outro brazuka deve ser executado nesta terça feira na INDONÉSIA

Arquivo de família: Gularte está no corredor da morte e pode estar entre os prisioneiros a serem executados na Indonésia

A família do paranaense Rodrigo Muxfeldt Gularte, condenado à morte na Indonésia por tráfico de drogas, foi informada oficialmente neste sábado de que ele será executado.

A data das execuções, que são por fuzilamento, não foi anunciada. A lei indonésia prevê que os presos sejam informados com 72 horas de antecedência, o que foi feito neste sábado, disse à BBC Brasil Ricky Gunawan, advogado de Gularte.

Assim, as penas poderão ser cumpridas a partir da tarde de terça-feira (horário local).

Gularte, de 42 anos, foi preso em julho de 2004 após tentar entrar na Indonésia com 6kg de cocaína escondidos em pranchas de surfe. Ele foi condenado à morte em 2005.

A família tentava convencer autoridades a reverter a pena após Gularte ter sido diagnosticado com esquizofrenia.

Uma equipe médica reavaliou o brasileiro na prisão em março à pedido da Procuradoria Geral indonésia, mas o resultado deste laudo não foi divulgado.

Ele poderá ser o segundo brasileiro a ser executado na Indonésia. Em janeiro, o carioca Marco Archer Cardoso Moreira foi fuzilado após ser condenado à morte por tráfico de drogas.

Autoridades não divulgaram quais presos deverão ser executados. Dez condenados estão no corredor da morte, incluindo cidadãos de Austrália, França e Nigéria. Apenas um é indonésio.

Representantes das embaixadas que representam os estrangeiros foram informados das execuções em reunião com autoridades da Procuradoria Geral em Cilacap, a 400 km de Jacarta, neste sábado.

A cidade fica próxima à prisão de Nusakambangan, onde os condenados estão presos e as sentenças deverão ser cumpridas.

Último recurso
Diplomatas brasileiros em Cilacap se encontrariam com Gularte na prisão ainda neste sábado para informá-lo da execução.

O advogado de Gularte disse que entrará com recurso na segunda-feira para tentar reverter a decisão.

“Condenamos fortemente esta decisão. Isto prova que o sistema legal indonésio não protege os direitos humanos. O fato de que um prisioneiro com uma doença mental possa ser executado é mais do que um absurdo”, disse.

Getty: Diversas instâncias da Justiça indonésia rejeitaram recursos de condenados à morte© Copyright British Broadcasting Corporation 2015 Diversas instâncias da Justiça indonésia rejeitaram recursos de condenados à morte

O presidente indonésio, Joko Widodo, que assumiu em 2014, negou clemência a condenados por tráfico, dizendo o país estão em situação de “emergência” devido às drogas. Em janeiro, seis presos foram executados, inclusive Marco Archer Cardoso Moreira.

Brasil e Noruega convocaram seus embaixadores na Indonésia em protesto e, em fevereiro, a presidente Dilma Rousseff recusou temporariamente as credenciais do novo representante indonésio no Brasil em meio ao impasse com Jacarta diante da iminente execução de Gularte.

O encarregado de negócios da Indonésia no Brasil foi convocado pelo Itamaraty na sexta-feira para discutir a questão diante da iminência do fuzilamento do brasileiro.

Austrália e França alertaram que as relações com o país poderiam ser afetadas se seus cidadãos fossem executados. Grupos de direitos humanos também têm pressionado a Indonésia para cancelar a aplicação das penas.

Mais de 130 presos estão no corredor da morte, 57 por tráfico de drogas, segundo a agência Associated Press.

( o jeito seria mandar o cara de volta, se ta louco, esquizofrênico que  seja colocado numa clinica e pronto, já ta preso a 11 anos, pra q gastar grana do contribuinte indonésio ? a pena de morte demora muito.

pena de morte não inibiu o tráfico em BALI, nem diminui, tráfico é trafico, viciado é viciado,a INDONÉSIA é formada por ilhas, então deixa uma vazia e todos os nóias podem se drogar ali, longe da população, o governo fornece a droga, acabando com o traficante.) 

INDONÉSIA prepara execução de brasileiro hj as três da tarde.

