onça é assassinada por causa da tocha olímpica em MANAUS

 

Onça mascote do Exército foi morta com um tiro de pistola após avançar sobre soldado; ela havia sido acorrentada e apresentada ao público durante cerimônia

A morte de Juma, a onça que participou de uma cerimônia com a tocha olímpica em Manaus, revela o drama de uma espécie ameaçada de extinção e gera questionamentos sobre a manutenção de animais selvagens em centros do Exército na Amazônia.

Juma foi abatida com um tiro de pistola no Centro de Instrução de Guerra na Selva (Cigs) logo após ser exibida no evento olímpico. Como outra onça, apelidada de Simba, ela havia sido acorrentada e apresentada ao público durante a cerimônia.

O Exército mantém várias onças em cativeiro na Amazônia. Os felinos – bem como animais de outras espécies – costumam ser adotados pelo órgão ao serem encontrados em cativeiro ou em poder de caçadores.

Muitas onças, como Juma, se tornam mascotes dos batalhões e passam por sessões de treinamento.

Em Manaus, os felinos são presença frequente em desfiles militares, prática condenada por biólogos e veterinários.

Em 2014, durante gravação de um documentário em Manaus, militares do Cigs mostraram Juma, a mascote do centro, à BBC Brasil. Na época, explicaram que a onça havia sido resgatada com ferimentos após sua mãe ter sido morta. Foi levada para o centro e ali cresceu sob os cuidados de tratadores.

O destino trágico de Juma chama a atenção para a situação cada mais precária da espécie, listada como ameaçada no Brasil pelo Ibama em 2003.

É um animal que exige extensas áreas preservadas para sobreviver, caçando espécies como capivaras e até jacarés. Ela vem sendo ameaçada pelo desmatamento, não apenas na Amazônia como também no Pantanal e no Cerrado, para abrir espaço para a expansão da atividade agropecuária.

Tiro de pistola

Em nota enviada ao site da agência local de notícias Amazônia Real, o Comando Militar da Amazônia (CMA) diz que, após a solenidade olímpica na segunda, Juma escapou dentro do zoológico do centro do Exército. O órgão afirma que um grupo de veterinários e militares tentou recapturá-la com tranquilizantes, mas que, mesmo atingido, o animal avançou sobre um soldado.

“Como procedimento de segurança, visando a proteger a integridade física do militar e da equipe de tratadores, foi realizado um tiro de pistola no animal, que veio a falecer”, diz o órgão.

Segundo o Amazônia Real, dois militares seguravam a corrente presa a Juma durante todo o evento. O site diz que muitas pessoas tiraram fotos com a onça na cerimônia. Ela teria fugido logo após a exibição, quando militares tentavam colocá-la numa caminhonete.

O Exército diz que abriu um processo administrativo para investigar a morte do felino. Segundo o Amazônia Real, o Instituto de Proteção Ambiental do Estado do Amazonas (Ipaam) não havia autorizado a participação de Juma no evento e poderá multar a corporação.

Indomesticável

Para João Paulo Castro, biólogo com mestrado em comportamento animal pela Universidade de Brasília, Juma pode ter fugido após se estressar durante o evento:

Não é saudável nem recomendável submeter um animal a uma situação como essas, com barulho e muitas pessoas em volta. Muitas vezes a onça já vive numa situação precária e estressante no cativeiro, o que é agravado num cenário de agitação

Castro diz que muitos batalhões do Exército na Amazônia mantêm onças em cativeiro. Ele afirma ter visitado um centro que mantinha um felino em Cruzeiro do Sul (AC) em condições “bem toscas”.

Segundo Castro, é um erro tratar onças como animais domesticáveis. Ele afirma que são necessárias várias gerações em cativeiro para que uma espécie se acostume a conviver com humanos.

O biólogo diz que, idealmente, onças apreendidas devem ser devolvidas à natureza ou levadas a refúgios, onde possam ficar soltas em amplos espaços.

Segundo ele, a soltura de felinos é um processo complexo, mas há casos bem sucedidos pelo mundo – como o de tigres devolvidos a florestas na Ásia.

Horas antes da morte de Juma, a BBC Brasil pediu ao Exército detalhes sobre a manutenção de animais selvagens em dependências do órgão na Amazônia. Não houve resposta até a publicação desta reportagem.

