RIO GRANDE DO NORTE vive o caos,como em SP 2006, pais de bananas da nisso

Cidades do Rio Grande do Norte registraram na madrugada desta segunda-feira (1º) a terceira noite seguida de ataques criminosos em Natal e no interior do Estado. Além dos novos atentados registrado pela polícia, 14 presos fugiram do Centro de Detenção Provisória (CDP) da Ribeira, na Zona Leste da capital.

De acordo com o G1, a instalação de bloqueadores de sinal de telefonia móvel na Penitenciária de Parnamirim, na Grande Natal, seria um dos motivos do terror promovido pelos bandidos.

Sobre a fuga, os presidiários escaparam por um buraco dentro do banheiro da cela 1. A polícia só conseguiu capturar um dos bandidos que escaparam até o momento. O número de presos que fugiram no RN em 2016 subiu para 288 após essa fuga.

Na terceira noite de ataque os bandidos incendiaram três motos e dois carros no anexo da Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana (STTU), além de tentarem atear fogo no Grupamento de Busca e Salvamento do Corpo dos Bombeiros do bairro de Lagoa Seca.

Os criminosos também fuzilaram uma agência do Banco do Brasil. Além disso, a vegetação do Morro do Careca, na praia de Ponta Negra, foi incendiada. E os ataques não pararam por aí. O posto policial de Jardim Petrópolis, em São Gonçalo do Amarante, também foi alvo de incêndio. Já em Currais Novos, quatro veículos da Secretaria de Saúde foram incendiados. Em Canguaretama quatro sucatas foram incendiadas.

Os ataques começaram na sexta-feira (29). O poder público contabiliza 65 ataques ou atentados. As escolas públicas e particulares suspenderam as aulas nesta segunda-feira.

Para tentar conter a violência generalizada no Rio Grande do Norte, o governo federal vai enviar ao estado mil homens do Exército e 200 fuzileiros navais para reforça a segurança.

( a foto ai acima estava menor, ampliei, esta é a importância que estão dando pr esta acontecendo no RN , por ser nordeste e bem longe das olimpíadas que se dane né ? imagine por ex se fosse SP igual em 2006 lembram ?

sexta feira tem olimpíadas ai nçao se fala mais nada mesmo, já não estão falando,mesmo , até aqui na net, deve ser difícil vc achar noticias a respeito do caos no RIO GRANDE DO NORTE.

lamentável, de minha parte não tem jogos aqui em casa.)

FABÍOLA GADELHA X seguranças truculentos de hospital

A jornalista Fabíola Gadelha brigou com seguranças de um Hospital Municipal de Campo Limpo, bairro carente localizado na zona sul de São Paulo. A confusão foi exibida na íntegra pelo “Cidade Alerta”, nesta quarta-feira (17)

A equipe da TV Record foi até o local para conversar com a direção do hospital sobre o atendimento a um recém-nascido, com problemas no coração. A família aguarda a transferência da criança, que precisa realizar uma cirurgia e corre risco de morte. Ao entrar no hospital, a jornalista e o cinegrafista foram impedidos pelos seguranças.

“Você não vai  me retirar daqui”, gritou a jornalista para o segurança, que, curiosamente, estava com a corda de um crachá com os símbolos da TV Bandeirantes e do canal Bandsports. “Tira a mão de mim”, prosseguiu. “Não empurre o meu cinegrafista. Vocês não vão nos barrar, não vão nos calar”, insistiu.

Houve muito bate-boca e troca de acusações sobre uma suposta agressão. Com o tumulto, sete seguranças foram chamados para fazer um paredão e expulsar o cinegrafista do local.

Irritado, Marcelo Rezende, do estúdio, não se controlou e soltou palavrão ao vivo. “Me dê a cara desse merd* aí”, disparou o apresentador, ao se referir ao homem que tentava impedir a equipe de fazer a reportagem.

