caso TAYNÁ, policiais são indiciados por tortura .

Justiça transforma em réus policiais denunciados por tortura no caso Tayná

Tayná desapareceu em 25 de junho, após avisar a mãe que estava voltando para casa Tayná desapareceu em 25 de junho, após avisar a mãe que estava voltando para casa 

A Justiça de Colombo (região metropolitana de Curitiba) aceitou denúncia contra 15 das 19 pessoas denunciadas pelo MPE (Ministério Público Estadual) por torturar os suspeitos de estuprar e matar a adolescente Tayná Adriane da Silva, 14, encontrada morta em 28 de junho passado. 


A decisão, que transforma 15 policiais em réus, foi tomada na semana passada, mas só veio a público nesta terça-feira (13). 


São réus por crime de tortura o delegado Silvan Rodnei Pereira, os policiais civis Haggi Micheletti Abdul, Lucas Branquinho Garcia, Ronaldo Foggiatto, Thalles Pedro Kuroski, Luiz Augusto Pereira da Silva, Rudis Elói Pratto, Silas Gilmar Ferreira, Wesley Müller, Luís Felipe Jogaib e José Paulo de Freitas e Silva, além do soldado da PM Juarez da Silva Santos e do PM aposentado Maílton Laureano. 


Os policiais civis Jair Paulino da Silva e Alexsandro Germano são réus por tortura e crime contra a dignidade sexual. 


O agente carcerário Hemderk Adisson Mendes também irá responder à Justiça por lesão corporal grave, e uma escrivã será julgada por falso testemunho. 


De acordo com a denúncia aceita pela Justiça, todos trabalhavam ou participaram de sessões de tortura na delegacia do Alto Maracanã, em Colombo, onde foram presos os quatro suspeitos de matar Tayná. 


Por “questões técnicas”, segundo o MPE, a Justiça recusou denúncia contra outros cinco denunciados porque eles estão fora dos limites de atuação da comarca de Colombo. 


Trata-se de policiais civis e guardas municipais que trabalham em Araucária, também na região metropolitana de Curitiba. ( este é o BRASIL da idade média, ainda tentam resolver casos assim, tortura ameaças, confessa senão vamos por droga na casa da sua família.

lembram do caso bar bodega  por ex ?  http://pt.wikipedia.org/wiki/Caso_Bodega

tentaram resolver esta caso acusando moradores de uma favela pelo crime, se não fosse um promotor desconfiar do caso leiam tudo no link.

e pelo jeito o caso da TAYNÁ ai hum……. ??? 

caso TAYNÁ, suspeitos soltos, policiais na mira da justiça

Tayná Adriane da Silva, 14, encontrada morta em Colombo, na região metropolitana de Curitiba

A Justiça de Colombo (região metropolitana de Curitiba) determinou a soltura dos quatro suspeitos de estuprar e matar Tayná Adriane da Silva, 14, encontrada morta no último dia 28. O promotor de Justiça Paulo Sergio Markowicz de Lima, que atua no caso, foi à Casa de Custódia de Araucária (também na região metropolitana), onde eles estavam presos, para acompanhá-los. “A intenção é colocá-los sob a proteção do Estado”, disse o promotor.

Segundo a OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), “ficou evidenciada a tortura como meio de obtenção das confissões” dos quatro. O inquérito policial entregue ao MPE (Ministério Público Estadual) afirmava que Adriano Batista, 23 anos, Sérgio Amorin da Silva Filho, 22 anos, e Paulo Henrique Camargo Cunha, 25 anos, “mataram Tayná depois de terem mantido relações sexuais à força com ela. Ezequiel Batista, 22 anos, irmão de Adriano, também está preso por ter acompanhado tudo que ocorreu de maneira muito próxima e nada ter feito para evitar”.

O pedido de soltura foi feito pelo MPE no domingo (14). Em nota, a instituição informou que “as provas que existem contra os acusados no inquérito, até o momento, não são suficientes para iniciar o processo criminal”.

“A decisão de requerer a liberdade provisória foi tomada após o último depoimento dos acusados, ocorrido na noite deste sábado, 13 de julho, na Secretaria de Segurança Pública do Paraná, e acompanhado integralmente pelo Ministério Público. Durante o interrogatório, os acusados alegaram inocência e afirmaram que foram torturados [por policiais] para confessar o crime”, prossegue a nota.