  • Policiais armados ficam de guarda neste sábado na balsa que transporta as ambulâncias que serão utilizadas na execução de cinco prisioneiros
  • Policiais armados ficam de guarda neste sábado na balsa que transporta as ambulâncias que serão utilizadas na execução de cinco prisioneiros

As autoridades da Indonésia estão finalizando neste sábado os preparativos para a execução da pena de morte de seis condenados, entre eles o brasileiro Marco Archer Cardoso e outros quatro estrangeiros, apesar dos vários pedidos de clemência.

O procurador-geral, Muhammad Prasetyo, informou que cinco condenados foram transferidos para a penitenciária de Nusakambangan e o sexto à de Boyolali, ambas situadas na ilha Java, onde as sentenças serão executadas à meia-noite no horário local, informou o jornal “Kompas”.

Prasetyo acrescentou que os seis pelotões de fuzilamento estão preparados e que foi oferecido atendimento religioso para cada um dos condenados, segundo suas crenças.

Também disse que foram rejeitados os pedidos de clemência para os seis condenados – Marco Archer, um holandês, dois nigerianos, um vietnamita e um indonésio – todos eles pelo crime de tráfico de drogas.

“Com isso (as execuções), mandamos uma mensagem clara para os membros dos cartéis do narcotráfico. Não há clemência para os traficantes”, declarou o procurador-geral.

Estas serão as primeiras das 20 execuções que as autoridades da Indonésia planejam realizar neste ano depois que, em 2014, não houve nenhuma e apesar dos novos pedidos de clemência de última hora.

A presidente Dilma Rousseff telefonou na sexta-feira para o chefe de Estado indonésio, Joko Widodo, para pedir que a pena de morte não seja aplicada a Marco Archer, que é instrutor de voo livre e foi preso ao tentar entrar no país, em 2004, com 13 quilos de cocaína escondidos nos tubos de uma asa delta.

Widodo, que recentemente insistiu em afirmar que não vai perdoar a pena de morte para os crimes relacionados com o tráfico de drogas, respondeu que “não poderia comutar a sentença”, pois foram cumpridos todos os trâmites legais.

A Anistia Internacional (AI) pediu a interrupção da pena de morte a Widodo, que tomou posse em outubro e foi considerado por muitos ativistas como uma esperança de uma mudança no país.

“O novo governo indonésio jurou o cargo com a promessa de melhorar o respeito pelos direitos humanos, mas levar tais execuções adiante seria um retrocesso. As autoridades deveriam estipular, de maneira imediata, uma moratória no uso da pena de morte, visando sua eventual abolição”, disse o diretor da AI na Ásia, Rupert Abbott.

Além da AI, várias organizações locais de amparo aos viciados em drogas enviaram uma carta ao presidente indonésio solicitando o cancelamento das execuções.

Um dos que assinaram o documento, o fundador da ONG Fortalecimento e Ação pela Justiça, Rudhy Wedhasmara, disse que a solução para o tráfico de drogas não é a pena de morte, cujas vítimas, disse, são pessoas que estão em uma posição frágil e vulnerável, e não os grandes chefões dos cartéis do narcotráfico.

“O estado não deveria tentar aliviar seu fracasso na política de luta contra o tráfico de drogas com a pena de morte”, disse Wedhasmara, segundo o jornal “Kompas”.

( as drogas são problema mundial, não tem religião que por mais rigorosa que seja não escape deste problema, a INDONÉSIA não é exceção , claro que pena d emorte, armas nãs mãos da população que pode ter condiçõe3s de usá-las não impedem as drógas.

mesmo pq só os pobres são executados, os grandes chefes narcotraficantes nunca são alcançados nem pela (justiça ?) , afinal o dinheiro compra tudo .

é fácil executar o tal brasileiro com outros 4 miseráveis, mas vejam se um grande chefão estaria entre os executados ? , milagre ? bem escrevo agora este post , são 11:52  , a execução é as 3 …  ? )

juízes de AM E MS, mandam soltar traficantes baseados em aberrações jurídicas.