A confusão só foi controlada minutos depois, quando a equipe da emissora foi atendida pela direção do hospital. A entidade prometeu dar a assistência necessária à criança.

( o hospital é público , afinal nós sustentamos isso tudo , inclusive o salário deste corno ai chamado segurança, gozado, falta médico sobra segurança, simplesmente sete ?

ai vão dizer ah é sensacionalismo, afinal quem vcs querem que vá lá tentar resolver ? a GLOBO que só vai filmar a frente e mandar uma nota na qual o hospital nunca responderá ?)

copa 2014, vão torrar milhões em segurança, la vai nossa encher bolso de aproveitadores

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    Governo previa gastar R$ 49,5 mi com equipamentos e pessoal de segurança. Agora, fala em R$ 230 miGoverno previa gastar R$ 49,5 mi com equipamentos e pessoal de segurança. Agora, fala em R$ 230 mi

O custo previsto no plano do governo federal de segurança para os eventos da Copa do Mundo de 2014 com equipamentos e treinamento de pessoal será de R$ 230 milhões, de acordo com informações divulgadas na última segunda-feira pelo Ministério da Justiça. A quantia é 400% superior à anunciada pelas autoridades federais há 50 dias, no dia 1º de outubro.

AS PREVISÕES DA UNIÃO DE GASTOS COM SEGURANÇA PARA A COPA

Áreas Em 1/10/2012 Em 19/11/2012
Equipamentos e sistemas para a segurança do evento (Copa)* R$ 45,9 milhões R$ 164,5 milhões
Capacitação, campanhas, treinamentos, simulações e fiscalização do efetivo das instituições de segurança* Não previsto R$ 65,5 milhões
Fortalecimento da infraestrutura dos pontos de entrada no país** R$ 79,7 milhões R$ 122,9 milhões
Contratação de sistema e equipamentos para aprimorar a segurança nas estradas brasileiras na Copa** Não previsto R$ 35,3 milhões
Construção de prédios e centralização e integração de instituições e sistemas de segurança Não previsto R$ 782 milhões
Verba para o Exército (Segurança e defesa cibernética, defesa química, biológica, radiológica e nuclear, além de ações contra terrorismo, helicópteros e fiscalização de explosivos) Não previsto R$ 247,4 milhões
Verba para a Marinha (defesa de estruturas estratégicas, ações contra terrorismo, fiscalização e vigilância de áreas marítimas e fluviais) Não previsto R$ 207,7 milhões
Verba para a Aeronáutica (defesa aeroespacial e o controle do Espaço Aéreo Nacional) Não previsto R$ 252,9 milhões
Ações de comando e controle do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas Não previsto R$ 900 mil
TOTAL R$ 125,6 milhões R$ 1,879 bilhão
  • * Itens da rubrica “Segurança do evento”
  • ** Itens da rubrica “Controle dos pontos de entradas do país”
  • Fonte: Ministério da Justiça

O valor servirá exclusivamente para a aquisição de equipamentos e sistemas de segurança e para a capacitação e fiscalização do efetivo das instituições de segurança que atuarão durante o Mundial de futebol. Esta é apenas uma rubrica do plano de segurança federal para a Copa, atualmente orçado em R$ 1,879 bilhão, e que também inclui investimentos nas Forças Armadas e no controle dos pontos de entrada no país (veja tabela abaixo).

Os dados constam na revisão da Matriz de Responsabilidades da Copa publicada no Diário Oficial da União na última segunda-feira. A Matriz é um documento assinado pelas autoridades públicas brasileiras em janeiro de 2010 que contém a previsão de custos e prazos das obras planejadas pelo país para receber a Copa.

Os gastos com segurança para a Copa a cargo do governo federal só haviam sido incluídos na Matriz no último dia 1º de outubro, por meio da Resolução Nº 17 da Gecopa (Grupo Executivo da Copa). O documento trazia a previsão governamental para a rubrica “Ações de Segurança Pública: Segurança do Evento” como sendo de R$ 45,9 milhões.