Nesta segunda, terminou o prazo para que o MPE denunciasse os quatro suspeitos à Justiça pela morte de Tayná. Não haverá denúncia, porém. Em vez disso, a polícia terá novo prazo de 30 dias para apresentar um novo inquérito.

“Não se descarta a participação dos quatro no crime. Mas os indícios em relação a eles, que somam os relatos, perícia, outras provas testemunhais, se tornaram muito fracos. Não há ligação deles, nos resultados das perícias, com a cena do crime [o local e o corpo da jovem]”, disse Lima, nesta segunda pela manhã.

Ganha corpo, assim, a tese de que há outros envolvidos no crime. “[Os depoimentos dos quatro suspeitos] Trouxeram elementos importantes dentro de uma linha de investigação que já existia e agora tomou corpo, a de haver outras pessoas envolvidas”, informou o promotor.

Se confirmada, a tese “pode até excluir [a participação dos quatro suspeitos no crime]”, segundo Lima. “Os elementos de autoria, em relação a eles, se enfraqueceram sobremaneira desde sexta-feira. Com resultados que recebemos, não se está havendo a ligação deles na cena do crime. Portanto, temos que ver outras linhas de negociação.” Os resultados a que ele se refere são novos testes de DNA solicitados pelo MPE.

Apesar disso, permanece a possibilidade de violência sexual antes do assassinato de Tayná. “O laudo de necropsia traz essa possibilidade. Mas, ao mesmo tempo, a exclui na proporção que eles [os suspeitos] relataram [à polícia, possivelmente sob tortura]”, disse o promotor. “A confissão traz determinados elementos que não conferem com o laudo, notadamente o grau de violência de caráter sexual que eles dizem ter praticado.”

A reportagem apurou que, agora, a investigação policial comandada por novos delegados coloca na lista de suspeitos os proprietários do parque de diversões em que Adriano, Sérgio, Paulo Henrique e Ezequiel trabalham. Oficialmente, porém, nada é divulgado, porque o caso corre sob sigilo judicial.

Em nota, a Polícia Civil confirma apenas que “toda a investigação do caso Tayná está sendo refeita”. O texto diz, ainda, que “conforme for sendo identificado o policial autor de tortura – por reconhecimento e por outros meios de prova – os culpados devem ter representação pela prisão temporária, a ser feita pela autoridade policial responsável pelas apurações”.

No depoimento que prestaram ao MPE e à polícia, no sábado à noite, os quatro suspeitos presos desconstituíram o advogado Roberto Rolim de Moura Júnior, que os defendia desde a semana passada.

O advogado Edward de Carvalho, presidente da Comissão de Prerrogativas da OAB, que acompanhou os depoimentos, disse que Rolim de Moura “agiu contra os interesses” dos suspeitos e, por isso, será investigado por cometer “várias infrações éticas graves”.

“Eles manifestaram vontade de falar [à polícia e ao MP]. Mas [Rolim de Moura] os coagiu, dizendo que eles não falariam, mesmo com eles chorando. Depois, disse aos acusados que omitissem determinados fatos que poderiam, inclusive, comprovar a inocência deles e levar ao verdadeiro culpado”, informou.

“Em minha opinião, ele agiu com nítido conflito de interesses, pois poderia deixar inocentes serem culpados”, falou Carvalho. “Há uma seríssima desconfiança de que ele não se apresentou de forma espontânea [para defender os suspeitos, como afirmou ao UOL na semana passada]. [A possibilidade de estar a serviço de terceiros interessados no caso] será investigada pela polícia.”

O procurador-geral da OAB-PR, Andrey Salmazo Poubel, irá defender os quatro suspeitos no restante do processo.

O caso

Tayná desapareceu na terça-feira (25 de junho) quando voltava para casa. Os quatro suspeitos foram presos por volta das 13h da quinta (27). No dia seguinte, o corpo da jovem foi encontrado submerso num poço na região. Segundo a polícia, os suspeitos confessaram ter estuprado e assassinado a garota. Os quatro trabalham num pequeno parque de diversões instalado na cidade, que foi incendiado e depredado por moradores revoltados com o crime.

Na terça (9), porém, a Secretaria da Segurança Pública admitiu que o sêmen encontrado nas roupas íntimas de Tayná não é de nenhum deles. Na quarta-feira (10), integrantes da Comissão de Direitos Humanos da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) ouviram dos suspeitos que a confissão do estupro e da morte de Tayná ocorreu mediante tortura de policiais em delegacias.

