tocha passa correndo pelo morro do chapadão no RJ,medo né ?

isso a mídia não mostra né ? ainda bem que tem a net pra espalhar, que o mundo todo veja isso

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dona do magazine LUÍZA, paga mico ao carregar a tocha

BRASIL quando vc pensa que não falta nada pra surpreender vem essa, ta na cara que a mulher não tinha a menor condição, ou iriua correr só alguns metros ?

quem teve a ideia ? ela mesma ? ou por ser amiga da DILMA,a ex presidanta teve poder ainda pra colocá-la a pagar este mico ? 

e se da um piripaque na mulher 

cuiabano tenta apagar a tocha, não deve ter conseguido, que pena, vamos lá BRASIL.

Cuiabano tenta apagar tocha olímpica com balde d’água durante revezamento; vídeo
Um cuiabano tentou apagar a tocha olímpica durante o revezamento que aconteceu na última quinta-feira (24), pelas ruas de Cuiabá e Várzea Grande. Um vídeo mostra o momento em que a pessoa – não identificada – tentou jogar um balde d’água no símbolo olímpico. As imagens não mostram se, de fato, ele teve sucesso.
As imagens mostram o comboio da tocha olímpica passando por uma das vias de Cuiabá, quando de repente um jato d’água cai pelo local em que o objeto estava passando. A água teria sido jogada de um balde, de cima de um prédio. A pessoa responsável pelo ato não foi identificada.

onça é assassinada por causa da tocha olímpica em MANAUS

 

Onça mascote do Exército foi morta com um tiro de pistola após avançar sobre soldado; ela havia sido acorrentada e apresentada ao público durante cerimônia

A morte de Juma, a onça que participou de uma cerimônia com a tocha olímpica em Manaus, revela o drama de uma espécie ameaçada de extinção e gera questionamentos sobre a manutenção de animais selvagens em centros do Exército na Amazônia.

Juma foi abatida com um tiro de pistola no Centro de Instrução de Guerra na Selva (Cigs) logo após ser exibida no evento olímpico. Como outra onça, apelidada de Simba, ela havia sido acorrentada e apresentada ao público durante a cerimônia.

O Exército mantém várias onças em cativeiro na Amazônia. Os felinos – bem como animais de outras espécies – costumam ser adotados pelo órgão ao serem encontrados em cativeiro ou em poder de caçadores.

Muitas onças, como Juma, se tornam mascotes dos batalhões e passam por sessões de treinamento.

Em Manaus, os felinos são presença frequente em desfiles militares, prática condenada por biólogos e veterinários.

Em 2014, durante gravação de um documentário em Manaus, militares do Cigs mostraram Juma, a mascote do centro, à BBC Brasil. Na época, explicaram que a onça havia sido resgatada com ferimentos após sua mãe ter sido morta. Foi levada para o centro e ali cresceu sob os cuidados de tratadores.

O destino trágico de Juma chama a atenção para a situação cada mais precária da espécie, listada como ameaçada no Brasil pelo Ibama em 2003.

É um animal que exige extensas áreas preservadas para sobreviver, caçando espécies como capivaras e até jacarés. Ela vem sendo ameaçada pelo desmatamento, não apenas na Amazônia como também no Pantanal e no Cerrado, para abrir espaço para a expansão da atividade agropecuária.

Tiro de pistola

Em nota enviada ao site da agência local de notícias Amazônia Real, o Comando Militar da Amazônia (CMA) diz que, após a solenidade olímpica na segunda, Juma escapou dentro do zoológico do centro do Exército. O órgão afirma que um grupo de veterinários e militares tentou recapturá-la com tranquilizantes, mas que, mesmo atingido, o animal avançou sobre um soldado.

“Como procedimento de segurança, visando a proteger a integridade física do militar e da equipe de tratadores, foi realizado um tiro de pistola no animal, que veio a falecer”, diz o órgão.

Segundo o Amazônia Real, dois militares seguravam a corrente presa a Juma durante todo o evento. O site diz que muitas pessoas tiraram fotos com a onça na cerimônia. Ela teria fugido logo após a exibição, quando militares tentavam colocá-la numa caminhonete.

O Exército diz que abriu um processo administrativo para investigar a morte do felino. Segundo o Amazônia Real, o Instituto de Proteção Ambiental do Estado do Amazonas (Ipaam) não havia autorizado a participação de Juma no evento e poderá multar a corporação.