Na última segunda-feira, a Resolução Nº 18 do Gecopa trouxe o novo valor, de R$ 230 milhões. O UOL Esporte enviou ao Ministério da Justiça, responsável pelo plano, as seguintes perguntas:

“- Por que uma resolução de 50 dias atrás previa um valor tão inferior para uma das rubricas do plano de segurança? O que havia de errado com a previsão?

– Quais eram os subitens (custos detalhados) de cada um dos planos, o previsto dentro dos recursos disponibilizados pela resolução 17 e aqueles planejados dentro do orçamento da resolução 18?” 

A assessoria de comunicação da pasta federal não informou quais são as diferenças entre os dois planos, tampouco informou quanto vai custar cada ação planejada ou a compra de equipamentos.  Em resposta à reportagem, a pasta afirmou: 

“A matriz anterior somente previa investimentos nos órgãos federais, e não nos Estados. A matriz atual, que é a completa, contempla investimentos para os Estados. Em resumo, a matriz anterior é parcial. A que foi publicada hoje (19/11) é a completa.”

Tal resposta, porém, gera mais perguntas. Primeiro, é preciso entender por que o aumento na previsão de custos de segurança anunciado na última segunda-feira foi inserido nas mesmas rubricas da Matriz em que estavam previstos os custos (muito inferiores) até então anunciados.

Quer dizer, se a nova resolução de fato trouxesse um complemento ao que já havia sido anunciado, ela seria apresentada como um acréscimo ao planejamento anterior. Não foi, entretanto, o que ocorreu. A Resolução 18 da Gecopa, na realidade,revoga a anterior, ao contrário de todos os acréscimos de planos e ações que foram inseridos na Matriz desde janeiro de 2010, quando foi publicada, até hoje. O texto da Resolução 18 está disponível no site da Imprensa Nacional

A resposta do Ministério da Justiça também gera dúvidas na medida em que afirma que “a matriz anterior somente previa investimentos nos órgãos federais, e não nos Estados. A matriz atual, que é a completa, contempla investimentos para os Estados”. Isso porque a previsão de 1º de outubro era a de gastar R$ 45,9 milhões na aquisição de “equipamentos e sistemas para a segurança do Evento (Copa)”. 

A previsão atual corrige esse valor para R$ 164,5 milhões. Se for correspondente aos fatos a resposta do Ministério da Justiça ao UOL Esporte, os R$ 45,9 milhões previstos na Resolução 17 seriam utilizados exclusivamente na compra de equipamentos e sistemas de segurança que seriam utilizados pela Polícia Federal e Forças Armadas, ou ainda qualquer equipe federal de segurança. 

Assim, caso a resposta do Ministério da Justiça espelhe a realidade, o governo federal irá investir R$ 118,6 milhões (a diferença entre as previsões de outubro e novembro) na compra da equipamentos e sistemas de segurança para os Estados, ou seja, para polícias militares e outras forças estaduais que eventualmente venham a trabalhar na Copa.

Tal cenário é de difícil concepção, uma vez que o sistema de segurança da Copa será totalmente integrado, segundo o próprio Ministério da Justiça, e não parece fazer sentido que haja equipamentos e sistemas de segurança que serão utilizados só pela União e outros que serão utilizados apenas pelos Estados, sendo todos eles pagos integralmente pelo governo federal.

 

CUSTOS GLOBAIS DE SEGURANÇA SOBEM R$ 619 MILHÕES

  • Almeida Rocha/FolhapressO investimento global de segurança do governo federal para a Copa do Mundo publicado no último dia 19 é de R$ 1,789 bilhão, valor R$ 619 milhões mais alto do que o anunciado no início de julho deste ano. LEIA MAIS

Além disso, a Resolução 18 acresce R$ 65,5 milhões para treinamento e fiscalização das equipes de segurança, fazendo crer que tal valor será apenas para treinar e fiscalizar tropas estaduais de segurança, a julgar pelo que informa o Ministério da Justiça.