Droga foi transportada em caminhão basculante. (Foto: A Gazeta News)

No dia 7 de maio deste ano, Juliano Dias dos Santos, 31 anos, foi preso em flagrante com uma carga de maconha de uma tonelada, que saiu de Coronel Sapucaia, na fronteira de Mato Grosso do Sul com o Paraguai, e iria para São Paulo, mas foi interceptada na MS-156, no trecho entre Amambai e Caarapó. No dia 17 de julho, dois meses depois, a sentença da Justiça sobre o caso deu a liberdade a Juliano, apesar de ter sido condenado por um crime que, na lei brasileira, é considerado hediondo.

Em sua sentença, o juiz Pedro Henrique de Paula, de Amambai, determinou como pena para o traficante dois anos e seis meses de reclusão, que foram substituídos por “duas penas restritivas de direitos”, em forma prestação de serviços à comunidade ou a instituições. A sentença ainda revoga a prisão em flagrante e determina a concessão
imediata de alvará de soltura, o que já ocorreu.

Para colocar em liberdade um homem preso com uma carga tão grande de droga, o juiz declarou inconstitucionais dois artigos das leis que regem a punição para traficantes. Primeiro, ele considerou inconstitucional trecho da lei 8072/90, que define o tráfico como crime hediondo e determina que seu cumprimento deve começar, sempre, em regime fechado. O magistrado cita uma decisão do STF (Supremo Tribunal Federal), em um habeas corpus, para esse entendimento, alegando que a lei impede a individualização da pena.

O juiz também declarou inconstitucional um artigo de outra lei sobre o tráfico de drogas, a 11.343, que impede a adoção de pena restritiva de direitos para casos do tipo. O magistrado aponta, em sua sentença, que o réu tem bons antecedentes, que no processo “poucos elementos se coletaram a respeito de sua conduta social, personalidade e motivos do crime, presumindo-se neutros; e, ainda, que o delito “não produziu maiores consequências”.

Inconformado com a decisão o promotor do caso, Etéocles Brito Mendonça Dias Júnior, propôs recurso de apelação ao Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul.

Na avaliação do promotor, a sentença deve ser reformada integralmente, “pois de acordo os fundamentos recursais, a decretação de inconstitucionalidade do regime inicial fechado e da proibição de substituição de pena privativa de liberdade por restritivas de direito pelo STF, face ao crime de tráfico de drogas, não implica na impossibilidade de afastamento desses benefícios se houver fundamentação idônea com base nas peculiaridades de cada caso concreto”.

Principalmente em razão da grande quantidade de drogas transportada, o promotor defende que o caso é de inegável gravidade concreta. Para ele, o crime cometido exige a imposição do regime inicial fechado, o afastamento da substituição de pena privativa de liberdade por restritiva de direitos, o afastamento da causa de diminuição de pena e o restabelecimento da prisão cautelar.

Como foi – De acordo com os autos, no dia 7 de maio, por volta das 6h30, durante fiscalização realizada pela equipe da Policia Rodoviária Estadual na MS-156, o réu foi flagrado transportando uma tonelada de maconha, distribuída em 1.361 tabletes, em um caminhão basculante. Segundo o processo, ao ser questionado pelos policiais Juliano afirmou que era da cidade de Ituverava (SP) e, dias antes, havia sido contratado por uma terceira pessoa não identificada para que se dirigisse até a cidade de Coronel Sapucaia para realizar o transporte da “mercadoria”.

No dia 7, segundo os autos, ele recebeu a informação de um desconhecido para que se deslocasse até Amambai e pegasse o veículo que estava em um galpão na entrada da cidade e deveria levá-lo até a cidade de Dourados (MS). Conforme a denúncia, o autor disse que tinha plena ciência do transporte da substância ilícita e, até então, havia recebido pelo transporte o valor de R$ 2,5 mil.

A droga estava em um fundo falso no caminhão e tinha, em parte dos tabletes, adesivos com a inscrição Droga Verde/Índio, que, para a polícia, é uma espécie de selo de qualidade usada por cartéis do tráfico.

O Tribunal de Justiça ainda não se manifestou sobre recurso.