Um veterinário de Manaus que já trabalhou com o Exército e pediu para não ser identificado defendeu o órgão das críticas. Segundo ele, ao cuidar de animais resgatados, a corporação assume uma função que deveria ser de outros órgãos públicos.

Ele diz que os militares são muito cuidadosos com os animais e que a burocracia impede que muitos sejam devolvidos à natureza.

O veterinário afirma ainda que grande parte das onças resgatadas chegam ao órgão ainda filhotes e se tornam dependentes dos cuidadores, o que torna difícil sua soltura.

( virou festa do caqui, e ainda tem noia que quer intervenção militar nesta pocilga aqui, a onça escapou como ? não tinha ninguém pra vigiar ? tranquilizante não funcionam direito ?

a ai assassinam o animal, deixasse ela quieta na jaula, por causa desta merda de tocha.)

juízes de AM E MS, mandam soltar traficantes baseados em aberrações jurídicas.

Droga foi transportada em caminhão basculante. (Foto: A Gazeta News)

No dia 7 de maio deste ano, Juliano Dias dos Santos, 31 anos, foi preso em flagrante com uma carga de maconha de uma tonelada, que saiu de Coronel Sapucaia, na fronteira de Mato Grosso do Sul com o Paraguai, e iria para São Paulo, mas foi interceptada na MS-156, no trecho entre Amambai e Caarapó. No dia 17 de julho, dois meses depois, a sentença da Justiça sobre o caso deu a liberdade a Juliano, apesar de ter sido condenado por um crime que, na lei brasileira, é considerado hediondo.

Em sua sentença, o juiz Pedro Henrique de Paula, de Amambai, determinou como pena para o traficante dois anos e seis meses de reclusão, que foram substituídos por “duas penas restritivas de direitos”, em forma prestação de serviços à comunidade ou a instituições. A sentença ainda revoga a prisão em flagrante e determina a concessão
imediata de alvará de soltura, o que já ocorreu.

Para colocar em liberdade um homem preso com uma carga tão grande de droga, o juiz declarou inconstitucionais dois artigos das leis que regem a punição para traficantes. Primeiro, ele considerou inconstitucional trecho da lei 8072/90, que define o tráfico como crime hediondo e determina que seu cumprimento deve começar, sempre, em regime fechado. O magistrado cita uma decisão do STF (Supremo Tribunal Federal), em um habeas corpus, para esse entendimento, alegando que a lei impede a individualização da pena.

O juiz também declarou inconstitucional um artigo de outra lei sobre o tráfico de drogas, a 11.343, que impede a adoção de pena restritiva de direitos para casos do tipo. O magistrado aponta, em sua sentença, que o réu tem bons antecedentes, que no processo “poucos elementos se coletaram a respeito de sua conduta social, personalidade e motivos do crime, presumindo-se neutros; e, ainda, que o delito “não produziu maiores consequências”.

Inconformado com a decisão o promotor do caso, Etéocles Brito Mendonça Dias Júnior, propôs recurso de apelação ao Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul.

Na avaliação do promotor, a sentença deve ser reformada integralmente, “pois de acordo os fundamentos recursais, a decretação de inconstitucionalidade do regime inicial fechado e da proibição de substituição de pena privativa de liberdade por restritivas de direito pelo STF, face ao crime de tráfico de drogas, não implica na impossibilidade de afastamento desses benefícios se houver fundamentação idônea com base nas peculiaridades de cada caso concreto”.

Principalmente em razão da grande quantidade de drogas transportada, o promotor defende que o caso é de inegável gravidade concreta. Para ele, o crime cometido exige a imposição do regime inicial fechado, o afastamento da substituição de pena privativa de liberdade por restritiva de direitos, o afastamento da causa de diminuição de pena e o restabelecimento da prisão cautelar.

Como foi – De acordo com os autos, no dia 7 de maio, por volta das 6h30, durante fiscalização realizada pela equipe da Policia Rodoviária Estadual na MS-156, o réu foi flagrado transportando uma tonelada de maconha, distribuída em 1.361 tabletes, em um caminhão basculante. Segundo o processo, ao ser questionado pelos policiais Juliano afirmou que era da cidade de Ituverava (SP) e, dias antes, havia sido contratado por uma terceira pessoa não identificada para que se dirigisse até a cidade de Coronel Sapucaia para realizar o transporte da “mercadoria”.