Também demanda esforço imaginativo conceber uma razão para o governo publicar uma resolução que ele já sabia ser incompleta, apenas para revogar sua validade 50 dias depois.

Por fim, causa espécie o fato de que o governo federal, quando publicou a Resolução 17, não informou à população de que se tratava apenas de investimentos em órgãos federais, e que os investimentos em órgãos estaduais seriam incluídos posteriormente. 

De qualquer forma, quando e se o Ministério da Justiça disponibilizar o detalhamento de cada plano de segurança já traçado, o da Resolução 17, revogada, e o da Resolução 18, que está valendo, será possível esclarecer essas questões. 


Mais aumentos

No plano de segurança da Resolução 17, além dos R$ 45,9 milhões para equipamentos e treinamento, estava previsto o investimento de R$ 79,7 milhões na rubrica “Ações de Segurança Pública: Controle dos Pontos de entrada no País”.

O documento informa que tal valor seria utilizado para o “fortalecimento da infraestrutura dos pontos de entrada no país”. Já a Resolução 18, desta segunda-feira, corrige este valor para R$ 122,9 milhões. Dessa forma, considerando a explicação do Ministério da Justiça enviada aoUOL Esporte, o governo federal irá investir R$ 43,2 milhões (a diferença entre os dois valores previstos) nas infraestruturas dos pontos de entrada no país de propriedade dos governos estaduais. Resta saber quais estruturas são essas.

Além disso, a nova resolução inclui um subitem novo na rubrica “Ações de Segurança Pública: Controle dos Pontos de entrada no País”. Trata-se do subitem SGR-F.02/02, que destina R$ 35,3 milhões para a “Contratação de sistema e equipamentos para aprimorar a segurança nas estradas brasileiras na Copa”. A julgar pelo que informou o Ministério da Justiça ao UOL Esporte, este valor será utilizado unicamente para equipar as estradas estaduais.

Por fim, a Resolução 18 traz ainda investimentos que serão feitos nas três forças armadas do país. Juntos, eles chegam a R$ 708,9 milhões. Como recursos destinados a Exército, Marinha e Aeronáutica podem ser considerados “investimentos nos Estados”, só o Ministério da Justiça pode responder( bandido tb curte futebol meu, basta fazer acordo com eles, e sai muito mais barato, do que gastar toda esta grana em futilidades.

depois da COPA volta tudo no dia a dia de sempre, ou seja vc torcedor levando tiro, sendo assaltado etc.)

moradores do CAMPOLIM não tem mais moral kkkkkkkkkkkkk

 
Notícia publicada na edição de 14/03/2012 do Jornal Cruzeiro do Sul, na página 5 do caderno A – o conteúdo da edição impressa na internet é atualizado diariamente após as 12h.
Por uma decisão da Justiça, nenhuma rua em Sorocaba poderá mais ser fechada por cancelas ou similares como acontece, atualmente, em pelo menos 22 ruas, a maioria delas no Parque Campolim. Desde 1998, moradores de vias sem saída procuraram a Prefeitura pedindo autorização para fechar a rua, impedindo o acesso de pessoas estranhas na via, prática que resultou até na criação de uma Lei Municipal (nº 6.144, de 2 de maio de 2001). Aquelas que foram fechadas terão de ser reabertas.
 
Ontem, o juiz Alexandre Dartanhan de Mello Guerra, da Vara da Fazenda Pública de Sorocaba, determinou a revogação da lei e dos decretos, acatando os argumentos do Ministério Público do Estado, que protocolou uma ação civil pública em 8 de novembro, por considerar a lei inconstitucional. Cabe à Prefeitura recurso no Tribunal de Justiça. De acordo com a Secretaria de Negócios Jurídicos, a Prefeitura de Sorocaba ainda não foi intimada e somente depois de conhecer a sentença e estudar criteriosamente a questão, haverá o posicionamento da administração pública.