O grupo foi preso, em flagrante, em um posto de combustível na Bola do Produtor, zona leste de Manaus.Foto: Divulgação/ PF

Manaus Silvio Andrade Costa, 34, e Rogério Pereira Bezerra, 21, foragidos das justiças do Pará e Maranhão, respectivamente, e Liliane Barros da Costa, 31, que haviam sido presos, junto com Luiz Claudio Maciel da Silva, no último dia 27 de dezembro, após serem flagrados pela Polícia Federal com 110 quilos de cocaína, foram postos em liberdade, quatro e sete dias, após a prisão. A liberdade provisória foi assinada pelo juiz de direito Luis Carlos Valois Coelho, no dia 31 de dezembro. As informações estão disponíveis no site do Tribunal de Justiça do Amazonas (TJ-AM) por meio do processo Nº 0266542-40.2014.8.04.000.

Em seu parecer, o magistrado justifica a decisão, informando que “o auto de prisão em flagrante possui suas falhas, pois não é clara a situação de flagrância dos indiciados, pois somente a posse de entorpecente não é suficiente para se caracterizar a conduta do tráfico, nem há a fundamentação da autoridade policial sobre as circunstancias que a fizeram presumir estar em flagrante o indiciado, norma do Art. 304 § 1º, do Código Penal Brasileiro (CPB)”.

O juiz destaca ainda: “É pública e notória a superlotação das cadeias públicas da capital, o que torna temerária a manutenção de um “vapor”, como são considerados os varejistas de entorpecentes, em celas conjuntamente com presos por delitos mais graves, assim como temerária é a prisão daquele que se vê pela primeira vez envolvido com entorpecentes, como é o caso dos indiciados primários”.

Diante da análise, o magistrado deferiu o pedido de liberdade a Silvio, Rogério e Liliane, justificando que os três são primários e possuem residência em Manaus, mediante pagamento de fiança no valor de R$ 7 mil. A decisão foi contrária ao parecer do Ministério Público do Estado (MPE) que havia solicitado a conversão da prisão em flagrante em preventiva.

Apesar de o magistrado destacar que os suspeitos eram réus primários, Rogério e Silvio já respondem processos nos estados do Pará e Maranhão, segundo informações da Polícia Federal.

No próprio depoimento, Rogério afirmou que estava morando em Manaus há três meses e que era foragido do Pará, onde cumpria pena por roubo e formação de quadrilha.

Já Silvio, de acordo com a PF, já foi condenado por homicídio no Maranhão e estava foragido da justiça, utilizando identidade falsa no Amazonas.

( agora vai um pobre sendo flagrado com 5 gramas de maconha que o que vc pode comprar na HOLANDA que é legalizada, ah meu caro, vc vai em cana, se não tem grana, é cana.

agora isso ai , com certeza ou estão macomunados om o tráfico ou pe medo de mexer com o crime , então manda soltar.)

UPPS cariocas, começam a naufragar, segurança pra inglês ver.

  • Policiamento é reforçado na favela de Manguinhos após o comandante da UPP, Gabriel Toledo, ser baleadoPoliciamento é reforçado na favela de Manguinhos após o comandante da UPP, Gabriel Toledo, ser baleado

O governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral (PMDB), anunciou na madrugada desta sexta-feira (21) que vai solicitar o envio de tropas federais ao Estado após três UPPs (Unidades de Polícia Pacificadora) sofrerem ataques nesta quinta-feira (20).

Cabral se reuniu com o gabinete de crise e ligou para Dilma por volta das 23h da quinta. “Estou indo nesta sexta, às 11h, a Brasília me encontrar com a presidente Dilma Rousseff e os ministros das pastas afins para pedir ajuda”, disse, informou o governo em nota. Também acompanham ele o vice-governador, Luiz Fernando Pezão (PMDB), o secretário de Segurança, José Mariano Beltrame, e representantes das polícias civil e militar. Cabral não adiantou que tropas e para quais comunidades vai solicitar o auxílio.

Beltrame disse que “o nosso plano de resposta é todo o Batalhão de Operações Policiais Especiais, a Coordenadoria de Recursos Especiais, o Choque, os batalhões da área e a Polícia Civil. Estamos todos de prontidão, com folgas diminuídas, ocupando espaços na cidade para evitar que haja qualquer tipo de ameaça ao cidadão carioca. Nós estamos com força total nas ruas do Rio”.