Por conta das denúncias de tortura, a Polícia Civil afastou na quinta (11) que foram afastados temporariamente de suas “funções policiais” os delegados Agenor Salgado Filho e delegado Silvan Rodney Pereira. Salgado era o chefe da corporação na região metropolitana de Curitiba, e Pereira prendeu os suspeitos e afirmou que eles confessaram o crime.

No domingo (14), a polícia comunicou que “está afastando temporariamente todos os policiais da Delegacia do Alto Maracanã, localizada em Colombo, Região Metropolitana de Curitiba.” ( é a gora a coisa virou, já foi pedida a prisão dos policias que teriam torturado os caras pra confessarem o crime.

da pra imaginar quantos \casos assim devem estar acontecendo no pais, e ainda querem a pena de morte ? imagine vc um dia vc saber que o verdadeiro assassino do seu filho por ex, está livre, que mataram a pessoa errada ?)

 

menino de 12 anos é torturado e morto com requintes de crueldade no RJ

Mãe de menino encontrado morto no Alto da Boa Vista diz que filho foi torturado 

POR ALESSANDRO LO-BIANCO MARIA INEZ MAGALHAES 


Rio – A mãe do menino Alan de Souza, de 11 anos, encontrado morto no Alto da Boa Vista, na Zona Sul do Rio, afirmou nesta quarta-feira que o filho foi torturado antes de ser morto. 


Emiliane de Sousa, contou que quando foi reconhecer o corpo no Instituto Médico Legal (IML), percebeu que as duas mãos da criança estavam perfuradas por pregos. 


Havia dois pregos também no crânio e todas as unhas do pé e das mãos foram arrancadas. 


O menino foi enterrado por volta do meio-dia desta quarta no Cemitério São João Batista, em Botafogo, também na Zona Sul do Rio. 


Segundo a mãe de Alan, testemunhas com quem ela conversou afirmam que o menino pode ter sido confundido com uma outra criança, que também mora na Favela da Rocinha, assim como a família da vítima. 


Este menino seria conhecido por praticar furtos na região. 


Ela acredita que os dois poderiam estar juntos. 


O corpo de Alan foi encontrado nesta segunda-feira, jogado em uma ribanceira na Vista Chinesa, ponto turístico do Alto da Boa Vista. 


O menino estava desaparecido desde o último sábado. 


Ele foi morto com diversos tiros, dois deles na cabeça. 


Em depoimento à polícia, uma testemunha contou que o menino desapareceu após homem armado e uma mulher, que seriam seguranças do Jockey Club Brasileiro, no Jardim Botânico, pegarem a criança na calçada do clube. 


“O segurança do Jockey matou meu filho. Confundiram ele com uns garotos que ficam furtando no clube, mas meu filho nunca fez isso”, desabafou ela. 


Um retrato-falado dos dois suspeitos foi feito pela polícia. 


De acordo com a descrição da testemunha, o homem é branco, forte, tem cabelo preto raspado, estatura média e usava calça jeans, blusa rosa e tênis preto. 


A mulher é branca, tinha cabelos loiros com luzes. O caso está na Divisão de Homicídios (DH). 


O menino havia ido no sábado ao Jockey com dois amigos. Lá, eles subiram na árvore do clube. 


Como Alan era muito franzino, não conseguiu fazer o mesmo e ficou na calçada. 


De acordo com a testemunha, nesse momento, o homem e a mulher teriam aparecido. 


Ela contou que pulou para o Jockey e escapou correndo, assim como fez o outro amigo. 


Alan, que estava do lado de fora, teria sido pego. 


Emiliane disse que o filho saiu sábado de manhã para ir à cachoeira com os amigos. 


Estranhando a demora dele em voltar para casa, começou a procurá-lo. 


“Passei o dia atrás dele. Fui até em delegacias. Quando procurei pelos amigos, eles me contaram essa história do Jockey”. 


Polícia faz análise de gravações de câmeras da região 


A Divisão de Homicídios está analisando imagens de câmeras da região. 


A mãe da vítima contou que, após ouvir o relato dos amigos do filho, foi até o clube. 


Lá, ficou sabendo que, sábado à noite, houve furto de um aparelho Nextel na casa de máquinas. 


O caso está no livro de registros do clube e na 15ª DP (Gávea). 


O Jockey só deve se manifestar nesta quarta-feira. 


