus para tentar libertá-la.

Por volta das 22h15, um mototaxista da Rocinha chegou à 15ª DP para entregar uma sacola com roupas e objetos pessoais de Danúbia. O material foi vistoriado pelos policiais e posteriormente entregue para a suspeita.

Os setores de inteligência das forças policiais do Rio de Janeiro tentavam descobrir a partir de denúncias anônimas o esconderijo de Danúbia. Segundo a polícia, o comando da operação “Choque de Paz”, que ocupou as favelas da Rocinha, do Vidigal e da Chácara do Céu, já estava investigando outras denúncias sobre possíveis esconderijos da “xerifa da Rocinha”, como ela gostava de ser chamada na comunidade.

O nome de Danúbia consta em uma investigação da Polinter, concluída em 2009, sobre um suposto esquema de lavagem de dinheiro do tráfico. Porém, não há mandado de prisão contra a namorada de Nem.

A “xerifa da Rocinha” era temida na comunidade por conta de seu temperamento explosivo e ciumento. Segundo moradores, Danúbia odiava ser chamada de “viúva negra” (em alusão ao fato de que ela já foi namorada de dois traficantes mortos), e teria ordenado há alguns meses o espancamento de uma jovem da favela que supostamente mencionou o apelido.

Na quinta-feira (10), quando Nem foi transferido para presídio de Bangu, Danúbia foi vista na porta da Polícia Federal, chorando, ao lado do advogado do traficante. Depois disso, ela não foi mais vista.

Luxo e ostentação

Nem nunca poupou esforços para dar uma vida repleta de luxo e ostentação para a namorada, que já teve relacionamentos com outros dois traficantes mortos, conhecidos como Mandioca (de quem teve um filho) e Marcélio, ambos do complexo da Maré, na zona norte do Rio. Em seu perfil numa rede social, Danúbia postava inúmeras fotos nas quais aparece com joias de ouro, roupas de marca, bebidas importadas, entre outras.

Além da extravagância da rotina de primeira dama do narcotráfico na Rocinha, a polícia acredita que todos esses gastos serviam para lavar o dinheiro do crime organizado.

Danúbia e Nem moravam em uma luxuosa casa em uma localidade conhecida como Cachopa –é necessário subir uma ladeira bastante íngreme para chegar ao imóvel. Segundo vizinhos, ambos só circulavam pela favela pilotando motos de última geração.

A residência possui deque com piscina, churrasqueira de alvenaria, banheira de hidromassagem, cômodos amplos, um terraço com vista panorâmica da favela (incluindo a Pedra da Gávea), entre outras características que destoam da realidade socioeconômica dos barracos no entorno. Em uma das paredes da casa, havia um banner com fotos sensuais da ex-primeira dama do narcotráfico.

Não foram poucas as transformações estéticas de Danúbia. Com o dinheiro do tráfico, ela fez pelo menos três cirurgias plásticas, sendo uma aplicação de silicone nos seios, além de visitas semanais a salões de beleza na Barra da Tijuca, bairro nobre da zona oeste do Rio. Segundo moradores, ela se exercitava regularmente em uma grande academia situada na próxima comunidade.

O corpo atlético sempre atraiu olhares velados dos homens da favela, que sabiam que qualquer reação mais instintiva poderia significar uma sentença de morte. Das várias histórias comentadas por moradores –que aos poucos se acostumam com o fim da lei do silêncio que era imposta pelo narcotráfico–, há informações sobre um homem que teria sido espancado a mando de Nem porque foi visto em uma pizzaria na companhia de Danúbia.

Em uma das fotos postadas na rede social da “xerifa da Rocinha”, ela aparece em um bar situado no segundo andar do casarão do casal, cercada por várias garrafas de uísque, vodka e outras bebidas alcoólicas.

Danúbia, que nunca escondeu a obsessão por uísque, dizia para todos que a sua marca favorita é “The Macallan” — apenas uma loja do Rio de Janeiro comercializa tal bebida, que custa cerca de R$ 900 a garrafa.

Há imagens que mostram a ex-primeira dama do tráfico na Rocinha em passeios de lancha e helicóptero, este último em Natal, no Rio Grande do Norte, feito na companhia do namorado. Outras fotos mostram Danúbia na companhia de celebridades, tais como a cantora Cláudia Leitte e a atriz Juliana Paes.

Lavagem de dinheiro

Em abril desse ano, agentes da Polinter em parceria com o Núcleo de Lavagem de Dinheiro da Polícia Civil desencadearam uma megaoperação para reprimir atividades ilícitas na favela, porém não conseguiram cumprir os mandados de prisão expedidos contra supostos laranjas de Nem. A namorada do ex-chefe do tráfico na Rocinha era uma das pessoas investigadas.

