bandidos apavoram o litoral de SP, mas o povo vai sempre ai…

  • Depois de sofrer furtos, dono de casa em Praia Grande pendurou faixa para protestarDepois de sofrer furtos, dono de casa em Praia Grande pendurou faixa para protestar

Situado a 72 km de São Paulo, o município de Praia Grande é um dos destinos mais procurados do litoral paulista, principalmente no verão, quando sua população salta de 270 mil para 1 milhão. Mas, para parte dos moradores e veranistas, a imagem de um lugar tranquilo para viver ou passar férias já não existe.

Em plena madrugada do último Natal, dois turistas morreram assassinados em dois diferentes ataques no mesmo cruzamento, no bairro Cidade Ocian. Estes casos de dezembro ainda não aparecem nas estatísticas publicadas na página da Secretaria da Segurança Pública na internet. Entretanto, mesmo sem a inclusão dos dados do último mês do ano, os números mostram que 2015 foi um ano mais violento que 2014 no município.

Só no período de janeiro a novembro, foram registrados 34 casos de homicídio e 35 vítimas. Um registro de homicídio pode envolver mais de uma vítima. Ao longo do ano anterior, a Secretaria da Segurança Pública havia contabilizado 28 casos e 31 pessoas assassinadas. A quantidade de registros cresceu pelo menos 21,4% em 2015.

O aumento da criminalidade provoca desespero. Dono de uma casa de veraneio furtada várias vezes, Daniel Pereira da Silva decidiu colocar uma faixa na frente do imóvel para avisar os criminosos de que não há mais nada a ser levado.

Morador de Praia Grande há 20 anos, o aposentado Paulo Sérgio Joaquim, 62, diz que seu bairro, o Caiçara, tornou-se violento e pensa em se mudar da cidade. “Sempre gostei [do bairro e da cidade], mas hoje estou pensando em ir embora. É perigoso mesmo. Vim pela qualidade de vida, mas hoje não encontro isso. Eduquei meus filhos na praia. Hoje meus netos não podem ir na rua para jogar bola.”

Migração do crime

Joaquim já teve seu carro, sua casa e seu celular roubados. “Aumentei os muros da minha casa, ela é totalmente fechada. Aqui não tem liberdade. Os bandidos é que passeiam à vontade.”

No verão, diz o aposentado, criminosos de outras cidades desembarcam em Praia Grande. “Fica mais perigoso nesta época do ano. Os bandidos daqui eu conheço. Então, posso tentar evitá-los. E os que eu não conheço?”.

A PM (Polícia Militar) de São Paulo reconhece o fenômeno da migração de criminosos neste período do ano e diz reforçar o efetivo na orla. Em dezembro, o governo estadual anunciou o envio de 2.883 policiais militares para 16 municípios litorâneos até 15 de fevereiro.

Na Praia Grande, a PM afirma que o policiamento é feito com um centro integrado de monitoramento, um comando móvel, base comunitária, torres de observação, viaturas, quadriciclos, motocicletas, bicicletas e a pé.

Mortes no Natal

Os dois assassinatos da madrugada de Natal aconteceram no cruzamento da avenida Roberto Almeida Vinhas com a avenida Dom Pedro 2º. A Polícia Civil prendeu cinco pessoas – quadro adolescentes e um adulto, de 18 anos – e considera os casos esclarecidos.

Segundo o delegado titular de Praia Grande, Flávio Máximo, todos os detidos são moradores locais e passaram por períodos de internação na Fundação Casa. Três deles participaram das duas ações.

Eles haviam saído de um baile funk nas proximidades e queriam roubar um carro. A mãe do rapaz de 18 anos foi incluída na lista de indiciados por ter descartado a arma, um revólver calibre 38. Ela responderá pelo crime de fraude processual.

SBT

Maria Duarte, vítima da violência

Um dos adolescentes matou, logo depois da meia-noite, a professora Maria da Consolação Duarte, 65. Ela estava em um carro com o marido. O casal havia acabado de chegar de São Paulo para visitar parentes.

Antes das 3h, a cena se repetiu. Um casal de Itanhaém, no litoral paulista, parou o carro no cruzamento, criminosos se aproximaram, fizeram ameaças na tentativa de roubar o veículo e atiraram. O consultor Pedro Henrique Cardoso Tecedor, 42, morreu.

Defasagem

A PM disse que os “indicadores criminais não mostram aquele trecho como crítico”. Na mesma linha, o delegado Flávio Máximo classificou os crimes como casos isolados.

Apesar de reconhecer o reforço de contingente da Polícia Militar no verão e dizer que a quantidade de crimes graves diminui nesta época, o delegado afirmou que a segurança pública não acompanhou o crescimento da população e “está defasada” em Praia Grande.

