tarados di menor de SOROCABA, impunidade geral

 


A Delegacia da Infância e Juventude (Diju) identificou e ouviu esta semana sete adolescentes acusados de estuprar uma outra adolescente, de 13 anos, em bairro da zona oeste de Sorocaba. Os sete são estudantes e têm idade entre 12 e 14 anos. A adolescente teria sido estuprada duas vezes, na segunda e quarta-feira da semana passada.

O delegado José Augusto de Barros Pupin coordena duas investigações de estupro de vulnerável em Sorocaba praticados por grupos de adolescentes. Além do ocorrido na zona oeste há outro, na zona norte, em que uma garota de 12 teria sido estuprada por cinco rapazes em dezembro. Eles teriam gravado imagens da violência sexual e ameaçado divulgar para a família da vítima não denunciar o caso à polícia. A investigação dos estupros contra a mesma vítima no bairro da zona oeste encontrou contradições nos depoimentos, segundo o delegado. De acordo com ele, a versão da vítima diverge da dos acusados. Por isso, ela deverá ser ouvida novamente. Pupin preferiu não mencionar quais são as contradições a fim de não prejudicar o andamento do inquérito.

A garota teria sido obrigada a fazer sexo oral com três dos adolescentes, no dia 5. Com um deles mantinha contato maior, conversando pela internet. Dois dias depois teria sido violentada por seis. Dois acusados do primeiro estupro são apontados como participantes do segundo, por isso o total de sete. Dessa maneira, um deles só teria participado do primeiro estupro. Os acusados são estudantes, mas não da mesma escola. O delegado explica que ainda não é possível definir a participação de cada um nos dois atos infracionais de estupro. Conforme for o resultado do inquérito, a Justiça poderá decidir pela internação na Fundação Casa ou outro tipo de medida socioeducativa.

O outro caso de estupro de vulnerável, que teria ocorrido em dezembro na zona norte, chegou hoje à Diju para investigação. A mãe da vítima procurou a polícia na semana passada. Os cinco adolescentes também são estudantes e da mesma escola que a garota. Segundo Pupin, a vítima e a mãe devem ser ouvidas na Diju semana que vem. A partir daí, o próximo passo será identificar e também ouvir os acusados. Estupros grupais entre adolescentes não são comuns em Sorocaba e ao serem noticiados na semana passada causaram espanto. A polícia toma cuidado em não divulgar nomes ou informações que possam identificar vítimas e acusados. 

( duas vezes ? ai dirão, ah ela tava gostando, é que fizeram tudo na segunda vez , ela não curtiu muito ai, vem com frescura de denunciar , seria isso machões ? 

e como sempre vem o chamado ato infracional de estupro, que por serem menores não dará em nada, resta a vitima até mudar de bairro ou quem sabe até de cidade, como no outro caso em que um pai foi ameaçado e teve de mudar de bairro.)