caos na saúde em SOROCABA, falta leito, falta tudo

A falta de leitos na Santa Casa Sorocaba tem causado efeito dominó na saúde do município e atingiu também o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). Isso porque as macas das ambulâncias utilizadas no Resgate, ao chegarem nas unidades de saúde, ficam retidas, impossibilitando novos atendimentos. O problema foi confirmado pelo gestor administrativo da Unidade Pré-Hospitalar (UPH) Zona Norte Luís Cláudio Zanzarini. “Quando temos os 22 leitos ocupados e chega uma ambulância acabamos segurando a maca, porque não há onde acomodar o paciente”, relata.
 
Por meio do Serviço de Comunicação (Secom) da Prefeitura de Sorocaba, o Samu informou que “há dias, realmente, existe retenção de macas por não haver vagas suficientes nas unidades de saúde, sejam ligadas à rede municipal ou estadual”. Porém, nem a Secretaria de Saúde de Sorocaba (SES) ou o próprio Samu informaram se será tomada alguma atitude para solucionar o problema. Questionado sobre o tempo médio que a ambulância fica parada nas unidades de saúde aguardando a liberação das macas, o Samu informou que “esse tempo é variável, de acordo com a disponibilidade de leitos nas unidades de referência”.

( até outubro podemos não mais nem ter SOROCABA no mapa, arranquem este prefeito e os vereadores hj de lá..)

ambulância abandona homem no meio da calçada pq não tem atendimento em hospital.

como que não tem atendimento, se todo mundo paga imposto, inclusive este homem ? 

o povo deveria carregá-lo invadir a unidade e mandar atendê-lo , agora a prefeitura em ano eleitoral é claro vai apurar o caso né ?

apocalipse no RJ, saúde está um caos, mas carnaval, olimpiádas ta garantido né ?

Funcionários barram a entrada de pacientes na UPA da Tijuca (Crédito: Frederico Goulart / CBN)

Funcionários barram a entrada de pacientes na UPA da Tijuca
Crédito: Frederico Goulart / CBN
Por Nathalia Toledo

Eles também reaproveitam materiais que deveriam ser descartáveis para conseguir realizar atendimentos na rede pública. Alguns chegam a desembolsar mais de R$ 3 mil. Para especialistas, a crise no setor não é financeira, mas de gestão.

‘Falta tudo. Falta material humano, falta material de alta complexidade e faltam insumos básicos’, relata uma médica.
Como trabalhar num cenário desses? Médicos que enfrentam diariamente a crise financeira que assola a saúde pública do Rio de Janeiro respondem: são profissionais da ciência que se veem obrigados a lançar mão de um lado artístico – a arte do improviso.
‘Acaba que a gente faz uma medicina de guerra, que era antigamente o pessoal se virando. E isso deixa um profissional desgostoso de trabalhar. Você está ali, sabe o que fazer, você sabe como dar um suporte melhor para esse paciente, mas nem sempre você consegue. Na maioria das vezes, você está com a mão amarrada e você tem que optar pelo que o hospital te propõe. A gente tem que tirar do nosso bolso para ajudar’.
 
 
Esse é o relato de um médico que trabalha nas três esferas de governo. Nos hospitais municipais, estaduais ou federais, o sucateamento da saúde pública fluminense gera prejuízos não só para os pacientes.
 
 
 
Hospital Getúlio Vargas funcionando em esquema de emergência apenas para casos gravíssimos (Rafael Moraes / Agência O Globo)
 
 
 
Alguns profissionais chegam a desembolsar R$ 3 mil. É o caso de uma médica residente do Hospital Antônio Pedro, da Universidade Federal Fluminense, na Região Metropolitana. O valor foi usado para comprar um kit básico de instrumentos para realizar operações oftalmológicas. Os do hospital são inutilizáveis. Além desse custo, a médica, que prefere manter o anonimato, conta que sua equipe junta dinheiro regularmente para conseguir medicamentos, material de assepsia, campo cirúrgico e até agulhas – tudo em falta no hospital.
 
 
 
‘Às vezes a gente divide e sai em torno de R$ 60 por pessoa, mas isso dura dependendo da quantidade de cirurgias que a gente faz. Porque quanto mais a gente opera, mais gasta e mais a gente tem que comprar. Recentemente, a gente teve que comprar agulha para fazer uma anestesia ideal em um paciente. E ele nem sabe que a gente compra esse material’, denuncia.
 