Parentes das vítimas enfrentam o choque provocado pela violência e a dificuldade de superar as perdas repentinas. O professor José Eduardo Botelho de Sena, sobrinho de Maria da Consolação, disse que, depois do funeral da tia, a família ficou reclusa. “A família entrou em luto. Não houve absolutamente nada [de festa no Natal e no Ano Novo]”.

Maria deixou dois filhos e duas netas. “O nosso receio é que tudo vire estatística. Para nós, a morte é 100%. Foi uma morte banal e com requintes de crueldade porque não houve reação”, afirmou Sena. “O que leva jovens a fazer isso? Por que não estavam curtindo o Natal? Quais são os valores passados para eles?”

( vem ai o carnaval, vai todo mundo pras praias de novo,mas e se ninguém fosse ? se houvesse um duro golpe no turismo, ai não teriam de fazer alguma coisa ?

mas o povo banana vai, ai é festa pra bandido de novo.) 

 

mortes arrepiam SOROCABA , autoridades correm atras só por causa da copa.

logo pela manhã, umm triplo homicídio dentro de uma casa no Vila Nova Sorocaba – ERICK PINHEIRO

Sorocaba viveu ontem um dia sangrento com sete pessoas assassinadas e outras seis feridas em quatro atentados praticados, todos a tiros e com características de execução. Os crimes começaram a ser registrados já pela manhã com o triplo homicídio na Vila Nova Sorocaba, e no período da noite a violência se intensificou na cidade: um homem morreu e outro ficou ferido na Vila Hortência, e enquanto a Polícia Militar recebia informações de mais três pessoas baleadas no Jardim Itanguá, outras cinco também receberam tiros no Parque das Paineiras, e duas delas morreram no local e outra durante o socorro. Viaturas da Rota estiveram ontem à noite para reforçar o policiamento na cidade. Numa semana atípica, a partir de domingo foram registradas dez vítimas por assassinato, incluindo o soldado Sandro Luiz Gomes, vítima de um ataque criminoso na madrugada de domingo, quando, na Atividade Delegada, foi surpreendido durante patrulhamento na zona norte, próximo ao Jardim Paulista. 

Três homens foram executados a tiros no Jardim Nova Sorocaba na noite de segunda-feira, mas os corpos só foram encontrados ontem pela manhã, quando um vizinho avistou o portão aberto da casa de número 872 da rua Francisco Bueno de Camargo, entrou para verificar se havia algo de errado e viu os corpos estavam um ao lado do outro com tiros na cabeça, sugerindo execução. 

O triplo homicídio aconteceu 24 horas depois do duplo homicídio ocorrido no Jardim Casa Branca, que vitimou Renato Ferreira Gomes e Samuel Raimundo Soares, ambos com 26 anos de idade. A Polícia Civil não descarta a possibilidade de relação entre os casos, e acredita que a motivação dos crimes seja o tráfico de drogas. 

Os corpos de Tiago dos Anjos, 25 anos, Cleyton Alessander Ravira, 33, vulgo Véio, e Jonatas Ribeiro Gomes, 21 anos, foram encontrados por volta das 7h, mas de acordo com o mesmo vizinho que localizou as vítimas, tiros foram ouvidos na noite anterior, por volta das 23h. Entretanto, segundo ele, não foi possível perceber de que direção vinha o barulho dos disparos. 

Conforme relatado por policiais militares e civis que compareceram à cena do crime, os três homens foram mortos sentados no chão, encostados à parede da cozinha, e todos apresentavam perfurações na cabeça e tórax. Cápsulas de calibre 9 milímetros foram apreendidas no local. Do lado de fora da casa, próximo à porta, havia um cigarro de maconha. De acordo com a Polícia Técnica, os corpos foram encontrados enrijecidos, o que indica que as mortes tenham ocorrido na noite anterior. 

Moradores das proximidades e de outras localidades do bairro, se concentraram na frente da casa para acompanhar os serviços da polícia. Mas ninguém arriscava comentários sobre as vítimas, falando apenas que naquela mesma rua haveria várias “biqueiras” (pontos de tráfico) e que acreditavam que o crime pudesse ter relação com drogas. Dos três mortos, conforme o que se apurou até ontem, apenas Cleyton Ravira teria antecedente criminal, sendo inclusive procurado pela Justiça por acusação de furto, segundo informou o capitão Rogério Lima, comandante da 2ª Companhia de Policiamento. 