“Perguntei por que não chamaram a polícia para prender os adolescentes suspeitos e não me explicaram”, contou. 


Cansada de procurar pelo filho, segunda-feira à tarde, ela registrou o desaparecimento dele na 15ª DP, mas ontem o caso seguiria para a DH porque Alan seria encontrado morto. 


“Mesmo que os garotos tivessem feito alguma coisa, teriam que ser presos, até meu filho teria que ser preso e não morto. Ele nunca roubou nada. Era uma criança. Encontraram o corpinho cheio de tiros. Quero justiça”, clamou Emiliane.( já nem se preocupam mais em matar na surdina, tamaha é a sensação de impunidade , agora tem a tal ONG VIVA RIO, que cobra solução para  assassinatos de matadores sem rosto , eLes baterão d e frente com o JOCKEY CLUBE ?

e o conselho tutelar , pastoral do menor, e outros bichos tb farão algo ou ficarão quietos ? e mesmo se o menino for ladrão,ai claro que o direitos dos manos vaio cobrar , e ficamos neste cicli vicioso, um lado mata o outro responde e por ai vai. )

 

tortura em presídio, teria motivado os ataques de SC

Vídeo: tortura é registrada por câmeras de segurança no presídio de Joinville 

Durante operação pente-fino, agentes do Deap disparam tiros com bala de borracha, estouram bombas de efeito moral e lançam gás de pimenta no rosto dos detentos  


As mãos são levadas à cabeça em sinal de submissão. Um por um, homens nus se agacham e formam filas de frente para um paredão. 

Ficam obrigados a manter os olhos baixos e o queixo entre as pernas. Ninguém enxerga o que está atrás. 

 São detentos retirados das celas e levados a um pátio coberto por grades no Presídio Regional de Joinville. 

Do outro lado do paredão há pelo menos dez homens vestidos de preto, em formação tática, equipados com armamentos e capacetes. 

Tratam-se de agentes prisionais enviados de Florianópolis para uma operação pente-fino de surpresa. 

Seria uma ação padrão se os carceireiros do Departamento Estadual de Administração Prisional (Deap) não virassem protagonistas em cenas de tortura e abuso de autoridade. 

 Sem qualquer manifestação de resistência dos detentos, eles estouram bombas de efeito moral e disparam balas de borracha na direção dos presos, alguns tiros à queima-roupa. 

Gás de pimenta é lançado direto nos olhos. 

Também puxam detentos à força pelo pescoço. 

 Tudo isso aconteceu no último dia 18 de janeiro, durante mais de quatro horas, na área onde os presos do pavilhão 4 costumam tomar banho de sol. 

As cenas, registradas por uma câmera do circuito interno de segurança, lembram imagens do filme “Carandiru”. 

Mas, ao contrário do episódio que ganhou as telas do cinema, os presos de Joinville não faziam motim nem rebelião quando se tornaram alvos no último dia 18. 

Nas imagens às quais “A Notícia” teve acesso nesta sexta-feira, não há qualquer presidiário que ofereça reação. 

Um deles chega a ser carregado por agentes prisionais, após ser atingido por um tiro de borracha, porque não tem sequer condições de andar. 

É algemado e levado para um lugar onde não havia câmeras. 

O que os agentes veem e fazem parece ser encarado com naturalidade pelo grupo do Deap. 

Alguns tomam água em garrafinhas enquanto outros cuidam da formação dos presos. 

Não se sabe o que ouviam e falavam porque as câmeras de segurança filmam sem áudio. 

 E o que aconteceu dentro das celas, longe do monitoramento, é uma sequência existente apenas no relato dos presos. 

O testemunho deles, os exames de corpo de delito e as imagens da câmera chegaram às mãos do juiz corregedor do presídio, João Marcos Buch, e serão peças de uma investigação criminal. 

O juiz cobra a identificação dos agentes envolvidos na operação para a apuração dos crimes cometidos e a aplicação das punições na Justiça.

( se  cadeia fosse apenas um lugar, onde o cara trabalha, cala a boca , sem treta, malandragem, cumprindo sua pena, não precisaria acontecer cenas como essa. 

é um ciclo vicioso, um lado bate o outro responde, ai bate de novo e responde de novo, e assim vai uma coisa sem fim. 

quem aplaude isso pense, amanhã pode ser vc, afinal basta se pobre pra vc ir parar num lugar destes.)