“A partir de agora, a lei não poderá mais ser utilizada”, afirma o promotor Jorge Alberto de Oliveira Marum, que propôs a ação civil pública. Segundo ele, isso não quer dizer que a abertura daquelas vias deva acontecer imediatamente. Pela decisão da Justiça, o Poder Público tem o prazo de 60 dias para retirar todos os obstáculos à livre circulação de pessoas e de veículos, sob pena de multa diária de R$ 5 mil até o limite de R$ 1 milhão corrigidos. O promotor destaca que qualquer recurso da Prefeitura não terá efeito suspensivo da decisão, ou seja, mesmo que o governo municipal recorra, a remoção de obstáculos deverá ser executada.
 
Direitos do cidadão

Marum defende que o fechamento das vias fere o direito de ir e vir dos demais cidadãos, uma vez que a lei permite, de certa forma, a privatização do espaço público. “Até se pode privatizar espaços públicos, desde que não seja apenas por interesses particulares, de uma minoria.” Diz que os decretos que autorizam o fechamento das ruas referem-se a vias de bairros de classes média e média-alta, como o Campolim, Jardim Bandeirantes e Vergueiro. “Foi chocante para nós a promulgação dessa lei que acaba por transformar essas vias em feudos particulares de seus moradores, além de contrariar a lei civil, que define via pública como bem de uso comum do povo”, relata Marum. 

Munidos das autorizações, os moradores daquelas vias passaram a instalar guaritas, cancelas e correntes para impedir a circulação de veículos e de pessoas estranhas, além de contratarem serviços de segurança privada. A rua Valdir Gentil, próxima à pista de caminhada do Campolim, por exemplo, tem cancela automática e avisos comunicando o forasteiro sobre a lei municipal. Em uma das placas está escrito: “Acesso limitado ao tráfego local de veículos dos moradores desta rua e de seus visitantes”. Na rua Geraldo Soares Leitão, do outro lado da avenida Antônio Carlos Comitre, há também um aviso: “Acesso restrito com corrente das 19h às 7h.” Coisas desse tipo, conforme explicou o promotor Marum, não podem acontecer em vias públicas. “Sorocaba até tem uma legislação razoável sobre loteamento fechado, mas aí é diferente desse caso.”

Com o fechamento daquelas vias, muitas gente que frequenta a pista de caminhada ou que procura o comércio na avenida Antônio Carlos Comitre é impedida de estacionar os veículos nessas ruas ou até mesmo de passar por elas. Agindo desta forma, segundo o promotor, a Prefeitura deixou de adotar providências para o restabelecimento do uso comum de áreas públicas. E não se sustenta justificativa dela de fechar as ruas em prol do interesse público, quando seria de alguns moradores da vizinhança.
 
Insegurança

Moradores de vias sem saída e que foram fechadas, ouvidos pela reportagem, não concordam com a reabertura ao livre trânsito, mas afirmam que se isso de ocorrer vão cobrar da Prefeitura segurança e melhores condições de moradia. Na rua Edissa Pacheco Carvalho, uma moradora, que não quis se identificar, alegou que o fechamento das ruas serve para controlar o acesso de pessoas suspeitas e que usam algumas praças para consumir drogas e bebidas alcoólicas. Disse também que funcionários de uma agência bancária da região usavam a rua como estacionamento e, mesmo havendo placas de proibido estacionar, paravam os veículos. “Chamei a polícia várias vezes, mas ninguém veio para multar esses motoristas. Chegaram até a parar em frente de casa, mas mesmo assim nenhum policial apareceu. Precisamos de segurança!”, reclama ela, que mora naquela via há seis anos.  (caramba, que adianta vc ser rico e não poder nem mandar na sua rua pra ter segurança, não tem nenhum doutor, a bater carteira a dizer:

em mando aqui e portanto fecharei esta rua, tenho parentes amigos no STF, CONGRESSO, JUDICIÁRIO etc , pois é morador do CAMPOLA não tem mais moral, depois da zona que fizeram  por lá no carnaval.)