Um cunhado do Cleyton disse ter ouvido falar sobre os tiros tão logo chegou do trabalho segunda-feira à noite, mas que jamais imaginaria que ele fosse uma das vítimas, tanto que, ainda na noite de segunda-feira foi ao velório de um amigo. Para policiais militares, ele disse que a mãe do Cleyton havia comprado uma casa e se mudado para o Parque São Bento, e posteriormente se mudado para Piracicaba, mas que o filho não quis acompanhá-la. Uma moradora que não quis se identificar, e que mora há 11 anos no Nova Sorocaba, reclamou que o bairro não é mais um local tranquilo para se viver, e que a causa estaria no tráfico de drogas. 

O delegado Acácio Aparecido Leite, da Delegacia de Investigações Gerais (DIG), disse que não ignora a possibilidade desse caso estar relacionado ao duplo homicídio do Jardim Casa Branca, e que embora não descarte nenhuma linha de investigação, que uma das principais seria a de desentendimento por causa de drogas. Entretanto, ele pede a colaboração da comunidade para passar informações pelos telefones 3224-1595 (DIG) e 197 (Polícia Civil). 

Noite violenta 

Num intervalo de pouco mais de três horas, quatro pessoas foram mortas e outras seis ficaram feridas ontem à noite. O primeiro caso da noite aconteceu por volta das 19h30 na rua Assis Machado, na Vila Hortência. O aposentado Sidnei Antonio de Oliveira, 48 anos, morreu e o vigilante Valderci Inácio Cassiano, 65 anos, ficou ferido, após serem baleados pelo garupa de uma moto de cor escura, cujo modelo e placa não foram anotados. De acordo com um morador e vizinho da vítima, que residia naquela mesma rua, teriam sido disparados cinco tiros. 

Conforme o que foi apurado pela polícia, Sidnei conversava com Valderci que fazia vigilância numa obra da rua Assis Machado, quando surgiu a moto e parou próximo das vítimas. O garupeiro desceu e sacou a arma e atirou pelo menos cinco vezes, segundo um vizinho que só teve tempo de ver a moto retornando dando meia-volta em baixa velocidade. 

Sidnei, que era aposentado por conta de uma cirurgia coronária feita há três anos, ainda correu para o autoposto existente no cruzamento com a Nogueira Padilha, onde morreu ao lado de um carro que era abastecido. Foi inclusive o motorista desse carro que acionou o socorro, e conforme disse, a única coisa da qual se lembrava era do aposentado pedindo socorro. Mas surgiram versões de que além de pedir ajuda, a vítima também teria gritado “assalto”. Já o vigilante foi ferido com um tiro nas costas, ao tentar fugir da mira do atirador. Mas segundo informações policiais, não corria risco de morte. 

O delegado Acácio Aparecido Leite também compareceu a esse local de crime, mas não comentou sobre o crime. Pelo trabalho pericial, Sidnei teria sido alvejado com pelo menos três tiros, sendo dois na barriga e um no ombro. O delegado pede para que também nesse caso as pessoas colaborem por meio de denúncias. 

No Parque das Paineiras, o crime também teria sido praticado, por volta das 23h, por dois ocupantes de uma moto. Fábio Lourenço e Agostinho da Cruz Silva, morreram na calçada de uma lanchonete na esquina das ruas Jayme dos Santos e Eliza Stefano Lamos, cujo dono também foi baleado. 

Pouco antes do atentado no Paineiras, três pessoas foram baleadas na viela Santa Catarina, no Jardim Itanguá. As informações iniciais eram de que os atiradores teriam chegado a pé. As vítimas foram socorridas para o Hospital Regional, e até o fechamento desta edição, por volta de 2h, não havia confirmação sobre o estado das vítimas do Jardim Itanguá e do Paineiras.

 

( se não fosse pela copa do mundo, ninguém daria a minia pra estes casos, nem ficaríamos sabendo de alguns deles  , isso se não houver outros que não estão sendo divulgados.

agora a prefeitura e autoridades tem de correr atras pra garantir a paz nos dias do mundial )

acorda SOROCABA

violência dispara em SOROCABA as vésperas do mundial, prefeito preocupado ( isso por causa da copa né ?)


O primeiro trimestre deste ano registrou 31 pessoas assassinadas em Sorocaba, o que dá uma média de um caso a cada três dias. De acordo com dados da Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo (SSP/SP), referente ao período de janeiro a março, esse número é 121,4% maior do que o registrado no 1º trimestre do ano passado, quando 14 homicídios ocorreram na cidade. Somente o total de casos ocorridos no mês de março deste ano, que foram 17, superam os registrados nos três primeiros meses de 2013 (14) e também de 2012, com 15 ocorrências. Segundo o presidente da Comissão de Segurança Pública da 24ª Subseção da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) em Sorocaba, o advogado Claudinei Fernando Machado, essa situação demonstra uma ausência de ações mais efetivas de combate à criminalidade por parte do Governo do Estado.