Criminosos atacam três UPPs

Pelo menos três sedes de UPPs (Unidade de Polícia Pacificadora) foram atacadas por criminosos na noite desta quinta-feira, 20, na zona norte do Rio. Uma delas foi incendiada e seu comandante, baleado. Outro PM foi ferido com uma pedrada. Dois suspeitos foram baleados e um deles foi preso.

O tumulto começou na UPP de Manguinhos, por volta das 18h30. Policiais da unidade tinham ido até um prédio abandonado, que havia sido ocupado por invasores, com a intenção de cumprir uma ordem de desocupação. A retirada dos invasores começou pacífica, mas um grupo passou a atacar os policiais com pedradas. Um soldado foi ferido a pedrada e o tumulto aumentou, exigindo a intervenção do Batalhão de Choque.

Traficantes se aproveitaram da confusão e atacaram policiais e a sede da UPP.Houve troca de tiros, durante a qual o capitão Gabriel de Toledo, comandante da UPP, foi baleado na coxa direita. Levado inicialmente ao Hospital Federal de Bonsucesso, na mesma região, ele foi submetido a exames e depois transferido para o Hospital da Polícia Militar, onde seria operado durante a madrugada.

Criminosos também atacaram dois carros da PM e o contêiner onde funcionava a UPP, ateando fogo a eles. O incêndio atingiu a rede elétrica e deixou sem eletricidade parte do conjunto de favelas, composto por 13 comunidades.

Por conta do tumulto e da troca de tiros, a circulação de trens da Supervia no ramal de Saracuruna, que passa perto da comunidade, foi interrompida por volta das 19h30 e regularizada apenas às 22 horas. A avenida Leopoldo Bulhões, principal via das imediações de Manguinhos, também foi interditada.

MAPA DAS UPPS NO RIO: CLIQUE NA IMAGEM PARA VER EM TAMANHO MAIOR

  • Arte/UOL

Outros ataques

Por volta das 20 horas, criminosos atacaram outra UPP, a Camarista-Méier, situada no complexo de favelas de Lins de Vasconcelos e inaugurada em 2 de dezembro de 2013. A unidade foi atingida a tiros por bandidos, mas ninguém foi atingido.

O terceiro ataque foi à UPP do Alemão. Policiais foram surpreendidos por bandidos e houve tiroteio. Dois suspeitos foram baleados. Um deles conseguiu fugir, mas o outro foi preso. Seu nome não havia sido divulgado até a noite.

Um quarto ataque (à UPP Arará e Mandela, vizinha de Manguinhos) também chegou a ser divulgada por moradores através das redes sociais, mas não havia sido oficialmente confirmada.

Em nota, o governo do Estado do Rio afirmou que mantém “o firme compromisso assumido com as populações das comunidades e com a população de todo o Estado do Rio de Janeiro de não sair, em hipótese alguma, desses locais ocupados e manter a política da pacificação”.

Também em comunicado, informou que o governador, Sérgio Cabral, e o secretário de Estado de Segurança Pública, José Mariano Beltrame, se reuniram com o comando da Segurança Pública no Centro Integrado de Comando e Controle para discutir avaliação e providências após os ataques.

Capitão é segundo oficial baleado no mês

Ataques de criminosos a policiais e sedes de UPPs têm se tornado cada vez mais frequentes. Toledo foi o segundo oficial de UPP baleado neste mês. No dia 13, o subcomandante da UPP da Vila Cruzeiro, Leidson Alves, de 27 anos, morreu baleado na testa, no Parque Proletário, na Penha (zona norte). Desde que as UPPs começaram a ser implantadas, em 2008, 11 policiais que atuavam nessas unidades foram mortos. (Com Estadão Conteúdo e Agência Brasil)

( UPP é modelo falido, pois não combate nada, enquanto houver droga circulando, o traficante não desistirá de retomar seu território, e podem matar, prender, pois haverão outros, sem falar nos presos que comandam ainda de dentro da cadeia.
isso ai é demagogia pura, politicagem,fizeram os cariocas engolirem que isso daria certo, mas não dá , o abisMo social que o BRASIL se encontra é mais profundo do que uma UPP possa resolver, olha ai o governador, tendo de pedir ajuda ao governo federal, pode isso ?)

videomonitoramento flagra traficante e mãe consumindo droga perto do filho na zona norte de SOROCABA

A Guarda Civil Municipal (GCM) deteve em flagrante, nesta quinta-feira (21), no Parque Vitória Régia, um homem que traficava no Parque Municipal “Amadeo Franciulli”. O fato ocorreu após o sistema de videomonitoramento captar as imagens de algumas pessoas fumando sob uma árvore, na presença de uma criança aparentando cerca de um ano de idade. A central do sistema fica no Centro de Operações e Inteligência (COI).