 
Mas nem sempre é possível tirar dinheiro do próprio bolso para comprar insumos básicos. Muitas vezes, médicos chegam a reaproveitar materiais que deveriam ser descartáveis. Um cardiologista da UTI do Hospital Estadual Albert Shweitzer, na Zona Oeste do Rio, relata ainda que, na falta de algum instrumento, médicos improvisam utilizando outro, que teria uma função diferente.
 
 
‘A gente botaria um cateter na artéria radial, por exemplo, mas aí não tem. Então a gente usa o cateter da artéria femoral na femoral. E às vezes também você põe um outro tipo de cateter dentro da artéria. Seria um cateter para colocar na veia e você usa na artéria’.
 
 
O diretor da Associação dos Médicos Residentes do Rio de Janeiro, Eduardo Pimenta, que trabalha no Hospital Universitário da UFRJ, na Zona Norte, fala em revolta diante de tanta limitação. Para ele, com ou sem crise, a saúde nunca é tratada como uma prioridade.
 
 
‘Apesar dessa crise política e social, a gente sabe que não é apenas uma falta de dinheiro propriamente dita. No final, lá no fundo das contas, existe dinheiro, mas ele não está sendo investido na saúde. Se há pagamento de dívidas, se há prioridade para eventos olímpicos, a gente não tem nada contra eventos olímpicos, só que não pode acontecer isso e não ter nenhum incentivo para a saúde’.
 
 
Segundo o professor da Fundação Getúlio Vargas e médico especialista em gestão de saúde Rubens Baptista Júnior, a saúde pública do Rio e de todo o país só tem uma saída, e ela não é financeira.
 
 
 
‘O que nós precisaríamos é uma gestão profissional, colocar profissionais para gerir. Gente que entende de saúde e entende de administração’.
 
 
Na última semana, o Ministério da Saúde autorizou a liberação de R$ 45 milhões para ajudar a conter a crise da Saúde Pública do RJ. O valor, que será disponibilizado em parcela única, deve ser usado para tentar normalizar os atendimentos nos hospitais estaduais e regularizar o pagamento dos funcionários e compras de insumos.
 
( pelo jeito esta coisa toda começará a ser resolvida perto das olimpiádas né , pq afinal o turista pode precisar de atendimento.
 
ou vai ter só pra ele e o carioca pobre que se dane ? mas réveillon teve, museu do amanhã muitos foram lá, e claro o carnaval que deve agitar como sempre a cidade.
bem povo banana é isso.)

faltou ambulância e busão teve de socorrer mulher no terminal STO ANTÔNIO em SOROCABA

Uma mulher teria passado mal dentro do terminal de ônibus Santo Antônio. Sem atendimento adequado do SAMU (Serviço de Atendimento Médico de Emergência) ou de qualquer outro serviço especializado, a mulher teria sido carregada por funcionários do terminal e da Urbes e levada em um ônibus para a UPH (Unidade de Pronto Atendimento) da Zona Norte.

De acordo com informações de quem estava no terminal, o fato ocorreu por volta das 13h30. O Jornal Z Norte flagrou um dos ônibus da STU (Sorocaba Transportes Urbanos) em frente a unidade de saúde. De prefixo 2310, o mesmo estava estacionado no sentido bairro da Avenida Ipanema.

A Secretaria de Saúde de Sorocaba foi procurada para se posicionar sobre a situação, fato que não ocorreu até o fechamento desta edição.

( se o tomorrowland fosse aqui, teria ambulância e médicos no local pra socorrer os nóias sem noção.)

CIRO GOMES, SALVADOR E CUIABÁ, os caos da copa em 3 partes

 

CIRO GOMES HUMILHA MULHER QUE PERGUNTA O PQ DE INVESTIR EM COPA E NÃO EM SAÚDE ?

Obra em Cuiabá na avenida do hotel da delegação da Fifa; trecho não ficará pronto para a Copa

http://www1.folha.uol.com.br/poder/2014/05/1453485-turista-quer-festa-nao-viaduto-diz-secretario-de-mt.shtml 

CUIABÁ não ficará pronta pra copa, secretário diz que turista prefere festa do que obras.

 

prato do governo e do povinho

 

 http://www.folhapolitica.org/2014/05/metro-de-salvador-so-podera-ser-usado.html

população de SALVADOR , só poderá usar o novo metrô da cidade em dias de jogos, somente se tiver ingresso para os jogos.