O aumento no número de casos de homicídio foi grande entre fevereiro e março de 2014, conforme mostram os dados da SSP/SP. Há dois meses aconteceram 6 assassinatos em Sorocaba, subindo para 17 no mês passado. Em janeiro foram contabilizados 6 casos.

Além dos homicídios propriamente ditos, as tentativas de homicídio também cresceram na cidade. Se comparados os dados dos três primeiros meses de 2013 e 2014, o aumento foi de 32%. Foram 22 registros no ano passado e 29 neste ano. Em 2012 foram 28.

A Polícia Civil foi procurada, porém informou que a Secretaria de Segurança Pública do Estado não autoriza que os seus representantes comentem sobre as estatísticas de criminalidade. A pasta, então, foi contata, via assessoria de imprensa, mas não respondeu aos questionamentos até o fechamento desta edição. A reportagem também fez solicitação de entrevista à Polícia Militar, mas não houve retorno.

OAB: ausência do Estado

Para Machado, esse crescimento nas ocorrências de homicídio e de outros tipos de crime refletem uma “ausência” do Estado, que não investe o quanto deveria em ações que visam diminuir a criminalidade nas cidades paulistas. “Se o Estado se fizesse presente, aumentando o policiamento ostensivo, que deve ser exercido de forma mais atuante, isso poderia diminuir”, analisa. Ele menciona uma possível falta de policiais, tanto militares quanto civis, em número suficiente para atuar numa cidade do porte de Sorocaba. “Nosso batalhão de Polícia Militar possui uma dotação funcional aquém da quantidade de policiais necessários. A Polícia Civil possui uma parcela de participação nisso. Os órgãos competentes deveriam pensar em uma forma de não sobrecarregar esses profissionais, porque profissional sobrecarregado não consegue dar conta do serviço, aumentando a chance de impunidade”, afirma.

Segundo o presidente da Comissão de Segurança Pública da OAB, a falta de esclarecimentos de homicídios também ajuda a acentuar o número de ocorrências. “Casos não solucionados rapidamente tendem a cair na lista de casos não esclarecidos. Como temos poucos profissionais no setor de investigação de casos envolvendo morte, não seria o caso da administração pública aumentar a equipe responsável pela solução de casos de autoria desconhecida? Isso ajudaria a diminuir a sensação de impunidade”, explica.

Outros crimes também apresentaram aumento

Os números de crimes violentos, como os roubos, também apresentaram aumento em Sorocaba. Os casos roubos de veículos, por exemplo, cresceram 24,1% entre 2014 e 2013, considerando os três primeiros meses de cada ano. Entre janeiro e março deste ano, foram 239 ocorrências desse crime, ante 174 em 2013. Já os roubos em geral tiveram aumento de 16,3%. Foram 562 entre janeiro e março de 2014 e 483 no mesmo período do ano passado. 

Conforme demonstram as estatísticas da Secretaria de Segurança Pública do Estado, os furtos em geral e especificamente de veículos também registraram aumento. Entre janeiro e março de 2013 foram 2.006 casos, subindo para 2.068 em 2014. Ou seja, um crescimento de 3%. Já o aumento de furtos de veículos foi ainda maior, de 7%. Foram registrados 683 no primeiro trimestre do ano passado e 732 neste ano. 

Dois crimes apresentaram queda em seus registros. No caso dos flagrantes de tráfico de entorpecentes, houve diminuição de 24,1% entre 2013 e 2014, já que foram 307 ocorrências no ano passado e 233 neste ano. Os registros de estupros caíram 40%, na comparação dos primeiros três meses de 2013 e 2014. Aconteceram 50 no ano passado e 30 neste ano.

Primeiro assassinato do ano foi em 5 de janeiro

O primeiro caso de homicídio de 2014 em Sorocaba foi registrado no dia 5 de janeiro, conforme mostra notícia publicada pelo jornal Cruzeiro do Sul. Naquele dia, o ajudante geral Renato José Florêncio, de 28 anos, foi morto a tiros no bairro de Aparecidinha. Ele era evadido da penitenciária Danilo Pinheiro (P-1), no bairro do Mineirão, desde a saída temporária do dia dos pais do ano passado. Ele cumpria pena por dois roubos no regime semiaberto. O corpo de Renato foi encontrado por populares por volta das 21h, na rua Oscar Mascarenhas. A Polícia Militar foi chamada e já encontrou a vítima sem vida, com perfurações no peito e cabeça. 