O ajudante geral Michel Elias da Silva de Athaíde, de 19 anos, foi detido quando abordou duas das mulheres que formavam o grupo. Com ele, foram encontradas 53 porções de cocaína R$ 570 entre cheque e dinheiro. O rapaz foi encaminhado ao Plantão Policial da Zona Norte, onde foi autuado em flagrante pelo crime de Tráfico de Drogas e encaminhado ao Centro de Detenção Provisória de Sorocaba. O Conselho Tutelar foi chamado para as providências. As imagens foram disponibilizadas ao Conselho.

( olha ai policia, tinha de revistar estes carrinhos de bebês tb, vai saber se não tem droga escondida ali, as vezez nem bebê tem, olho vivo.) 

que bonitinho, 11,12 aninhos e JÁ TRAFICANDO.


Apesar de já ter se tornado constante a apreensão de adolescentes acusados de tráfico de entorpecentes, a detenção de um garoto de 12 anos, que estava em companhia de outro com 11 anos, chamou a atenção dos guardas civis municipais domingo à tarde no Conjunto Habitacional Ana Paula Eleutério (Habiteto), em Sorocaba, durante a Operação Comunidade Segura 3. Os dois foram detidos na avenida Chico Xavier, em frente à pista de skate. 

Com o garoto de 12 anos foram apreendidos R$ 83,00 em dinheiro em diversas notas. Ele confessou que o dinheiro era proveniente da venda de droga e indicou uma moita onde havia 32 porções de maconha e 48 pedras de crack. Apesar da aparência de criança, é considerado adolescente. Conforme a classificação do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), são adolescentes os jovens de 12 a 18 anos. 

O menino de 11 anos não portava droga. O Conselho Tutelar foi acionado e depois da elaboração do ato infracional de tráfico, o adolescente de 12 anos foi entregue aos seus pais, que deverão apresentá-lo à Vara da Infância e Juventude sempre que for convocado. O de 11 também voltou para casa com os pais. ( e vai diminuindo a idade, logo tem 10,9,8,7 isso se já não tem.

e nada é feito, só o pobre que produz isso sem responsabilidade, as camas chacoalham no descontrole de natalidade.)

VILA JOÃO ROMÃO em SOROCABA, perdida com o tráfico


Em pouco mais de uma hora, o BOM DIA testemunhou a venda de centenas de porções de drogas. A situação, que era encontrada na avenida Ulysses Guimarães, Parque das Laranjeiras, zona norte de Sorocaba (e que foi denunciada pelo BOM DIA muitas vezes), subiu o morro e hoje toma conta da Vila João Romão, zona leste. 


Sabendo que a maioria das viaturas que patrulham o bairro possuem homens, os responsáveis pelos pontos de tráfico mudaram o perfil dos vendedores: atualmente as traficantes são mulheres, com menos de 18 anos.“A venda de drogas é realizada dia e noite, principalmente por mulheres, pois os traficantes sabem que nenhum policial homem revista uma garota”, conta um morador, que optou por não se identificar.

Ele explicou que, durante a realização da Operação Comunidade Segura II  – na qual a Guarda Civil Municipal patrulhava as áreas públicas das Vilas Zacarias, Sabiá e João Romão,  em dezembro  –, os criminosos só atuavam na madrugada. Agora, no entanto, eles estão mais ousados e mal respeitam a presença da  polícia no bairro.

O processo/ O BOM DIA esteve no bairro por alguns dias e notou que o local utilizado para o armazenamento dos entorpecentes muda: inicialmente ficava próximo de uma torre de alta tensão; depois passou para alguns pontos da praça do bairro e, agora, fica numa casa invadida, numa viela ou em uma caixa de luz. Mas os entorpecentes nunca ficam num único ponto e, normalmente, são armazenados em até quatro locais distintos.