procura-se a xerifa da ROCINHA DANÚBIA DE SOUZA RANGEL

Reprodução

Os setores de inteligência das forças policiais do Rio de Janeiro tentam descobrir a partir de denúncias anônimas o esconderijo de Danúbia de Souza Rangel, 27, namorada do ex-chefe do tráfico de drogas na Rocinha, Antônio Bonfim Lopes, o Nem, preso na semana passada. Na manhã desta quinta-feira (17), agentes do Bope (Batalhão de Operações Especiais) checaram uma informação recebida pelo Disque-Denúncia sobre um local na zona norte da cidade, porém nada encontraram.

Segundo a polícia, o comando da operação “Choque de Paz”, que ocupou as favelas da Rocinha, do Vidigal e da Chácara do Céu neste fim de semana, já está investigando outras denúncias sobre possíveis esconderijos da “xerifa da Rocinha”, como ela gostava de ser chamada na comunidade.

O nome de Danúbia consta em uma investigação da Polinter, concluída em 2009, sobre um suposto esquema de lavagem de dinheiro do tráfico. Porém, não há mandado de prisão contra a namorada de Nem.

A “xerifa da Rocinha” era temida na comunidade por conta de seu temperamento explosivo e ciumento. Segundo moradores que conversavam em um restaurante da Via Ápia na tarde desta quarta-feira (16), Danúbia odiava ser chamada de “viúva negra” (em alusão ao fato de que ela já foi namorada de dois traficantes mortos), e teria ordenado há alguns meses o espancamento de uma jovem da favela que supostamente mencionou o apelido.

A polícia trabalha com a hipótese de que a namorada de Nem teria mudado o visual a fim de facilitar a fuga da Rocinha. Há informações de que ela estaria com os cabelos pretos e curtos, e não loira como mostram todas as fotos nas quais a xerifa da Rocinha aparece esbanjando joias de ouro e outros artigos de luxo.

Na última quinta-feira (10), quando Nem foi transferido para presídio de Bangu, Danúbia foi vista na porta da Polícia Federal, chorando, ao lado do advogado do traficante.

De acordo com as investigações, Danúbia fugiu com as duas filhas do casal, Beatriz e Yasmin, antes do anúncio da ocupação policial.

Luxo e ostentação

Nem nunca poupou esforços para dar uma vida repleta de luxo e ostentação para a namorada, que já teve relacionamentos com outros dois traficantes mortos, conhecidos como Mandioca (de quem teve um filho) e Marcélio, ambos do Complexo da Maré, na zona norte do Rio. Em seu perfil numa rede social, Danúbia postava inúmeras fotos nas quais aparece com joias de ouro, roupas de marca, bebidas importadas, entre outras.

Além da extravagância da rotina de primeira dama do narcotráfico na Rocinha, a polícia acredita que todos esses gastos serviam para lavar o dinheiro do crime organizado.

Danúbia e Nem moravam em uma luxuosa casa em uma localidade conhecida como Cachopa – é necessário subir uma ladeira bastante íngreme para chegar ao imóvel. Segundo vizinhos, ambos só circulavam pela favela pilotando motos de última geração.

A residência possui deque com piscina, churrasqueira de alvenaria, banheira de hidromassagem, cômodos amplos, um terraço com vista panorâmica da favela (incluindo a Pedra da Gávea), entre outras características que destoam da realidade socioeconômica dos barracos no entorno. Em uma das paredes da casa, havia um banner com fotos sensuais da ex-primeira dama do narcotráfico da Rocinha.

