policial civil usa de força para ser atendida em UPH de SOROCABA.

 

 

 

Uma investigadora da Polícia Civil de Sorocaba sacou a arma dentro da Unidade Pré-Hospitalar (UPH) da zona Leste, no final da tarde de domingo, causando confusão na unidade. Ela estava acompanhada de um agente de segurança penitenciária e, de acordo com o que foi apurado pela Polícia Militar, o problema teria começado depois que um vigilante do local impediu seu acesso ao setor de atendimento, o que, segundo consta, ela tentava à força.
Segundo relato do vigilante, para impedir a entrada ele a empurrou para fora, momento então que a investigadora teria sacado a arma e dado voz de prisão a ele. Na sequência, teria havido uma discussão e até mesmo alguns empurrões, que foram contidos. Quando os policiais militares chegaram para atender à ocorrência, só tiveram acesso à versão do vigilante, já que a investigadora e seu acompanhante teriam deixado o local para buscar atendimento em outra unidade.

O delegado José Augusto de Barros Pupim, que nesta segunda-feira estava de sobreaviso pela escala do Carnaval, informou ter tomado conhecimento do caso pela delegada plantonista e que serão ouvidas as partes envolvidas. Caso exista alguma irregularidade funcional cometida pela policial civil, será apurado pela Corregedoria da instituição. Pupim frisou ainda que, se ficar provado que o vigilante também cometeu alguma irregularidade, o mesmo será processado. O delegado não quis emitir nenhuma opinião sobre a conduta da policial civil, por não conhecer detalhes dos fatos.

 

( e como será o atendimento médico no caso de um PM ? pois policial civil pelo jeito já sabemos, então senhores policiais, pensem nisso quando forem reprimir manifestações tá ?)

33 médicos não querem atender pobres em SOROCABA

Dos 63 médicos aprovados em concurso público e convocados pela Prefeitura para atuar como plantonistas no atendimento à população pelo Sistema Único de Saúde (SUS), apenas 49 participaram da atribuição de cargos e 14 não compareceram à chamada, ontem pela manhã, no Salão de Vidro do Paço. Na primeira etapa de preenchimento das vagas, no dia 4 de setembro, dos 79 clínicos gerais, ginecologistas e pediatras chamados, 19 se ausentaram, somando, assim, 33 médicos que não tinham confirmado o interesse pela vaga durante a atribuição. O número corresponde a 23% do total de 142 convocados para compor as equipes.

Os convocados para a atribuição de ontem tinham até as 17h para se apresentarem na Prefeitura e confirmar o interesse pela vaga. Até às 21h, a Secretaria de Comunicação (Secom) não havia informado se outros médicos entre os convocados tinham comparecido para assumir o cargo. A expectativa é de que todos os 109 profissionais contratados já estejam atendendo a população até 1º de outubro.

Segundo o secretário da Saúde, Armando Raggio, as vagas remanescentes não serão preenchidas neste momento. De acordo com ele, há a possibilidade da abertura de um futuro concurso, porém sem data prevista. “Abrimos concurso para 189 vagas e conseguimos classificar 142. Desses, nem todos compareceram. Vamos aproveitar todos que se interessaram. Já não há como colocar médicos nos lugares vagos, porque não há uma lista de espera”.

As vagas destinadas aos profissionais concursados serão nas Unidades Pré-hospitalares (UPH ) da Zona Norte e Oeste, em três Pronto-Atendimentos (PA) localizados em Brigadeiro Tobias, Parque das Laranjeiras e Edén e nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) do Vitória Régia, Vila Hortênsia, Nova Sorocaba e Brigadeiro Tobias.

A saúde é a principal área de reclamação dos sorocabanos, afirma Raggio. Dessa forma, esses novos profissionais irão renovar o sistema. No entanto, ele próprio admite a dificuldade em se preencher as vagas. “Temos grandes problemas dentro do nosso sistema de saúde, que possui uma grande potencialidade. Talvez isso assuste um pouco. Mas esses médicos que compareceram possuem uma disponibilidade surpreendente.”

Para o secretário, essas admissões irão contribuir para a retomada da credibilidade da saúde da cidade. “Com o cumprimento das escalas os pacientes terão mais confiança nos médicos, trará mais diálogos e com isso a proximidade entre médico e o paciente.” Essas contratações também contribuirão para a transformação das UBSs em Centros Integrados de Atenção, conforme anunciou o secretário da Saúde em entrevista ao Cruzeiro do Sul , no último dia 15. Esses Centros Integrados de Atenção terão aparelhos de raio-x odontológico, eletrocardiógrafo, equipamentos para intubação, desfibrilador, cilindro de oxigênio e medicamentos emergenciais.

Como forma de melhorar o cenário da saúde no município, Raggio lembrou que até 2016 serão construídas seis UBSs: três para reposição ou ampliação de unidades já existentes e outras três para atender bairros que não possuem esse tipo de atendimento. “Estamos estudando junto ao Conselho de Municipal de Saúde os locais para serem realizadas as obras.”

( com certeza estes ai querem atender a burguesia sorocabana, atuando em clinicas particulares, não querem atender POBRE.)

pacientes chutam o pau da barraca em protesto na UPH ZONA OESTE em SOROCABA.

Apenas dois médicos apareciam na escala mantida na unidade – Fábio Rogério

Mais fotos…

Cansados de aguardar por atendimento médico, pacientes e acompanhantes saíram da Unidade Pré-Hospitalar Zona Oeste e fecharam o trânsito na avenida General Carneiro das 19h30 às 21h30 de ontem. Debilitada com a falta de atendimento uma jovem começou a passar mal precisou ser carregada de volta para dentro da unidade pré-hospitalar. Segundo relatos dos manifestantes duas pessoas teriam desmaiado na rua. A reportagem conversou com pacientes que esperavam desde às 15h. Entre os manifestantes estava a acompanhante de uma idosa com 72 anos que sofre de câncer no intestino e aguardava atendimento com dores desde às 18h30.