O principal ponto de venda de drogas está ao lado da praça do bairro, sobretudo  pela facilidade do trânsito de veículos, que não param de chegar.

Os vendedores de entorpecentes fazem fila para atender a clientela: cada um tem a sua vez. Na madrugada, os moradores conseguem ouvir as risadas dos traficantes que repetem sem parar: “É a minha vez, agora!”

Além disso, os usuários se sentam em frente as casas do bairro para consumir maconha e cocaína. Porém, uma testemunha – que também não quis se identificar – revelou que a droga mais vendida no bairro é a cocaína. “O império aqui é construído no ‘pó branco’.”

A maioria dos vendedores de entorpecentes não é da Vila João Romão e só entra lá para “trabalhar”. “Ouvimos dizer que os traficantes vêm do Nova Esperança ou do Habiteto”, conta um outro morador.

Pedido de ajuda/ A maior parte da comunidade é composta por pessoas de bem, que desejam que a venda desenfreada de entorpecentes chegue ao fim. “Conversamos entre nós e a maioria chama a polícia e denuncia, mas poucas vezes a viatura passa por aqui”, conta um dos moradores, que tem dois filhos.

Para ele, a parte mais difícil é a perda da liberdade da família. “Não dá para levar o filho na pracinha ou aproveitar a academia ao ar livre que a prefeitura fez”, desabafa, em nome dos outros pais do bairro.

Polícia Militar promete usar inteligência contra o crime
O BOM DIA esteve com o coordenador operacional da Polícia Militar, o capitão Vanclei Franci. Ele explicou que a polícia  tem realizado prisões expressivas no bairro e prometeu intensificar o trabalho de combate ao crime naquela área. “A Polícia Militar possui um setor especializado em filtrar todas as denúncias recebidas que atua em conjunto com a Força Tática”, destaca o capitão.

O BOM DIA confiou à PM as informações colhidas naquele bairro e, com isso, a Força Tática deverá atuar de forma ostensiva nos pontos de tráfico de drogas, a pedido dos moradores da Vila João Romão.
“A denúncia da comunidade é fundamental para que criminosos sejam identificados e presos”, acrescenta o capitão Vanclei Franci.
Ele complementa dizendo que o morador, que convive com a rotina do bairro, tem informações privilegiadas sobre o cotidiano da comunidade e das atividades ilícitas que ali ocorrem.

Denúncias podem ser feitas por meio dos telefones 181, 190, 197 e 199. Todos os números atendem 24 horas – todos os dias da semana – e de graça.

Os policiais que patrulham os bairros também recebem estas informações e a identidade do denunciante é mantida em sigilo.

Em poder das mulheresVárias adolescentes se reúnem para ir até uma viela do bairro e buscar mais porções de drogas; elas não escondem a atitude das pessoas que passam pelo local.
Discretas

Com uma pequena quantidade de drogas em mãos, elas escondem as porções e as oferecem para duas pessoas em um carro; medida evita que, no caso de abordagem policial, a perda seja grande. Logo acima, uma jovem de camiseta preta vende a droga para o rapaz, que encosta no poste e consome o entorpecente com tranquilidade. Ao lado, homem de listrado, apontado como o líder do tráfico naquela área, conversa com usuário.

E homensJovem de camiseta rosa aparece em duas ocasiões vendendo drogas: numa para duas mulheres e na outra ele atende o motorista de um carro branco: ação rápida que se repete.
Em números
O BOM DIA solicitou via e-mail à Polícia Civil a quantidade de entorpecentes apreendidos em Sorocaba durante todo o ano de 2012. Porém, até o fechamento desta edição, não obteve retorno.
19,3 % foi o aumento das ocorrências de tráfico de drogas registradas
Mais flagrantesDe janeiro a novembro de 2011 foram registradas 727 ocorrências relativas ao tráfico de drogas. Este número subiu para 868, no mesmo período de 2012: crescimento de 19,3% ( pois pra mim , o policial poderia sim revistar, dane-se se é mulher e a famigerada DI MENOR.
vai reclamar que é mulher,di menor, que o cara encheu a mão na hora da revista ? se explodam, fique em casa e não se envolva com isso, pra amanhã não vir pai e mãe berrando pq o filho (a) foi mosto por causa de droga,)