No dia 7, segundo os autos, ele recebeu a informação de um desconhecido para que se deslocasse até Amambai e pegasse o veículo que estava em um galpão na entrada da cidade e deveria levá-lo até a cidade de Dourados (MS). Conforme a denúncia, o autor disse que tinha plena ciência do transporte da substância ilícita e, até então, havia recebido pelo transporte o valor de R$ 2,5 mil.

A droga estava em um fundo falso no caminhão e tinha, em parte dos tabletes, adesivos com a inscrição Droga Verde/Índio, que, para a polícia, é uma espécie de selo de qualidade usada por cartéis do tráfico.

O Tribunal de Justiça ainda não se manifestou sobre recurso.

O grupo foi preso, em flagrante, em um posto de combustível na Bola do Produtor, zona leste de Manaus.Foto: Divulgação/ PF

Manaus Silvio Andrade Costa, 34, e Rogério Pereira Bezerra, 21, foragidos das justiças do Pará e Maranhão, respectivamente, e Liliane Barros da Costa, 31, que haviam sido presos, junto com Luiz Claudio Maciel da Silva, no último dia 27 de dezembro, após serem flagrados pela Polícia Federal com 110 quilos de cocaína, foram postos em liberdade, quatro e sete dias, após a prisão. A liberdade provisória foi assinada pelo juiz de direito Luis Carlos Valois Coelho, no dia 31 de dezembro. As informações estão disponíveis no site do Tribunal de Justiça do Amazonas (TJ-AM) por meio do processo Nº 0266542-40.2014.8.04.000.

Em seu parecer, o magistrado justifica a decisão, informando que “o auto de prisão em flagrante possui suas falhas, pois não é clara a situação de flagrância dos indiciados, pois somente a posse de entorpecente não é suficiente para se caracterizar a conduta do tráfico, nem há a fundamentação da autoridade policial sobre as circunstancias que a fizeram presumir estar em flagrante o indiciado, norma do Art. 304 § 1º, do Código Penal Brasileiro (CPB)”.

O juiz destaca ainda: “É pública e notória a superlotação das cadeias públicas da capital, o que torna temerária a manutenção de um “vapor”, como são considerados os varejistas de entorpecentes, em celas conjuntamente com presos por delitos mais graves, assim como temerária é a prisão daquele que se vê pela primeira vez envolvido com entorpecentes, como é o caso dos indiciados primários”.

Diante da análise, o magistrado deferiu o pedido de liberdade a Silvio, Rogério e Liliane, justificando que os três são primários e possuem residência em Manaus, mediante pagamento de fiança no valor de R$ 7 mil. A decisão foi contrária ao parecer do Ministério Público do Estado (MPE) que havia solicitado a conversão da prisão em flagrante em preventiva.

Apesar de o magistrado destacar que os suspeitos eram réus primários, Rogério e Silvio já respondem processos nos estados do Pará e Maranhão, segundo informações da Polícia Federal.

No próprio depoimento, Rogério afirmou que estava morando em Manaus há três meses e que era foragido do Pará, onde cumpria pena por roubo e formação de quadrilha.

Já Silvio, de acordo com a PF, já foi condenado por homicídio no Maranhão e estava foragido da justiça, utilizando identidade falsa no Amazonas.

( agora vai um pobre sendo flagrado com 5 gramas de maconha que o que vc pode comprar na HOLANDA que é legalizada, ah meu caro, vc vai em cana, se não tem grana, é cana.

agora isso ai , com certeza ou estão macomunados om o tráfico ou pe medo de mexer com o crime , então manda soltar.)

(pai ?) oferece playstation 3 para filho acusar padrasto de estupro

Delegacia Especializada em Proteção a Criança e ao Adolescente (DEPCA)

Delegacia Especializada em Proteção a Criança e ao Adolescente (DEPCA)(Winnetou Almeida)

A Delegacia Especializada em Proteção à Criança e ao Adolescente (DEPCA) investiga o suposto abuso sexual cometido pelo técnico em mecânica FGO, 33, contra o enteado de 12 anos. Entretanto, de acordo com o próprio acusado e a mãe da suposta vítima, uma industriária de 34 anos, a denúncia registrada na delegacia pelo pai do menino – um comerciante do bairro Galiléia, na Zona Norte de Manaus –, seria para desviar o foco da família do pagamento da pensão alimentícia dos filhos, que há quatro meses se encontra atrasado.

