caos na saúde em SOROCABA, falta leito, falta tudo

A falta de leitos na Santa Casa Sorocaba tem causado efeito dominó na saúde do município e atingiu também o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). Isso porque as macas das ambulâncias utilizadas no Resgate, ao chegarem nas unidades de saúde, ficam retidas, impossibilitando novos atendimentos. O problema foi confirmado pelo gestor administrativo da Unidade Pré-Hospitalar (UPH) Zona Norte Luís Cláudio Zanzarini. “Quando temos os 22 leitos ocupados e chega uma ambulância acabamos segurando a maca, porque não há onde acomodar o paciente”, relata.
 
Por meio do Serviço de Comunicação (Secom) da Prefeitura de Sorocaba, o Samu informou que “há dias, realmente, existe retenção de macas por não haver vagas suficientes nas unidades de saúde, sejam ligadas à rede municipal ou estadual”. Porém, nem a Secretaria de Saúde de Sorocaba (SES) ou o próprio Samu informaram se será tomada alguma atitude para solucionar o problema. Questionado sobre o tempo médio que a ambulância fica parada nas unidades de saúde aguardando a liberação das macas, o Samu informou que “esse tempo é variável, de acordo com a disponibilidade de leitos nas unidades de referência”.

( até outubro podemos não mais nem ter SOROCABA no mapa, arranquem este prefeito e os vereadores hj de lá..)

moradores enfrentam PM pra socorrer feridos em SP

Edu Silva/Futura Press/

A recusa de policiais militares em permitir o socorro a jovens baleados na Brasilândia, na zona norte da capital paulista, na noite da última quarta resultou em confronto com moradores e pode levar à abertura de uma investigação contra a PM.

Respeito à norma impede liberar o socorro a vítima

Grupo incendeia ônibus na zona norte de São Paulo

Foi o maior incidente envolvendo a corporação desde janeiro deste ano, quando entrou em vigor uma resolução da Secretaria da Segurança Pública proibindo a PM de transportar feridos.

Pela resolução, os policiais devem preservar o local e acionar o Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência).

A ocorrência começou por volta das 22h, quando um grupo de oito jovens, com idades entre 14 e 20 anos, foi baleado por homens em uma moto.

Dois deles, de 14 e de 20 anos, morreram no hospital. Os moradores ficaram revoltados porque, segundo eles, os policiais não prestaram socorro e impediam que outras pessoas o fizessem.

“Fui paciente, esperei uns 15, 20 minutos. Mas aí meu filho começou a gritar por mim. ‘Mãe, me socorre, me socorre'”, disse V., 41, mãe de um dos adolescentes feridos.

Moradores relatam que, em resposta à chuva de pedras, os PMs fizeram disparos para cima. Não há registro de feridos. “Foi aí que deixaram moradores socorrerem. Disseram que era por nossa conta e risco”, diz V.

Os policiais foram acionados, segundo a PM, às 21h56 por morador que denunciou a sequência de disparos.

A Secretaria Municipal da Saúde informou que equipes do Samu foram acionadas pela PM às 22h06. Mas, que às 22h17, quando elas chegaram ao local, a polícia ligou para dispensar a presença das ambulâncias dizendo se tratar de “área de conflito” –um ônibus queimado no bairro após a ação da PM pode ter relação com o caso.

Uma enfermeira do hospital estadual de Vila Nova Cachoeirinha, também na zona norte, disse à Folha que o menino de 14 anos poderia ter sobrevivido se o atendimento fosse mais rápido.

“Ele tomou um tiro na perna e perdeu muito sangue. Ele pedia para não deixá-lo morrer”, disse a enfermeira.
Recomendação

No mês passado, o Ministério Público Estadual enviou recomendação ao secretário da Segurança Pública, Fernando Grella, para que alterasse a resolução.

A Promotoria quer que os PMs sejam orientados sobre a obrigação em prestar os primeiros socorros, independentemente da proibição em transportar o ferido. ( 22 horas , ta fazendo o que na rua, se o lugar é violento, quebrada, pq não se tranca em casa, já que não sabe votar e gritar por um futuro melhor ?

o PM faz o que ? desafia a regra ou socorre ? e se fossem pessoas das áreas nobres, tb não pode socorrer, ou a resolução é só pra pobre ? )