Além dela, foram citados no inquérito o líder comunitário Vanderlan Barros, conhecido como Feijão, o irmão dele, Telmo Oliveira Barros. Na época, os policiais chegaram a apreender um caminhão de gelo da empresa administrada por Feijão dentro de um estacionamento na estrada da Gávea.( o setor de inteligência ta lento lá heim ? não sabiam que a moça tinha irmã, não revistaram toda a ROCINHA, casa por casa ? ela teve chançe de fugir, não quis não sei pq ? ou não teria pra onde ir ?

não tinha grana ? não da pra entender, masvamos ver quanto tempo ela fica na cadeia.)

procura-se a xerifa da ROCINHA DANÚBIA DE SOUZA RANGEL

Reprodução

Os setores de inteligência das forças policiais do Rio de Janeiro tentam descobrir a partir de denúncias anônimas o esconderijo de Danúbia de Souza Rangel, 27, namorada do ex-chefe do tráfico de drogas na Rocinha, Antônio Bonfim Lopes, o Nem, preso na semana passada. Na manhã desta quinta-feira (17), agentes do Bope (Batalhão de Operações Especiais) checaram uma informação recebida pelo Disque-Denúncia sobre um local na zona norte da cidade, porém nada encontraram.

Segundo a polícia, o comando da operação “Choque de Paz”, que ocupou as favelas da Rocinha, do Vidigal e da Chácara do Céu neste fim de semana, já está investigando outras denúncias sobre possíveis esconderijos da “xerifa da Rocinha”, como ela gostava de ser chamada na comunidade.

O nome de Danúbia consta em uma investigação da Polinter, concluída em 2009, sobre um suposto esquema de lavagem de dinheiro do tráfico. Porém, não há mandado de prisão contra a namorada de Nem.

A “xerifa da Rocinha” era temida na comunidade por conta de seu temperamento explosivo e ciumento. Segundo moradores que conversavam em um restaurante da Via Ápia na tarde desta quarta-feira (16), Danúbia odiava ser chamada de “viúva negra” (em alusão ao fato de que ela já foi namorada de dois traficantes mortos), e teria ordenado há alguns meses o espancamento de uma jovem da favela que supostamente mencionou o apelido.

A polícia trabalha com a hipótese de que a namorada de Nem teria mudado o visual a fim de facilitar a fuga da Rocinha. Há informações de que ela estaria com os cabelos pretos e curtos, e não loira como mostram todas as fotos nas quais a xerifa da Rocinha aparece esbanjando joias de ouro e outros artigos de luxo.

Na última quinta-feira (10), quando Nem foi transferido para presídio de Bangu, Danúbia foi vista na porta da Polícia Federal, chorando, ao lado do advogado do traficante.

De acordo com as investigações, Danúbia fugiu com as duas filhas do casal, Beatriz e Yasmin, antes do anúncio da ocupação policial.

Luxo e ostentação

Nem nunca poupou esforços para dar uma vida repleta de luxo e ostentação para a namorada, que já teve relacionamentos com outros dois traficantes mortos, conhecidos como Mandioca (de quem teve um filho) e Marcélio, ambos do Complexo da Maré, na zona norte do Rio. Em seu perfil numa rede social, Danúbia postava inúmeras fotos nas quais aparece com joias de ouro, roupas de marca, bebidas importadas, entre outras.

Além da extravagância da rotina de primeira dama do narcotráfico na Rocinha, a polícia acredita que todos esses gastos serviam para lavar o dinheiro do crime organizado.

Danúbia e Nem moravam em uma luxuosa casa em uma localidade conhecida como Cachopa – é necessário subir uma ladeira bastante íngreme para chegar ao imóvel. Segundo vizinhos, ambos só circulavam pela favela pilotando motos de última geração.

A residência possui deque com piscina, churrasqueira de alvenaria, banheira de hidromassagem, cômodos amplos, um terraço com vista panorâmica da favela (incluindo a Pedra da Gávea), entre outras características que destoam da realidade socioeconômica dos barracos no entorno. Em uma das paredes da casa, havia um banner com fotos sensuais da ex-primeira dama do narcotráfico da Rocinha.

Não foram poucas as transformações estéticas de Danúbia. Com o dinheiro do tráfico, ela fez pelo menos três cirurgias plásticas, sendo uma aplicação de silicone nos seios, além de visitas semanais a salões de beleza na Barra da Tijuca, bairro nobre da zona oeste do Rio. Segundo moradores, ela se exercitava regularmente em uma grande academia situada na próxima comunidade.

O corpo atlético sempre atraiu olhares velados dos homens da favela, que sabiam que qualquer reação mais instintiva poderia significar uma sentença de morte. Das várias histórias comentadas por moradores –que aos poucos se acostumam com o fim da lei do silêncio que era imposta pelo narcotráfico–, há informações sobre um homem que teria sido espancado a mando de Nem porque foi visto em uma pizzaria na companhia de Danúbia.

Em uma das fotos postadas na rede social da “xerifa da Rocinha”, ela aparece em um bar situado no segundo andar do casarão do casal, cercada por várias garrafas de uísque, vodka e outras bebidas alcoólicas.

Danúbia, que nunca escondeu a obsessão por uísque, dizia para todos que a sua marca favorita é “The Macallan” — apenas uma loja do Rio de Janeiro comercializa tal bebida, que custa cerca de R$ 900 a garrafa.

Há imagens que mostram a ex-primeira dama do tráfico na Rocinha em passeios de lancha e helicóptero, este último em Natal, no Rio Grande do Norte, feito na companhia do namorado. Outras fotos mostram Danúbia na companhia de celebridades, tais como a cantora Cláudia Leitte e a atriz Juliana Paes.