“Fomos surpreendidos com um telefonema da delegacia, de que tínhamos que comparecer lá, para uma audiência sobre o abuso sexual contra o menino”, relata a mãe, que nesta sexta-feira (4), juntamente com o companheiro estiveram na sede da DEPCA.

Segundo ela, ao questionar o filho sobre o que teria acontecido, o garoto relatou ter sido usado pelo pai, para ir até a delegacia, no mês de novembro para incriminar o técnico em mecânica, sob as promessas de que ganharia um Playstation 3e um smartphone, além de roupas de marca.

O suposto acusado negou ter cometido o crime e chamou a atenção para o fato de que o enteado não foi submetido a exame de conjunção carnal anal, e nem mesmo passou por acompanhamento psicológico, procedimentos adotados em casos semelhantes.

Audiência no domingo
Eles também destacam o fato de nenhuma notificação ter sido entregue no endereço do casal, e que foram comunicados da audiência realizada nesta sexta-feira, na sede da DEPCA, por meio de um telefonema, na última quarta-feira (2).

Ainda conforme o casal, na delegacia eles foram informados de que a audiência realizada nesta sexta-feira seria a segunda. “Não recebemos nenhuma intimação policial sobre o caso”, observa a industriária.

Outro fato observado por eles está relacionado à data da próxima audiência, marcada para o domingo (6), pela parte da tarde, durante o plantão.

Por meio de sua assessoria de comunicação a Delegacia Geral informou que a DEPCA funciona 24 horas por dia, inclusive no fim de semana e em feriados, que “se o plantão da equipe que conduz as investigações cair neste período, as pessoas envolvidas no caso podem ser chamadas para prestar depoimento neste dia”.

Nota
Segundo nota da polícia, o caso em questão foi registrado no dia 05 de dezembro de 2012 na Delegacia Especializada em Proteção à Criança e ao Adolescente (DEPCA).

 “Durante o procedimento na delegacia, o adolescente não conseguiu prestar depoimento e o Boletim de Ocorrência (BO) foi registrado. Como não se tratava de flagrante, pois o ‘suposto’ estupro de vulnerável teria acontecido, no mês de novembro foi dado ao solicitante uma via de requisição de exame de conjunção carnal para ser realizado no Instituto Médico Legal (IML), uma via do BO e uma requisição para o atendimento psicossocial. Em seguida, o mesmo foi orientado a retornar à delegacia especializada para dar continuidade à investigação. (…)Durante esse período, tanto pai quanto o filho não compareceram à DEPCA com o resultado e nem para serem ouvidos. Notificações foram expedidas em nome do denunciante (o pai) para que o mesmo retornasse e para a mãe da vítima, mas não como acusada e sim em termo de declaração para ajudar na investigação”, cita trecho da nota.( absurdo, dinheiro pra pensão alega não ter , mas quanto custa um play 3 ? é caro.

o elemento queria era ferrar a ex  mulher, pra depois querer ter a guarda dos filhos,alegando que a mulher não teria condições de criá-los.

safado, canalha, não fez filho ? pague pensão, pois é meus caros, ninguém manda sair por ai transando a toa, quer fazer só pq o mundo exige ? fazer filho acha que mostra que é vc é macho ou fêmea ?

por isso que todo caso tem de ser cuidadosamente investigado, criança mente sim, relembremos o famoso caso ESCOLA BASE viu ?)

casal di menor fazem sexo em sala de aula de MANAUS, mas quem paga o pato é quem filmou, no pais da piada pronta.

Delegada titular da DEPCA, Linda Glaucia Moraes (Foto: Ana Graziela Maia/G1)Delegada ouviu o casal nesta terça-feira (18)
(Foto: Ana Graziela Maia/G1)