Em fevereiro, no dia 14, o policial militar aposentado Adilson Lopes, 50, foi morto com vários tiros nas costas, pernas e braços, em frente a uma padaria do Jardim Prestes de Barros. A Polícia levantou que o policial aposentado conversava com um conhecido em frente à padaria, quando um Celta passou por duas vezes pela rua e na terceira parou. De dentro do carro saiu um homem que usava capuz para cobrir o rosto, que se aproximou de Adilson e o mandou virar de costas. Nesse momento, o conhecido que conversava com Lopes entrou na padaria pensando que se tratava de um assalto e ouviu o barulho dos disparos do lado de fora.

Já no mês passado, quatro pessoas foram assassinatos em um período de 24 horas na cidade. Na manhã do dia 18, o estudante universitário Eliezer Cleber Albertini da Silva, 19, e um colega não identificado na época foram encontrados mortos dentro de um carro no bairro do Éden, na Estrada dos Sete Alqueires. Os dois foram executados com tiros de pistola 9 milímetros dentro do Audi A3 pertencente ao estudante. Ele, que estava no banco do motorista, apresentava uma perfuração na nuca, duas no lado esquerdo da cabeça e uma no lado direito, e outra atrás de um dos ouvidos. Já o rapaz desconhecido foi encontrado com uma perfuração no pescoço, outra na parte traseira da cabeça, uma no ombro e outra numa das laterais da cabeça. 

Na noite daquele mesmo dia, Ivan de Souza Oliveira, e Anderson Lapa dos Santos, ambos com 25 anos de idade, estavam dentro de uma lanchonete na rua Quirino de Mello e foram surpreendidos por quatro homens ocupando duas motocicletas. Segundo o que foi apurado na ocasião do registro do homicídio, os criminosos já teriam chegado atirando, e as vítimas, mesmo feridas, tentaram se salvar saindo correndo pela rua. Os dois rapazes correram para lados opostos, mas ambos foram atingidos e morreram no local. 

E, ao que tudo indica, as estatísticas de homicídios do mês de abril também serão expressivas. Entre domingo e ontem, quatro pessoas foram mortas em Sorocaba. Um dos casos causou bastante comoção na cidade, que seria o assassinato do soldado Sandro Luiz Gomes, 35, que foi baleado por criminosos na zona norte. Ele foi sepultado ontem.

 

( o prefeito CARAMUNZZIO ta preocupado com o aumento da violência as vésperas da copa do mundo,afinal receberemos  ARGÉLIA, JAPÃO RUSSIA (ITU) e HONDURAS (PORTO FELIZ)  leia no lik ao lado    http://redebomdia.com.br/noticia/detalhe/67171/violncia-dispara-s-vsperas-do-mundial .

pra piorar ainda tem a ameaça do PCC de promover um novo salve geral como em 2006, pelo jeito farão acordo com a bandidagem logo .)

UPPS cariocas, começam a naufragar, segurança pra inglês ver.

  • Policiamento é reforçado na favela de Manguinhos após o comandante da UPP, Gabriel Toledo, ser baleadoPoliciamento é reforçado na favela de Manguinhos após o comandante da UPP, Gabriel Toledo, ser baleado

O governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral (PMDB), anunciou na madrugada desta sexta-feira (21) que vai solicitar o envio de tropas federais ao Estado após três UPPs (Unidades de Polícia Pacificadora) sofrerem ataques nesta quinta-feira (20).

Cabral se reuniu com o gabinete de crise e ligou para Dilma por volta das 23h da quinta. “Estou indo nesta sexta, às 11h, a Brasília me encontrar com a presidente Dilma Rousseff e os ministros das pastas afins para pedir ajuda”, disse, informou o governo em nota. Também acompanham ele o vice-governador, Luiz Fernando Pezão (PMDB), o secretário de Segurança, José Mariano Beltrame, e representantes das polícias civil e militar. Cabral não adiantou que tropas e para quais comunidades vai solicitar o auxílio.

Beltrame disse que “o nosso plano de resposta é todo o Batalhão de Operações Policiais Especiais, a Coordenadoria de Recursos Especiais, o Choque, os batalhões da área e a Polícia Civil. Estamos todos de prontidão, com folgas diminuídas, ocupando espaços na cidade para evitar que haja qualquer tipo de ameaça ao cidadão carioca. Nós estamos com força total nas ruas do Rio”.

Criminosos atacam três UPPs

Pelo menos três sedes de UPPs (Unidade de Polícia Pacificadora) foram atacadas por criminosos na noite desta quinta-feira, 20, na zona norte do Rio. Uma delas foi incendiada e seu comandante, baleado. Outro PM foi ferido com uma pedrada. Dois suspeitos foram baleados e um deles foi preso.

O tumulto começou na UPP de Manguinhos, por volta das 18h30. Policiais da unidade tinham ido até um prédio abandonado, que havia sido ocupado por invasores, com a intenção de cumprir uma ordem de desocupação. A retirada dos invasores começou pacífica, mas um grupo passou a atacar os policiais com pedradas. Um soldado foi ferido a pedrada e o tumulto aumentou, exigindo a intervenção do Batalhão de Choque.