Lavagem de dinheiro

Em abril desse ano, agentes da Polinter em parceria com o Núcleo de Lavagem de Dinheiro da Polícia Civil desencadearam uma megaoperação para reprimir atividades ilícitas na favela, porém não conseguiram cumprir os mandados de prisão expedidos contra supostos laranjas de Nem. A namorada do ex-chefe do tráfico na Rocinha era uma das pessoas investigadas.

Além dela, foram citados no inquérito o líder comunitário Vanderlan Barros, conhecido como Feijão, o irmão dele, Telmo Oliveira Barros. Na época, os policiais chegaram a apreender um caminhão de gelo da empresa administrada por Feijão dentro de um estacionamento na estrada da Gávea.

Nesta quarta-feira (16), Vanderlan Barros foi detido por policiais militares durante patrulhamento na Rocinha. No entanto, após ser levado para a 15ª Delegacia de Polícia (Gávea), os policiais foram informados de que o mandado de prisão contra ele tinha sido revogado pela Justiça.

A modelo Luana Rodrigues de Sousa, 20 anos, que está desaparecida desde o dia 9 de maio 

A modelo Luana Rodrigues de Sousa, 20 anos, que está desaparecida desde o dia 9 de maio

Após se entregar à polícia, Ronaldo Patrício da Silva, suspeito pela morte da modelo Luana Rodrigues de Sousa –desaparecida no dia 9 de maio, na favela da Rocinha, zona sul do Rio de Janeiro–, afirmou ser inocente. Ronaldo acrescentou que estava sendo pressionado pelo traficante Antonio Francisco Bonfim Lopes, o Nem, líder da favela preso na semana passada, a assumir a autoria do crime.

O acusado, que não possui antecedentes criminais e alegou ser mototaxista, confirmou que conhecia Luana, mas afirmou que não foi responsável pelo seu desaparecimento e morte. Segundo seu relato, o autor do crime seria outro Ronaldo: um homem conhecido como “Ronaldinho”, que seria namorado da vítima. Este homem também estaria ligado ao tráfico de drogas, razão pela qual Ronaldo Patrício afirma ter sofrido pressão dos traficantes da favela.  

O suspeito disse ainda possuir provas de que Luana estava relacionada com “Ronaldinho” e alegou que a família da modelo sustentaria sua versão.

http://noticias.uol.com.br/cotidiano/2011/11/17/xerifa-da-rocinha-e-procurada-pela-policia-do-rio-namorada-de-nem-esbanjava-joias-em-rede-social.jhtm ( se ela ainda estiver no RJ, da pra revirar tudo e achá-la, se ela ja se enrocou com algum lider de milícia ,ai demora mais, pois as areas dominadas por elas ainda não reçebem visitas da policia e exército .)

ROCINHA está ocupada, e depois ?

Bope distribui folheto nas comunidades da Rocinha, Vidigal e Chácara do Céu

O secretário de Segurança do Rio, José Mariano Beltrame, afirmou que a operação de ocupação realizada neste domingo acabou com o “jugo do fuzil” na favela da Rocinha. Ele se referia ao controle dos traficantes sobre os moradores da comunidade.

Veja galeria de imagens da ocupação
Polícia vasculha casa de luxo de traficante
Helicóptero da polícia lança panfleto pedindo denúncia
Cabral diz que ocupação devolveu a paz à Rocinha
Após ocupação da Rocinha, 13 armas são apreendidas

A ocupação é o primeiro passo para a instalação de uma UPP (Unidade de Polícia Pacificadora) na comunidade –a 19ª do Rio. A Rocinha é uma das maiores do Estado, e sua pacificação é considerada chave para a política de segurança da gestão de Sérgio Cabral.

A ocupação foi feita durante a madrugada. Acessos foram bloqueados às 2h30, e os policiais começaram a entrar na Rocinha por volta das 4h. Em entrevista, o chefe do Estado Maior da Polícia Militar do Rio, coronel Pinheiro Neto, afirmou as favelas da Rocinha e Vidigal estavam sob domínio da polícia às 6h

Durante a ocupação não foram disparados tiros, e a situação é tranquila na região.

Após a ocupação, 13 armas –12 fuzis e uma metralhadora– foram apreendidas. Um foragido da Justiça foi recapturado.

  Marcelo Sayo/Efe  
Blindado circula pelas ruas da Rocinha após ocupação da favela pelas forças de segurança
Blindado circula pelas ruas da Rocinha após ocupação da favela pelas forças de segurança

http://noticias.terra.com.br/brasil/fotos/0,,OI176912-EI306,00-Veja+fotos+da+ocupacao+da+Rocinha+no+Rio+de+Janeiro.html ( mais fotos da ocupação e tb mais luxo dos traficantes.)

( eu queria saber por ex: onde os noias do RJ, estão arranjando sua droga, ja que as areas onde eles compravam foram ocupadas , ou ainda tem ?, ou estão superlotando onde ainda não foi ocupado ?, especiamente areas de milícias.)