Para fechar a avenida os pacientes fizeram um cordão em cima da faixa de pedestres. Com a interdição da via os motoristas davam a volta no quarteirão, o que não evitou que houvesse congestionamento. Dos motoristas que ficaram parados no protesto, vários apoiaram a manifestação pela demora no atendimento médico, alguns reagiram ao bloqueio, lançando os veículos contra os pacientes e outros passaram sobre o canteiro da avenida e deixaram o local pela contramão. Os veículos desviaram um quarteirão antes do ponto de interdição.

No painel com espaço para colocar os nomes de até seis médicos plantonistas, somente após a imprensa chegar à unidade foram colocados dois nomes. O oficial da Polícia Militar que estava no local, tenente Heron Buono de Oliveira, disse ter ouvido relato de pessoas que aguardavam por atendimento desde às 14h enquanto a informação do profissionais é que haviam dois médicos clínicos gerais prestando atendimento e um para fazer cirurgias. 

A versão da Prefeitura foi que faltaram dois médicos dos sete plantonistas: um clínico e um pediatra. Explicou que o plantão é de quatro clínicos e três pediatras. Informou que o atendimento é priorizado para os casos de urgência e emergência e o tempo médio de espera era de duas horas. Algumas pessoas que passavam pelo local aderiram à causa dos pacientes, como estudantes da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), entre eles, Carlos Henrique Calegari, 23 anos e Alessandro Jordão, 22 anos. Eles disseram ter levantado informações com a equipe de atendimento que estavam ausentes o coordenador médico e o responsável técnico pela unidade. “De seis médicos apenas dois estão trabalhando”, disseram. ( em fevereiro estive aui nesta unidade , pois havia suspeita de que eu estivesse com dengue , poder ver ai no  link .

 https://nejaim399.wordpress.com/2013/02/27/epidemia-de-dengue-acho-que-fui-uma-das-vitimas/

a mesma situação, ameaçaram causar tumulto, lembro que três GMS se posicíoanaram no corredor pra um possivel confronto, mas nada ocorreu, agora a mesma situação ai, pois é apesar de terem bloqueado a AV , valeu o protesto, agora basta a prefeitura acordar de vez.)

UPH ZONA oeste em SOROCABA o caos na saúde, mas o que interessa é o futebol né ?

Casos de urgências foram atendidos prontamente, informou a Prefeitura – Por: Aldo V. Silva
Mais fotos…

Mais uma vez, as pessoas que necessitaram de atendimento médico na Unidade Pré-Hospitalar (UPH), da zona oeste, situada na avenida General Carneiro, precisaram também ter muita paciência, e alguns, revoltados com a demora, reclamaram da falta de médicos na unidade. Ontem à tarde, pelo menos 10 pacientes, entre dezenas de pessoas que esperavam na fila dentro do estabelecimento, disseram à reportagem do Cruzeiro do Sul que aguardavam há mais de quatro horas pelo atendimento e não conseguiam passar por uma consulta médica.

A Prefeitura de Sorocaba informou, por meio da Secretaria Municipal de Comunicação (Secom), que ontem dois clínicos, dos sete médicos escalados para realizar o plantão médico durante o feriado prolongado de Corpus Christi, faltaram ao trabalho, e por isso ocorreram demoras no atendimento durante o dia; porém, após a troca de plantão, às 19h, o atendimento à população deveria voltar à normalidade. Segundo a Secom, apesar dos desfalques no quadro, os casos de urgências foram atendidos prontamente.

Reclamações

A desempregada Maria do Carmo Dias Dantas, 31 anos, esperava por um diagnóstico médico com relação à filha de 12 anos que há dois dias reclamava de dores na cabeça, nos olhos e apresentava febre alta e enjôo. “Eu suspeito que seja dengue, mas minha filha não consegue passar pelo médico. Estou muito preocupada”, disse Maria do Carmo. Ela comentou que uma atendente havia informado que o médico de plantão tinha ido embora e que seria necessário esperar pelo substituto.

Outra paciente revoltada com a demora no atendimento foi a doméstica Alexandra Alves Santa Rosa, 35 anos. Ela passou às 10h por um médico que a encaminhou ao setor de raio-x da unidade, para fazer exames do tórax e dos pulmões; porém, segundo ela, quando retornou para o consultório, o médico que até então estava de plantão, já havia encerrado o expediente e até perto das 15h não conseguia uma análise médica sobre os exames solicitados. “É uma falta de consideração. De respeito com a gente. Ninguém explica o que está acontecendo. Ficam tratando a gente com indiferença. Cadê os médicos?”, revoltou-se Alexandra.

Já o vendedor Gustavo Torres Loureiro, 34 anos, disse que esteve na unidade pré-hospitalar anteontem à noite e foi atendido devido um quadro de deficiência respiratória. Foi medicado e retornou para casa. Porém, segundo ele, o problema respiratório ficou mais complicado e foi novamente até a unidade para nova consulta. “Tenho diabetes e problema de pressão e fiquei preocupado de ser algo grave. Mas estou aqui esperando atendimento e não consigo”, lamentava Loureiro.( no dia em que precisei usar este lugar, pois estava com suspeita de dengue, o quadro era exatamente este ai, a noite é que a coisa piorou, até presenciei 4 GMS  já posicionados numa porta prontos para tentarem conter um tumulto, que não houve, quem quiser ver o dia em que estive lá basta ver o link com fotos e vídeo.)

https://nejaim399.wordpress.com/2013/02/27/epidemia-de-dengue-acho-que-fui-uma-das-vitimas/