Não foram poucas as transformações estéticas de Danúbia. Com o dinheiro do tráfico, ela fez pelo menos três cirurgias plásticas, sendo uma aplicação de silicone nos seios, além de visitas semanais a salões de beleza na Barra da Tijuca, bairro nobre da zona oeste do Rio. Segundo moradores, ela se exercitava regularmente em uma grande academia situada na próxima comunidade.

O corpo atlético sempre atraiu olhares velados dos homens da favela, que sabiam que qualquer reação mais instintiva poderia significar uma sentença de morte. Das várias histórias comentadas por moradores –que aos poucos se acostumam com o fim da lei do silêncio que era imposta pelo narcotráfico–, há informações sobre um homem que teria sido espancado a mando de Nem porque foi visto em uma pizzaria na companhia de Danúbia.

Em uma das fotos postadas na rede social da “xerifa da Rocinha”, ela aparece em um bar situado no segundo andar do casarão do casal, cercada por várias garrafas de uísque, vodka e outras bebidas alcoólicas.

Danúbia, que nunca escondeu a obsessão por uísque, dizia para todos que a sua marca favorita é “The Macallan” — apenas uma loja do Rio de Janeiro comercializa tal bebida, que custa cerca de R$ 900 a garrafa.

Há imagens que mostram a ex-primeira dama do tráfico na Rocinha em passeios de lancha e helicóptero, este último em Natal, no Rio Grande do Norte, feito na companhia do namorado. Outras fotos mostram Danúbia na companhia de celebridades, tais como a cantora Cláudia Leitte e a atriz Juliana Paes.

Lavagem de dinheiro

Em abril desse ano, agentes da Polinter em parceria com o Núcleo de Lavagem de Dinheiro da Polícia Civil desencadearam uma megaoperação para reprimir atividades ilícitas na favela, porém não conseguiram cumprir os mandados de prisão expedidos contra supostos laranjas de Nem. A namorada do ex-chefe do tráfico na Rocinha era uma das pessoas investigadas.

Além dela, foram citados no inquérito o líder comunitário Vanderlan Barros, conhecido como Feijão, o irmão dele, Telmo Oliveira Barros. Na época, os policiais chegaram a apreender um caminhão de gelo da empresa administrada por Feijão dentro de um estacionamento na estrada da Gávea.

Nesta quarta-feira (16), Vanderlan Barros foi detido por policiais militares durante patrulhamento na Rocinha. No entanto, após ser levado para a 15ª Delegacia de Polícia (Gávea), os policiais foram informados de que o mandado de prisão contra ele tinha sido revogado pela Justiça.

A modelo Luana Rodrigues de Sousa, 20 anos, que está desaparecida desde o dia 9 de maio 

A modelo Luana Rodrigues de Sousa, 20 anos, que está desaparecida desde o dia 9 de maio

Após se entregar à polícia, Ronaldo Patrício da Silva, suspeito pela morte da modelo Luana Rodrigues de Sousa –desaparecida no dia 9 de maio, na favela da Rocinha, zona sul do Rio de Janeiro–, afirmou ser inocente. Ronaldo acrescentou que estava sendo pressionado pelo traficante Antonio Francisco Bonfim Lopes, o Nem, líder da favela preso na semana passada, a assumir a autoria do crime.

O acusado, que não possui antecedentes criminais e alegou ser mototaxista, confirmou que conhecia Luana, mas afirmou que não foi responsável pelo seu desaparecimento e morte. Segundo seu relato, o autor do crime seria outro Ronaldo: um homem conhecido como “Ronaldinho”, que seria namorado da vítima. Este homem também estaria ligado ao tráfico de drogas, razão pela qual Ronaldo Patrício afirma ter sofrido pressão dos traficantes da favela.  

O suspeito disse ainda possuir provas de que Luana estava relacionada com “Ronaldinho” e alegou que a família da modelo sustentaria sua versão.

http://noticias.uol.com.br/cotidiano/2011/11/17/xerifa-da-rocinha-e-procurada-pela-policia-do-rio-namorada-de-nem-esbanjava-joias-em-rede-social.jhtm ( se ela ainda estiver no RJ, da pra revirar tudo e achá-la, se ela ja se enrocou com algum lider de milícia ,ai demora mais, pois as areas dominadas por elas ainda não reçebem visitas da policia e exército .)