Traficantes se aproveitaram da confusão e atacaram policiais e a sede da UPP.Houve troca de tiros, durante a qual o capitão Gabriel de Toledo, comandante da UPP, foi baleado na coxa direita. Levado inicialmente ao Hospital Federal de Bonsucesso, na mesma região, ele foi submetido a exames e depois transferido para o Hospital da Polícia Militar, onde seria operado durante a madrugada.

Criminosos também atacaram dois carros da PM e o contêiner onde funcionava a UPP, ateando fogo a eles. O incêndio atingiu a rede elétrica e deixou sem eletricidade parte do conjunto de favelas, composto por 13 comunidades.

Por conta do tumulto e da troca de tiros, a circulação de trens da Supervia no ramal de Saracuruna, que passa perto da comunidade, foi interrompida por volta das 19h30 e regularizada apenas às 22 horas. A avenida Leopoldo Bulhões, principal via das imediações de Manguinhos, também foi interditada.

MAPA DAS UPPS NO RIO: CLIQUE NA IMAGEM PARA VER EM TAMANHO MAIOR

  • Arte/UOL

Outros ataques

Por volta das 20 horas, criminosos atacaram outra UPP, a Camarista-Méier, situada no complexo de favelas de Lins de Vasconcelos e inaugurada em 2 de dezembro de 2013. A unidade foi atingida a tiros por bandidos, mas ninguém foi atingido.

O terceiro ataque foi à UPP do Alemão. Policiais foram surpreendidos por bandidos e houve tiroteio. Dois suspeitos foram baleados. Um deles conseguiu fugir, mas o outro foi preso. Seu nome não havia sido divulgado até a noite.

Um quarto ataque (à UPP Arará e Mandela, vizinha de Manguinhos) também chegou a ser divulgada por moradores através das redes sociais, mas não havia sido oficialmente confirmada.

Em nota, o governo do Estado do Rio afirmou que mantém “o firme compromisso assumido com as populações das comunidades e com a população de todo o Estado do Rio de Janeiro de não sair, em hipótese alguma, desses locais ocupados e manter a política da pacificação”.

Também em comunicado, informou que o governador, Sérgio Cabral, e o secretário de Estado de Segurança Pública, José Mariano Beltrame, se reuniram com o comando da Segurança Pública no Centro Integrado de Comando e Controle para discutir avaliação e providências após os ataques.

Capitão é segundo oficial baleado no mês

Ataques de criminosos a policiais e sedes de UPPs têm se tornado cada vez mais frequentes. Toledo foi o segundo oficial de UPP baleado neste mês. No dia 13, o subcomandante da UPP da Vila Cruzeiro, Leidson Alves, de 27 anos, morreu baleado na testa, no Parque Proletário, na Penha (zona norte). Desde que as UPPs começaram a ser implantadas, em 2008, 11 policiais que atuavam nessas unidades foram mortos. (Com Estadão Conteúdo e Agência Brasil)

( UPP é modelo falido, pois não combate nada, enquanto houver droga circulando, o traficante não desistirá de retomar seu território, e podem matar, prender, pois haverão outros, sem falar nos presos que comandam ainda de dentro da cadeia.
isso ai é demagogia pura, politicagem,fizeram os cariocas engolirem que isso daria certo, mas não dá , o abisMo social que o BRASIL se encontra é mais profundo do que uma UPP possa resolver, olha ai o governador, tendo de pedir ajuda ao governo federal, pode isso ?)

MARANHÃO mais rico ? por isso a violência ? rico onde dona ROSEANA ?


 

SÃO LUIS – O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, reuniu-se nesta quinta-feira com a governadora do Maranhão, Roseana Sarney, para discutir uma ação conjunta para tentar amenizar a situação nos presídios do estado, onde foram registradas 60 mortes de detentos. Em sua primeira aparição pública em entrevista depois que criminosos atearam fogo em ônibus, causando a morte de uma menina de seis anos, a governadora disse que foi pega de surpresa pelas atrocidades e fez uma análise curiosa para justificar o aumento da violência no estado e nos presídios: para ela, isso vem ocorrendo porque o Estado, um dos mais pobres do país, está ficando rico.

– O Maranhão está atraindo empresas e investimentos. Um dos problemas que está piorando a segurança é que o Estado está mais rico, o que aumenta o número de habitantes – justificou a governadora.

Roseana disse que em 2012 foram registradas quatro mortes no sistema penitenciário maranhense e, até setembro do ano passado, 39.