( TOMA POVINHO VCS GOSTAM NÉ ?)

pronto socorro agóra só atente gente que vier dos postos ou UPHS, os demais podem empacotar em casa ou na rua.

O Pronto-Socorro Municipal (PSM) de Sorocaba, que funciona na Santa Casa, deixará de atender no sistema de portas abertas. De acordo com o secretário de Saúde, Armando Raggio, a mudança está prevista no novo contrato entre a Prefeitura e a instituição, prorrogando por mais um ano o convênio para a manutenção dos serviços do PSM. A intenção do secretário é que até o final deste mês, os atendimentos e internações do pronto-socorro sejam feitos por meio do encaminhamento das Unidades Pré-Hospitalares (UPHs) e Pronto-Atendimentos (PAs).

O contrato assinado em 2011 entre a Prefeitura e Santa Casa, que deve ser prorrogado anualmente, teve o prazo expirado ontem. As tratativas visando a renovação foram iniciadas no final de setembro e só chegaram num acordo final na última sexta-feira. “Foi uma negociação prolongada, mas em tempo e sem descontinuidade ou interrupção das atividades do pronto-socorro.” Raggio afirmou que o contrato já está assinado pelo provedor da Santa Casa, José Antônio Fasiaben, e agora deverá ser complementado com a assinatura do prefeito.

O secretário destacou que a grande mudança no contrato será a adoção de um modelo de pronto-socorro referenciado, onde ao invés de uma pessoa com algum sintoma bater direto na porta da Santa Casa, seja primeiro atendida na UPH ou no PA, garantindo um fluxo mais adequado de atendimento e com redução da pressão de demanda de pacientes no pronto-socorro. Ele informou que a operacionalização do sistema será feita pelo chamado Centro de Atenção Integrada de Saúde, que atuará mais intensamente no início do próximo ano. “A Santa Casa concordou com essa negociação e dependemos apenas de marcarmos uma data para não haver confusão de trânsito.”Outra mudança a ser implementada, citou o secretário, é a chamada contratualização que permitirá aperfeiçoamento do atendimento de alguns serviços que já são oferecidos, com é o caso da pediatria, onde a Prefeitura pretende investir na compra de equipamentos, além da área de ortopedia e oncologia.

Além da mudança na estrutura de atendimento, o novo contrato vai elevar para R$ 1.382.825 o repasse mensal pré-fixado para a Santa Casa. O valor corresponde a um reajuste de 5,85% do atual repasse (R$ 1.306.390), referente à correção anual do IPCA/IBGE. Já o pagamento pós-fixado, que é repassado após o comprovante de prestação de contas de serviço, o valor permanecerá o mesmo do contrato anterior, que é de R$ 505 mil. O secretário afirmou que a partir do ano que vem, com a contratualização dos serviços, esse valor de repasse poderá ser complementado com o rateio por parte do Ministério da Saúde.

Aumento de demanda

A média mensal de atendimento no PSM, segundo a Prefeitura, é de 12 mil pacientes. Em 1999, quanto iniciou o convênio, a unidade foi preparada para receber uma média de 7 mil pacientes por mês, quase metade do fluxo atual. Esse aumento na demanda foi a justificativa dada pelos dirigentes da Santa Casa em resposta às denúncias de más condições de atendimento do Pronto-Socorro Municipal (PSM), investigadas por uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Câmara.

Em seu depoimento na CPI, o provedor José Antônio Fasiaben informou que o contrato em vigor previa atender a população com 27 leitos de pronto-socorro em observação e 48 para internações; no entanto, a demanda atual é, no mínimo, duas vezes esse número. Fasiaben cobrava da Prefeitura a ampliação do número de leitos no PMS para absorver essa demanda. Em relação à essa cobrança por parte da Santa Casa, o secretário disse com a construção do Hospital de Clínicas de Sorocaba haverá maior disponibilidade de leitos, inclusive com terapia intensiva. Raggio disse que Prefeitura também tem trabalhado para trazer para Sorocaba o Projeto SOS Emergência, do Ministério da Saúde, em parceria com o Governo do Estado, para que possam ser investidos recursos para a ampliação de leitos na Santa Casa.

O Cruzeiro do Sul entrou em contato ontem com a Santa Casa, por meio da assessoria de imprensa, para falar sobre a renovação do convênio, mas foi informado que a instituição só iria se pronunciar com a Secretaria da Saúde, em entrevista coletiva programada para esta semana.