CHS DE SOROCABA, funcionários farão a segurança.

Funcionários do Conjunto Hospitalar de Sorocaba (CHS) serão deslocados para zelar pela estrutura física do prédio, controlar a entrada e saída de pessoas e manter a integridade física dos médicos, enfermeiros e pacientes. A decisão foi tomada pela direção da instituição de saúde devido à saída da empresa responsável pela vigilância. O trabalho dos profissionais de segurança terminou ontem, às 23h, e o Governo do Estado já tem providenciado um contrato emergencial com outra prestadora de serviço.

A secretaria estadual de Saúde não informou quais e quantos funcionários serão designados para o trabalho de vigilância nas áreas interna e externa do CHS. Segundo a assessoria de imprensa do governo, a empresa Albatroz Segurança desistiu de prestar os serviços. O motivo não foi informado. A Albatroz, sediada em São Paulo, foi procurada pela reportagem do jornal Cruzeiro do Sul para comentar o término dos trabalhos no CHS. Apenas um funcionário estava autorizado a falar, mas ele não foi encontrado para esclarecer a situação.

A direção do CHS também não informou quantos vigilantes trabalhavam nas dependências da instituição de saúde. Durante o dia de ontem, os profissionais de segurança foram encontrados na entrada de veículos do Hospital Regional e na portaria do prédio. Nenhum deles quis comentar o assunto, mas todos confirmaram o encerramento das atividades na noite de ontem. A saída dos vigilantes também foi endossada pelo delegado de base do Sindicato da Saúde de Sorocaba, José Sanches. Segundo ele, o clima entre os funcionários do CHS é de preocupação. “Já temos muitos problemas e agora existe esse agravante da falta de segurança”, comenta.

Sanches denuncia que os vigilantes também eram obrigados a acumular o serviço de porteiro nos prédios do CHS. “Esse trabalho não era deles, mas como não havia quem fizesse, eles “quebravam esse galho” para tentar manter a ordem no local”, comenta. A secretaria estadual da Saúde também não comentou o assunto. O CHS conta com aproximadamente 1.800 funcionários e somente o ambulatório realiza mais de 2 mil atendimentos diários em diversas especialidades médicas. O local é uma das principais referências do Estado e recebe pacientes provenientes dos 47 municípios da área de abrangência da regional da saúde.
 
Alvo de denúncias
 

O CHS tem sido alvo de uma intervenção do Estado. A medida foi tomada após ser deflagrada a Operação Hipócrates, pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), em junho deste ano. No CHS foram apontadas fraudes no pagamento de plantões a médicos que não compareciam para trabalhar. A denúncia culminou no afastamento do então diretor-geral do CHS, Heitor Fernando Xediek Consani, assinada pelo secretário estadual da Saúde, Giovanni Guido Cerri. Em seu lugar foi nomeado Luís Cláudio de Azevedo Silva.

No dia 5 deste mês, o médico neurocirurgião e ex-secretário estadual de Esportes, Jorge Roberto Pagura, e o ex-diretor do CHS, Sidnei Abdalla, foram formalmente indiciados no inquérito que apura fraudes em plantões e licitações do CHS com envolvimento de médicos, dentistas e enfermeiros. Pagura foi indiciado pelos crimes de formação de quadrilha e falsificação de documentos. Já Abdalla por favorecimento e direcionamento de licitações, prorrogações ilegais de contratos e formação de quadrilha.( será que o estado será rápido nisso ? ou vai esperar aconteçer algo ? as cãmeras que vigiariam os médicos pra que eles não dessem cano no serviço já foram instaladas ?

a bagunça vai começar de novo, ou ja ta rolando ?)