– Até setembro estava dentro do limite que se esperava – declarou, argumentando que as mortes ocorreram apenas em uma unidade do complexo de Pedrinhas, onde duas facções disputam o domínio do tráfico e da cadeia, matando seus rivais, inclusive decepando cabeças.

De acordo com a governadora, sua administração investiu em novas unidades prisionais e na melhoria ao atendimento ao preso.

– Nosso sistema de saúde é muito bom para os presos – afirmou, para complementar: – Nosso presídio feminino é um exemplo para todo o Brasil.

Roseana, assim como o ministro da Justiça, fizeram questão de lembrar que outros estados, como Rio de Janeiro, São Paulo, Santa Catarina, Alagoas e Rio Grande do Sul também enfrentaram uma onda de violência comandada por detentos e que o governo federal ajudou os outros governadores. Segundo a governadora, apesar das mortes, seu governo não cometeu nenhum ato contra os direitos humanos. A ONU, porém, pede uma investigação sobre o assunto.

– Não cometemos nenhum crime de direitos humanos por parte do governo. Mas temos de ser mais atentos – admitiu.

Ao ser perguntada sobre a intenção do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, de pedir a intervenção no Estado por conta da violência, Roseana afirmou que não acredita nessa hipótese e passou a enumerar uma série de obras e ações que sua gestão tem feito.

– Eu não acredito que ele vá pedir a intervenção porque estou cumprindo meu dever. O Maranhão está indo muito bem. Talvez seja o único estado do Brasil que vai ter todas as suas cidades interligadas por asfalto.

Ela se irritou quando uma repórter perguntou ao ministro José Eduardo Cardozo por que a presidente Dilma Rousseff e mesmo ele não haviam se manifestado até o momento sobre os problemas no estado administrado pelo clã Sarney.

José Eduardo disse que o governo se manifesta de forma concreta e procura ajudar Estados administrados pela oposição e por políticos que apoiam o governo. Mas Roseana, exaltada, disse que não é certo falar em família.

– Não existe família. Eu sou a governadora. Quem manda aqui não é a família, sou eu. Vocês querem penalizar a família, mas eu, Roseana, sou a responsável pelo que acontece no Maranhão – afirmou, sendo aplaudida por parte da mídia que apoia seu governo.

As ações anunciadas pelo ministro da Justiça e pela governadora, porém, não têm um impacto imediato – exceto pela transferência de presos para penitenciárias federais, que José Eduardo recusou-se a dizer quando se dará, quantos serão transferidos e para onde.

Entre as ações está prevista a criação de um comitê de gestão, comandado por Roseana, mutirão da Defensoria Pública para ver os presos que podem deixar os cárceres, interligação do sistema de inteligência, criação de um núcleo de atendimento prisional, melhoramento no atendimento à saúde, capacitação de policiais e implantação de alternativas penais e monitoramento eletrônico.

( rico ? só se for o clã SARNEY, a reportagem deve ter errado, culpa do estagiário ?  a situação é o caos, o MARANHÃO vive o que SP E SC já viveram e podem viver de novo, já que o PCC aqui anda quieto demais, dizem, que vai ter copa se eles permitirem.)

mulher chifrada, obriga a amante a ficar pelada na rua

uma mulher espanca e obriga a amante de seu marido a ficar nua em plena rua pra todos verem, tudo sendo filmado pela filha da chifruda de 185 anos.

veja o vídeo abaixo como tudo acontece, mãe e filha estão foragidas

http://entretenimento.r7.com/idolos-2012/video/quinara-canta-grande-sucesso-de-rosana-50bebb30fc9b24f0dbf5fa62/mulher-obriga-amante-do-marido-a-ficar-nua-e-caminhar-em-publico-50bd0542b61c81d66e172170/

bares podem fechar as 23 horas em SOROCABA rsrsrsrs e dai ?

 

Os proprietários de bares que quiserem funcionar após as 23h vão precisar de um alvará especial de funcionamento obtido junto à Prefeitura de Sorocaba, segundo proposta do prefeito Vitor Lippi (PSDB), aprovada ontem em sessão extraordinária na Câmara de Vereadores. Só que a matéria recebeu emendas e uma delas dá prazo de 90 dias para os comerciantes se adequarem à nova legislação. A discussão foi bastante polêmica e as ofensas morais quase se transformaram em agressão entre o vereador Irineu Toledo (PRB) e os petistas Francisco França e Izídio de Brito. Os integrantes do PT criticaram o colega, já que houve uma mudança de voto do parlamentar entre a primeira e a segunda discussão, que contribuiu para o arquivamento de uma emenda de França que previa a permissão para que os bares e similares funcionassem até meia-noite aos finais de semana e feriados. Irineu não gostou das insinuações, de que teria havido uma “negociata” para mudança dos votos e partiu para cima dos petistas para tirar satisfação. A situação foi contornada por assessores e outros vereadores. As extraordinárias tiveram mais de oito horas de duração.