O jovem que filmou dois estudantes fazendo sexo em uma sala de aula do Colégio Brasileiro Pedro Silvestre, no Centro de Manaus, é maior de idade e poderá ser preso. A informação é da titular da Delegacia Especializada em Proteção à Criança e Adolescente (Depca), Linda Gláucia Moraes. Nesta terça-feira (18), o casal prestou depoimento na delegacia.
Segundo a delegada, a investigação do caso deverá ser finalizada até o dia 30 de dezembro. Os jovens foram ouvidos pela polícia, e o vídeo encaminhado para perícia.
A polícia já constatou que o aluno que fez as imagens era do 3º ano do Ensino Médio e maior de idade. Ele poderá ir para a cadeia por infringir o Estatuto da Criança e do Adolescente, que prevê pena de quatro a oito anos de reclusão para quem “produzir, reproduzir, dirigir, fotografar, filmar ou registrar, por qualquer meio, cena de sexo explícito ou pornográfica, envolvendo criança ou adolescente”.
Video foi publicado no Youtube e retirado do ar após denúncias (Foto: Reprodução/Youtube)
Video foi publicado em canal no Youtube e retirado do ar após denúncias (Foto: Reprodução/Youtube)
Nas imagens, publicadas no dia 12 de dezembro na internet, uma aluna do 9º ano, menor de idade, aparece no colo de um estudante do 3º ano do Ensino Médio. O estudante que gravou o ato sexual, de acordo com informações da Secretaria de Estado de Educação (Seduc), estava na porta da sala para impedir que outras pessoas entrassem no local e atrapalhassem a relação.
O vídeo tem pouco mais de um minuto e ficou no ar até a quinta-feira (13), contabilizando mais de 300 visualizações. “A pessoa que filmou, armazenou e divulgou as imagens será responsabilizada criminalmente. Após as investigações, será instaurado um inquérito policial, ele será indiciado e pode ir para a prisão”, explicou a delegada Linda Gláucia.
( olha, eu só não vou por o link aqui, até pra evitar me encherem o saco depois, sim eu vi o vídeo, ele ta disponível num site e não adianta, caiu na net fica lá pra sempre , afinal já fizeram download e poem quando querem.
quer dizer que o cara vai preso ? ta e os dois protagonistas nada ? a garota apenas será tirada de escola, o garoto ganha fama, é garanhão e tem moral na turma, a garota fica sendo a piranha da história.
e como sempre o famigerado de menor, eles poem filhos no mundo, matam, roubam, barbarizam geral e apenas passam a mão na cabeça deles, no vídeos ele já demostram que sabem fazer a coisa, digna de filme pornô, no entanto o cara que filmou é que vai ser penalizado por tudo ? ora bolas, mas tb né, tinha de por no youtube o trouxa ?, tivesse mandado para sites pornôs que ninguém ficaria sabendo.

escolas de MANAUS tomadas pelos mini traficantes

Menor (E) aparece cheio de dinheiro com outro adolescente (D)

Em Manaus, menor (E) aparece em foto cheio de dinheiro com outro adolescente (D)(Divulgação/PC)

Por muitos anos a polícia se preocupou em manter os vendedores ambulantes – pipoqueiro, bombonzeiro e picolezeiro – longe das escolas por acreditar, que além das guloseimas, eles também poderiam estar vendendo drogas para os alunos. Agora, a polícia tem um novo desafio, que é identificar os ‘traficantes mirins’, estudantes que vendem entorpecentes para os colegas dentro das escolas.

O promotor de Justiça da Infância e Adolescência, Adelton Melo, disse que o tráfico dentro das escolas já se tornou um fato corriqueiro e que são os próprios alunos que estão levando as drogas para dentro dos estabelecimentos de ensino.

Melo atua na promotoria da Infância e juventude há mais de duas décadas e afirmou que, nos últimos, anos tem sido comum ele receber adolescentes que foram flagrados portando droga dentro das escolas. Só na última semana foram dois casos.

“O que está me causando preocupação é a idade desses meninos, que estão ficando cada vez mais novinhos e já estão no crime”, disse o promotor. Segundo ele, antes a maioria dos casos envolvia adolescentes de 17 anos. Com o tempo, esse perfil mudou, passando a apresentar, mais frequentemente, adolescentes de 16, 15 e 14 anos. E, nos últimos meses, o promotor tem se deparado com  adolescentes de 13 anos e até mesmo, de 12 anos de idade.

Segundo o promotor, os traficantes estão recrutando crianças e adolescentes porque sabem que eles recebem um tratamento diferenciado quando são pegos cometendo um ato infracional, determinado pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

Também segundo Melo, quanto mais novo o adolescente, menor a capacidade que ele apresenta para discernir e avaliar a gravidade dos atos cometidos. Para ele, as crianças se tornam alvo fácil dos traficantes, que oferecem dinheiro e o acesso fácil a coisas que elas desejam, como roupas e jogos eletrônicos, por exemplo.