Indomesticável

Para João Paulo Castro, biólogo com mestrado em comportamento animal pela Universidade de Brasília, Juma pode ter fugido após se estressar durante o evento:

Não é saudável nem recomendável submeter um animal a uma situação como essas, com barulho e muitas pessoas em volta. Muitas vezes a onça já vive numa situação precária e estressante no cativeiro, o que é agravado num cenário de agitação

Castro diz que muitos batalhões do Exército na Amazônia mantêm onças em cativeiro. Ele afirma ter visitado um centro que mantinha um felino em Cruzeiro do Sul (AC) em condições “bem toscas”.

Segundo Castro, é um erro tratar onças como animais domesticáveis. Ele afirma que são necessárias várias gerações em cativeiro para que uma espécie se acostume a conviver com humanos.

O biólogo diz que, idealmente, onças apreendidas devem ser devolvidas à natureza ou levadas a refúgios, onde possam ficar soltas em amplos espaços.

Segundo ele, a soltura de felinos é um processo complexo, mas há casos bem sucedidos pelo mundo – como o de tigres devolvidos a florestas na Ásia.

Horas antes da morte de Juma, a BBC Brasil pediu ao Exército detalhes sobre a manutenção de animais selvagens em dependências do órgão na Amazônia. Não houve resposta até a publicação desta reportagem.

Um veterinário de Manaus que já trabalhou com o Exército e pediu para não ser identificado defendeu o órgão das críticas. Segundo ele, ao cuidar de animais resgatados, a corporação assume uma função que deveria ser de outros órgãos públicos.

Ele diz que os militares são muito cuidadosos com os animais e que a burocracia impede que muitos sejam devolvidos à natureza.

O veterinário afirma ainda que grande parte das onças resgatadas chegam ao órgão ainda filhotes e se tornam dependentes dos cuidadores, o que torna difícil sua soltura.

( virou festa do caqui, e ainda tem noia que quer intervenção militar nesta pocilga aqui, a onça escapou como ? não tinha ninguém pra vigiar ? tranquilizante não funcionam direito ?

a ai assassinam o animal, deixasse ela quieta na jaula, por causa desta merda de tocha.)

falso deficiente carrega a tocha e barbie humana tb vai carregar, BRASIL bagunça.

No país da pilantragem e falsidade, até o cadeirante da Tocha Olímpica é falso!

Este cadeirante, apesar de NÃO SER DEFICIENTE FÍSICO, conforme afirma o site abaixo, integra o time paraolímpico brasileiro devido à sua dificuldade de locomoção por ser portador de Geno Valgo, um desalinhamento nos membros inferiores em que os joelhos são forçados “para dentro”, tal como as pernas do Kiko do seriado Chaves.

Segundo o site, de acordo com as regras paralímpicas, devido à sua limitação física, João Paulo Nascimento pode integrar o time paralímpico de basquetebol mesmo não sendo considerado um deficiente físico.

Enfim, apesar do atleta paralímpico jogar basquete com cadeira de rodas, ele não é cadeirante. Não estamos fazendo crítica ao atleta. Mas apenas fazendo uma crítica ao governo brasileiro que, querendo passar ao público a imagem de um deficiente físico cadeirante durante o revezamento da Tocha Olímpica, ele colocou na cena um atleta que, apesar de atender aos quesitos para participar dos Jogos Paralímpicos, ele não é considerado deficiente físico; e nem cadeirante.

( bem ai fica a critério de cada um julgar, faltou informar ao público corretamente, se o cara não é deficiente, bastava esclarecer, não passar uma falsa imagem , quem quiser ver o vídeo com narração.

 

© Fornecido por New adVentures, Lda.

Uma jovem de Joinville, no Norte de Santa Catarina, que se veste como a boneca ‘Barbie’, recebeu um convite de um patrocinador das Olimpíadas e vai carregar a tocha olímpica na cidade.

 

Stefane Torassi, de 21 anos, aproveita sua fama como ‘Barbie Humana’ para alegrar pacientes em hospitais infantis e ONG’s. 

Animada com o convite para participar da cerimônia das Olimpíadas, a jovem investe cada vez mais em seu visual ‘princesa’ e além dos trabalhos como Barbie, também é modelo e cantora. 

( só falta, funkeiros, sub celebridades ex bbbs por ex carregarem tb a tocha, em detrimento dos verdadeiros atletas que realmente se esforçam no esporte, BRASIL é bagunça mesmo.)