Em apoio ao projeto de lei do Executivo, a discussão da matéria levou ao plenário do Legislativo o delegado seccional, André Moron; o delegado da Infância e Juventude de Sorocaba, José Augusto de Barros Pupin; o promotor de Justiça da Infância e Juventude de Sorocaba, Antonio Domingues Farto Neto, e a secretária da Juventude, Edith Maria Garboggini Di Giorgi. Todos usaram a tribuna para pedir a aprovação da lei, já que a medida deve ajudar na redução dos índices de violência no município, a exemplo do que ocorre na cidade de Diadema. O promotor Farto Neto defendia uma lei mais rígida, com o fechamento dos bares às 22h, ao invés das 23h, como queria a matéria original do prefeito.

O promotor ganhou apoio do vereador Caldini Crespo (DEM) que apresentou uma emenda, do qual chamou de “Farto Neto”, atendendo o pedido do promotor. Porém, Crespo viu sua propositura substitutiva e a própria emenda “Farto Neto” serem arquivadas pela maioria dos colegas. Na primeira votação, foram mantidas quatro emendas do vereador Coronel Rozendo para alterar o projeto original. Uma delas dá prazo de 90 dias para comerciantes se adequarem a nova legislação, enquanto que os proprietários de estabelecimento com música ao vivo, eletrônica e mecânica terão uma período ainda maior, de 180 dias, pela questão da obrigatoriedade da vedação acústica.

A emenda mais polêmica, no entanto, foi a do vereador Francisco França (PT), tornando a lei mais flexível, permitindo o funcionamento até a meia-noite aos finais de semana e feriado. A matéria do petista passou em primeira votação, por 11 a 7 votos, inclusive trouxe uma cena inusitada, com o líder do governo Paulo Mendes (PSDB) questionando a fidelidade do membro da base, o vereador Geraldo Reis (PV), fato criticado pela oposição.

O governista Paulo Mendes ainda citou que se a emenda de França fosse aprovada em segunda discussão, poderia ser vetada quando subisse ao sexto andar para sanção do prefeito Vitor Lippi, já que, na sua opinião, nos finais de semana e feriados são os períodos onde mais ocorrem violência. O fato em si mostrou que o governo ainda não tinha desistido da ideia de arquivar a emenda.

Na segunda discussão, os vereadores Irineu Toledo (PRB), Benedito Oleriano, o Ditão (PMN) e Emílio Ruby (PMN) mudaram os votos e a emenda foi arquivada por 10 a 8. O líder do governo, Paulo Mendes, comemorou. Já França criticou a postura dos colegas que votaram diferente entre a primeira e a segunda votação, ao dizer que os comerciantes não podem ser criminalizados e uma hora de ampliação não iria modificar o propósito da lei.

O vereador Irineu Toledo entendeu que o petista tentou denegrir sua imagem, ao citar uma possível “negociata” para sua mudança de voto. Toledo disse que mudou de opinião por sua vontade própria. Só que o clima pesou de vez quando o outro petista Izídio de Brito indicou que não houve um fato novo para justificar a mudança de atitude dos outros parlamentares. Izídio disse que, se não houve “negociata”, alguma outra coisa aconteceu. Com as afirmações, Irineu foi até a bancada dos petistas para tirar satisfação e a “turma do deixa disso” precisou agir rapidamente.

O que diz a lei

Os documentos necessários para retirada do alvará especial são os seguintes: inscrição municipal, auto de vistoria do Corpo de Bombeiros, licença de funcionamento emitida pela Divisão de Vigilância Sanitária Municipal, laudo indicando tratamento acústico, comprovação de que o local possui acesso adequado à pessoa com deficiência, alvará de licença para construção, reforma ou ampliação e respectiva certidão de conclusão da obra para a atividade em questão.

Os bares e similares que não cumprirem as determinações da lei poderão ser multados em R$ 1 mil, com possibilidade de interdição ou lacração do local. Em caso de desvio de finalidade, de prática consideradas ilegal – como jogos de azar, prostituição ou venda de drogas – o local sofrerá lacração imediata e comunicação formal às autoridades policiais, além de multa e interdição. ( vale lembrar que isso ai é para bares do centro da cidade, quem vai fiscalizar os bares da pereiferia, os lugares barra pesada como NOVA ESPERANÇA, HABITETO por ex, alguém vai lá as 11 da noite verificar o cumrpimento da lei ?

até as 11 muita coisa pode ocorrer, vale a minha ideia, pegar todos os bares, casas noturnas e trasnferir para uma area afastada fora da cidade, ai lá se matem a vontade.)