Na opinião do promotor, o número de estudantes portando droga e armas dentro das escolas está aumentando mais por que as pessoas estão tendo mais facilidade para denunciar. “Depois da implantação do programa Ronda no Bairro, a polícia ficou mais próxima da população, que consegue fazer denúncias no ato dos fatos, analisou.

Famílias sem estrutura

Melo atribuiu o crescente envolvimento de crianças e adolescentes com o crime à desestruturação da família. Segundo ele, a maioria dos adolescentes infratores são filhos de pais separados e moram com a mãe, que precisa sair de casa para trabalhar e  sustentar a família.

Para o promotor, isso não serve como desculpa para não dispensar atenção ao filho. “Elas não passam 24 horas trabalhando. Tem que dispensar um tempo para cuidar do filho, dar atenção para ele, saber o que ele está fazendo”, disse.

Apreensão

Na segunda-feira a Delegacia Especializada em Apuração de Atos Infracionais (Deaai) registrou a apreensão de dois adolescentes que estavam supostamente vendendo entorpecentes em duas escolas estaduais da cidade.

Por voltas de 9h, um garoto de 12 anos foi denunciado pelos colegas de classe à diretoria de escola, por estar vendendo drogas na escola estadual Professora Diana Pinheiro, na Colônia Oliveira Machado, Zona Sul. Na mochila dele foram encontrados um tablete de maconha e 21 trouxinhas de pasta-base de cocaína.

À tarde, o gestor da escola estadual Roberto Santos Vieira, no Nova Cidade, Zona Norte, chamou a polícia porque um estudante de 15 anos estava cinco porções de maconha dentro da sala de aula. O adolescente foi apreendido e levado à Deaai.

A Secretaria Estadual de Educação (Seduc) informou que, em ambos os casos, is outros alunos denunciaram os colegas aos gestores. Ainda segundo a secretaria, na escola Diana Pinheiro, foi a primeira vez que um aluno foi pego vendendo drogas. Já no colégio Roberto Santos Vieira, já existiam denúncias de alunos que traficam dentro da escola.( cada vez mais cedo os bandidinhos começam, cada vez mais tarde as autoridades nada fazem, cada vez mais tarde o povo não acorda.

o pobre só sabe se multiplicar sem controle, favelas e mais favelas,  no caso MANUS , tb tem as palafitas, ai tem o famigerado de menor, descontrole de natalidade, igreja só sabe falar merda, não pode camisinha, pilula, vasectomia e laqueadura não tem pra população mais carente.

os pais não vigiam as escolas , que ficam a mercê do tráfico, o ECAAAAAAA só defende bandidinhos de menor.)

não foi eleito e mandou destruir poço, pra se vingar da população

Poço artesiano funcionava a duas décadas na comunidade

Poço artesiano funcionava a duas décadas na comunidade
 
O servidor público municipal e candidato a vereador Williams Coelho da Silva, 44, mais conhecido como ‘Tatá’, é acusado de mandar quebrar um poço artesiano, localizado no bairro Educandos, zona Sul de Manaus.
Segundo os moradores que o denunciaram, o candidato ficou insatisfeito por não ter sido eleito e “tentou se vingar da população” mandando seus funcionários retirarem o poço, que fica dentro de um terreno de sua propriedade.
Moradores afirmam que utilizam a água do poço há mais de duas décadas e que há alguns anos no local existia uma placa de identificação da Prefeitura de Manaus, que teria construído a benfeitoria “pública” no terreno cedido pelo candidato.
“Ele não pode fazer isso, esse poço foi construído pela prefeitura e comprovado pelo emblema na placa que foi retirada do local. Só porque não ganhou, ele quer punir a comunidade? E quem votou nele vai sofrer as consequências também?”, questionou o autônomo Marcos Antônio, de 46 anos.
Insatisfeitos
Para o conferente David Júnior Silva, 32, o vereador não agiu corretamente com os moradores ao mandar retirar o poço logo depois das eleições. “Isso não se pode fazer. A água pertencia à comunidade, mas porque ele não se elegeu nas últimas duas eleições mandou retirar o poço”, afirmou.
Uma senhora não identificada tentou retirar um dos denunciantes do local com um cabo da vassoura. Outros familiares do candidato, que estavam próximos da área onde funcionava o poço artesiano e onde também fica localizada a residência do mesmo, afirmaram que a construção pertence ao ‘Tatá’ e o mesmo apenas mandou retirar o poço pois ele estava entupido e impróprio para o uso da população.
Gasto elevado
O assessor pessoal do candidato, identificado apenas como ‘Wellison’, foi até a equipe de reportagem do acritica.com e garantiu que o servidor público tem muitos gastos com a manutenção do lugar.
Ele negou também que a retirada do poço seja retaliação aos moradores pela derrota na disputa por vaga na Câmara Municipal, afirmando que ‘Tatá’ vai refazer o poço e entregar o serviço à comunidade, mesmo não ganhando as eleições.
De acordo com a assessoria de imprensa da Manaus Ambiental, o poço artesiano citado na matéria é particular e, portanto, não está sob a responsabilidade da concessionária. ( o povo tinha de se juntar e mandar o carro correr da cidade, pra nunca mais voltar.