 ( então se a pessoa tiver uma convulsão, piripaque e passar mal em frente a STA CASA por ex,não vai ser atendida ?

ah não passou pelo posto ou UPH então fica ai na calçada, mais um duro golpe contra o sorocaban que paga impostos , vc adulto que mora na zona l

oeste deve ir na zona norte pra ser atnedido e agora mais essa, preferivel morrem em casa então, ai virar um fantasma e assombrar o paço e a câmara dos vereadores , pra não ficar uma pessoa trabalhando la dentro, e pode chamar todos os exorcistas da terra que não vai ter jeito.)

homem protesta por saúde de pendurando em outdoor em frente a STA CASA EM SOROCABA

Homem protesta contra a saúde pública – Aldo V. Silva

Mais fotos…

 

O músico Reinaldo Martins do Prado, de 52 anos, permaneceu por duas horas e meia pendurado na estrutura de um outdoor em frente à Santa Casa, na avenida São Paulo, como forma de protesto contra a atual situação da rede pública de atendimento na área de saúde. A manifestação aconteceu na manhã deste sábado e chamou a atenção de quem passava pelo local. Foi necessária a intervenção de oito soldados do Corpo de Bombeiros para retirá-lo do alto da torre. Na parte de baixo, outro manifestante, o comerciante que se identificou como Richard do Alambique, de 33 anos, também ficou pelo mesmo período acorrentado à base da placa de publicidade. 

Segundo Richard, a dupla chegou ao local por volta das 7h e com a ajuda de uma escada, emprestada por um amigo, Reinaldo subiu para colocar em prática o protesto que arquitetavam há pelo menos dois anos. No alto da estrutura do outdoor, ele estendeu uma bandeira do Brasil manchada de tinta vermelha e se pendurou utilizando equipamentos de rapel. Tinha uma atadura amarrada na cabeça e pernas, e ainda os braços “engessados”. “Estamos manifestando contra o descaso do Sistema Único de Saúde (SUS) em Sorocaba e no Brasil. Todos os dias ficamos sem médicos, sem pediatras. Nós, cidadãos, pagamos impostos e tratam o ser humano como lixo”, falou Richard, que também estava com o braço enfaixado.

O Corpo de Bombeiros demorou cerca de 30 minutos para retirar Reinaldo do alto da torre, também utilizando cordas e equipamentos de rapel. O manifestante não resistiu à saída, pois, segundo ele, o objetivo principal era esperar a chegada da imprensa para registrar seu protesto. Durante a operação, centenas de curiosos pararam pela avenida e saíram de dentro do hospital para ver de perto a ação.

Assim que chegou ao chão, Reinaldo foi amparado pelos Bombeiros, porém não precisou de atendimento médico. “Existe dinheiro para construir shoppings, para construir prédios de “cristal”, mas não tem dinheiro para fazer um prédio novo para a Santa Casa, por exemplo. A gente só precisa de saúde, a gente não precisa de shoppings centers. Tendo saúde a gente tem tudo”, desabafou, emocionado. O 2 de novembro, Dia de Finados, não foi coincidência. “O dia dos mortos é o dia da saúde desse País. Quantas pessoas estão morrendo? Doutores existem muitos. Mas não precisamos de doutores, precisamos é de médicos.”

Essa não foi a primeira vez que Reinaldo realiza protestos na cidade. Em dezembro de 2010 ele ficou conhecido como o “homem-cueca” ao participar, vestindo apenas roupas íntimas, de uma sessão extraordinária da Câmara Municipal para se manifestar contra o aumento dos salários dos vereadores. Em janeiro de 2012, protestou contra o corte de árvores do então Centro de Educação Infantil (CEI -1), na Vila Hortência, subindo em uma delas. Já em março do mesmo ano Reinaldo se acorrentou aos trilhos do trem, num trecho da linha férrea na Árvore Grande, contra a criação do Museu do Automóvel no antigo galpão de uma distribuidora de laranjas. Pelo protesto de ontem, Reinaldo pode ser processado por perturbação da ordem pública. 

( que perturbação da ordem pública ? , o homem não atrapalhou o trânsito, parou pra ver quem quis , ah já sei, perturbou os bombeiros é isso ? ,

já não se pode mais fazer protestos tudo é motivo pra perturbação da ordem, os poderosos mandam a policia baixar o porrete, tá difícil, e falando em shoppings o da zona norte ta infestado de bandidos, tão fazendo o que querem por lá, pq não dão uma olhada nisso ?)