mas vamos ver se ele vai refazer a obra como prometeu)

policiais que balearam adolescente em MANAUS são absolvidos

 

Os dois soldados da Polícia Militar do Amazonas suspeitos de atirar em um adolescente em agosto de 2010 foram absolvidos após julgamento que durou 13 horas nesta terça-feira (7), em Manaus. O Ministério Público anunciou que irá entrar com recurso para reverter a decisão.

Os policiais estavam presos no Batalhão da Polícia Militar há um ano e quatro meses, com os outros três suspeitos do crime. O PM André Luiz Castilhos Campos era acusado de tentativa de homicídio qualificado e coautoria de roubo qualificado. Já o policial Rosivaldo de Souza Ferreira era acusado de comunicação falsa de crime, coautoria de tentativa de homicídio qualificado e coautoria de roubo qualificado.

De acordo com o juiz Mauro Antony, da 3ª Vara do Tribunal do Júri Popular do Estado do Amazonas, os jurados absolveram os réus após responderem três perguntas. Primeiramente pela principal acusação (se houve disparo de arma de fogo contra o adolescente) e, em seguida, das acusações de coautoria de roubo e falsificação de Boletim de Ocorrência.

Ainda durante o veredito, o advogado de defesa Glen Wilde solicitou a liberdade provisória de outros dois réus clientes dele. São eles Alexandre Souza dos Santos e Marcos Teixeira de Lima. O juiz que presidiu o julgamento disse que irá analisar a situação.

O Ministério Público do Estado do Amazonas (MPE/AM) deverá entrar com recurso para tentar anular a decisão, uma vez que, segundo o promotor do caso, Ednaldo Medeiros, ela vai contra as provas visuais.

Durante o julgamento, apenas familiares e amigos dos réus estavam presentes. Após o anúncio oficial, todos comemoraram a decisão do júri popular.

Em entrevista ao G1, a mãe do PM André Castilho, Marisa Castilho, de 55 anos, disse estar magoada com as acusações feitas contra o filho. “Ele ficou preso 1 ano e 4 meses injustamente. Quero saber quem vai dar a ele agora os momentos perdidos. Meu filho estava excluído da sociedade”, disse a comerciante.

O crime ocorreu em 17 de agosto de 2010. Em um vídeo de uma câmera de segurança particular, sete policiais militares aparecem atirando em um adolescente de 14 anos no bairro Amazonino Mendes, Zona Leste de Manaus. Nas imagens, um dos PMs armado, mais tarde identificado como André Luiz Castilhos Campos, agride, ameaça e atira por cinco vezes no tórax do jovem. A ação acontece na presença de outros policiais militares.

De acordo com o Ministério Público do Estado do Amazonas (MPE/AM), o adolescente não possuía antecedentes criminais. Na noite do crime, ele teria ido a casa da namorada e a uma lan house, e foi abordado por oficiais quando voltava para casa.

Para o responsável pelo caso na época, promotor de justiça João Bosco Sá Valente, os policiais tinham a intenção de matar o jovem. “Se você atira no calcanhar, isso indica que você não queria matar. Você atira no peito, dá cinco tiros, e não quer matar? É indefensável a história deles. Eles queriam matar”, afirmou.

O então secretário de Segurança Pública do Estado na época, Zulmar Pimentel, anunciou o afastamento e a detenção administrativa de seis dos sete policiais envolvidos no batalhão da Polícia Militar, na Zona Centro-Sul da capital. Em março do ano passado, a Justiça decretou a prisão preventiva dos sete policiais. ( se fosse no RJ em pleno morro com UPP, já estaria fervendo em protestos e incêndios a busão a esta hora.)